DEFICIÊNCIA DE COLESTEROL: UM FATOR COMUM NOVO NO AUTISMO
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DEFICI”ENCIA DE COLESTEROL:
UM FATOR COMUM NOVO NO AUTISMO

A suplementação do Colesterol reversa muitos sintomas do autismo na desordem do SLOS (Sindrome de Smith-Lmni-Optiz ). Essa deficiência também é muito comum no autismo em geral.
- SLOS e Autismo
- Dificiência de Lítio comum em doença mental e doença social
- Doses de Colesterol para tratar SLOS
- Benefício do colesterol no SLOS
- Deficiência de Colesterol
- Benefícios do colesterol na dieta
- A função do Sonic Hedgehog (SHH)
- Exame para colesterol
- Por que o cérebro precisa de colesterol
- A historia de Paulina
- Referências
Dr. Richard Kelly, um médico e pesquisador na Universidade de John Hopkins descobriu com com outros colegas que os sintomas do autismo presente na desordem genérica de SLOS foram rapidamente revertidos após uma dieta com colesterol. Algumas das muitas melhoras incluiu melhora no padrão do sono, controle de comportamentos berrantes, aprenderam como caminhar, falaram pela primeira vez, e ficaram mais responsáveis e sociáveis com os membros da família. Além disso, outros benefícios da dieta com colesterol incluiram diminuição de infecções, redução no ressecamento da pele, redução do comportamento autodestrutivo, melhora no tom muscular, melhora no crescimento, melhora em comportamento defensivo, e melhora em geral. Alguns pais disseram que seus filhos tiveram uma melhora significante no comportamento autístico, e até mesmo alguns adultos falaram pela primeira vez – todos em poucos dias do início da dieta com suplementação de colesterol. Essas mudanças ocorrem antes de os níveis de colesterol terem aumentado no sangue, sugerindo que a melhora é resultado da formação dos derivativos do colesterol – tais como hormônios esteróides e sais biliares.

A Sindrome de Smith-Lemli-Opitz (SLOS) é uma desordem genética autossômica recessiva associada ao autismo, mal formações múltiplas e sindrome de retardamento mental incialmente descrita por Smith Lemli, e Opitz. A sindrome (SLOS) é causada por uma deficiência do cholesterol-7-deidro (7DHC) redutase, a enzima responsável pela catalização do passo final na síntese do colesterol indicada na figura simplificada do metabolismo do colesterol. Como resultado da deficiência desse enzima o colesterol-7-deidro acumula, e o nível de colesterol dramaticamente diminui. Apesar de algumas crianças com SLOS terem anormalidades físicas severas, muitas são apenas levemente afetadas e comportamentos autísticos podem ser sua anormalidade maior. Já que exames bioquímicos são raramente feitos para essa doença, pode ser possível que existam muitas crianças com SLOS, com menos anormalidades anatômicas, nais quais o diagnóstico falhou. Como resultado, a deficiência dessa enzima, indivíduos com essa desordem tem colesterol extremamente baixo mas níveis extremamente altos de deidrocolesterol-7. Uma pessoa com SLOS tinha o menor valor de colestererol (< 1mg/dL) já medido no soro, enquanto a maioria das pessoas tem níveis entre 150-250 mg/dL.

Já que níveis de colesterol são insuficientes em pessoas com SLOS, virtualmente nenhum dos hormônios esteróides normais e sais biliares derivados do colesterol podem ser adequadamente produzidos, porém, formas anormais desses hormônios derivados do 7-DHC serão produzidas. É muito importante notar que colesterol é um elemente essência na mielina, a qual é o material de insulação essêncial para o funcionamente nervoso (especialmente no cérebro). Pessoas com SLOS possui vários graus de habilidades cognitivas variando de funcionamento intectual médio à profundo retardo mental. É muito comum para mostrarem também hiperreatividade sensorial, irritabilidade, atraso na linguagem, ciclo de sono perturbado, comportamente auto destruitivo, comportamente autístico. Em um estudo, quase 50% das crianças com SLOS se encaixaram no critério de DSM-IV para autismo. Em outro estudo, 86% das crianças com SLOS tinham desordem do espectro autítico. Muitas das anormalidades comportamentais do SLOS significantemente respondem bem com suplementação de colesterol.
Se o autismo for dominante no SLOS, e os sintomas autísticos melhoram com a suplementação de colesterol, então é viável que qualquer anormalidade bioquímica severa levando à desmielinação precisa ser explorada como uma possível cauda do autismo
Deficiência de Lítio comum em doenças mentais
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Jim Adams descobriu que na avaliação de amostra de cabelo de crianças autistas o nível de lítio eram significantemente mais baixo tanto nas crianças como em suas mães. Eu tenho feito observações semelhantes em muitas crianças com autismo examinadas no Laboratório Great Plains. Os níveis de lítio de algumas crianças com autisma estão nas mais baixas porcentangem. Ironicamente, o uso de água altamente purificada para prevenir ingestão de metais tóxicos em mulheres grávidas pode ter deixado essas mulheres sem pequenas quantidades de lítio encontrado em água comum necessário para a formação adequada do cérebro, e essa deficiência parece ser um fator de risco significante no autismo. Essa mudança para água purificada aconteceu durante os últimos 20 anos durante o mesmo tempo que a epidemia do autismo aumentou. O aumento de 10 vezes do consumo de água purificada coincide quase exatamente com o aumento aproximado de 10 vezes do autismo nesse período (ver gráfico). É bem possível que esse fator pode de fato ser igual em importância ao contato com mercúrio como um fator de risco para o autismo.
Em quantidades bem pequenas, o lítio parece ser essêncial para uma boa saúde mental. Em áreas do país onde o lítio está presente em em altos níveis na água de beber, encontra-se muito menos violencia e crime. Um estudo feito com 27 áreas do Texas descobrio que incidência de violência, suicídio, homicídio e estupros era significantemente mais alto em áreas que a água de beber continha pouco lítio ou não continha lítio algum comparados com áreas onde o lítio estava presente na água, mesmo após corrigir a densidade da população. Associações correspondentes com a incidência de roubo e assaltos eram bastante significantes, assim também como associações com a incidência de prisões por posse de ópio, cocaina, e seus derivados. Além disso, eu tenho encontrado frequentemente níveis baixos de lítio em amostras de cabelo de pacientes com esquizofrenia. O exame de lítio no cabelo tem sido mostrado como um bom indicador de deficiência de lítio. Níveis de lítio do cabelo do couro cabeludo reflete a média de ingestão de lítio no período de várias semamas à vários meses e representa um meio não-invasivo de determinar a ingestão do lítio na dieta. O lítio é usado no transporte de folato e vitamina B12 para o cérebro. As deficiências comuns de lítio podem ser uma das razões que crianças com autismo precisa de altas doses de tais formas dessas vitaminas.

A dosagem permitida diária (RDA) para um adulto de 70Kg é de 1,000 mcg por dia (cerca de 1% da dose de lítio comumente usada como agente farmacêutico) tem sido sugerido, correspondendo a 14.3 mcg por KG do peso do corpo. Preste atenção que mcg é para microgramas e não miligramas (mg)! Dosagens de lítio entre 150400mcg por dia (dosagens que são nutricionais em vez de farmacológica) resultaram em melhora no humor de usuários de drogas, dos quais muitos tinham histórias de abuso de drogas. O uso nutricional de lítio, é completamente seguro. Nenhuma alerta de segurança ou exame de sangue precisa ser feito antes de usar o lítio como suplemento em contraste quando usar o lítio como droga, que requer exame de sangue para prevenir overdose tóxica. Se os níveis no cabelo forem baixos ou a pessoa bebe água purificada ou água feita com osmose reversa, então a pessoa deve tomar suplemento de lítio. O New Beginnings Nutritionals (Ver como pedir pela Rubem Berta )tem um suplemento conveniente em forma líquida contendo 50mcg por gota. Eu lembro quando a água em garrafa foi lançada, eu duvidei que pessoas fossem comprar um produto que pode ser adquirido virtualmente de graça em apenas abrir a torneira. Agora eu bebo água purificada em osmose reversa, que é totalmente livre de traços de elementos (e químicos tóxicos), e eu tomo 500mcg de lítio todos os dias, adicionando gotas em meu suco de laranja.
Doses de Colesterol para tratar SLOS
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Doses de colesterol usadas em tentativas terapêuticas variam entre 20 a 300mg/Kg por dia. Em alguns estudos do tratamento de SLOS, suplemento de ádico biliar, foram também incorporados na dieta. Em estudos mais antigos, 50mg/Kg de colesterol cristalino puro era usado e mostrou resultado benéfico. Outras opções para suplementação de colesterol inclui o uso da gema do ovo, creme branco e gordura de manteiga. Uma simples gema de ovo contém cerca de 250 mg de colesterol. Um adulto de 100kg com SLOS teria que consumir 40 gemas por dia para poder alcancar uma dosagem de colesterol de 100mg/kg por dia. Além disso, carne de visceras bovinas, como fígado e rins são particularmente ricos nesse composto. 85g de fígado, por exemplo, contém cerca de 372mg de colesterol. Uma porção semelhante de cérebro animal tem o triplo dessa quantidade. Em alguns estudos de tratamento, pacientes com SLOS tomaram doses de colesterol purificados em vez de ter que encontrar nos alimentos.
Benefícios da alimentação com colesterol em SLOS
Kelley RT. Inborn errors of cholesterol biosynthesis. Adv Pediatric 2000;47 :1-53
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- Iniciou a caminhar
- Iniciou a correr
- Melhora no crescimento
- menos infecções
- Menos sensibilidae à luz UV
- Aumento na alerta
- Parou de bater a cabeça
- Diminuição da defesa tática
- Aumento na socialização
- Melhora no comportamento
- início de conversa/fala em adultos que não falavam antes
- Pessoas verbais dizem que se sentem bem melhor
- Muitas melhoras em apenas poucos dias de uso do suplemento
- Diminuição na irritabilidade
Deficiência de Colesterol: Comum na Desordem do Espectro Autista (DEA) assim como também em SLOS
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Dr. Tierney e seus colegas envolvidos na pesquisa de SLOS queriam determinar se a deficiência de colesterol era comum no autismo “comum”. Eles investigaram o incidente de deficiência de colesterol na amostra de sangue de um grupo com desordem do espectro autista (DEA) em familias que mais de um indivíduo tinha autismo, mas não SLOS. Usando cromatografia/espectrometria de massa de gás altamente correta, DHC-7 e suas moléculas relacionadas foram separadas em 100 amostras de indivíduos com autismo. Apesar de nenhuma amostra ter níveis consistente com SLOS, 19 amostras (19%) tinham colesterol total menos que 100mg/dl, níveis que são bem menores que valores encontrados em crianças da mesma idade, além disso, esses pesquisadores descobriram que os valores do colesterol estavam baixos, não como resultado de quebra excessiva, mas por produção reduzida.
Esse trabalho foi confirmado no Laboratório Great Plains que fez exames de colesterol em 40 crianças com Desordem do Espectro Autista (ver gráfico). Nesse estudo, como no do Dr. Kelly, valores extremamente baixos de colesterol definidos nos baixos 5% de crianças normais (com menos de 100 mg/dL) que foram determinados em um estudo nacional no Centro de Controle de Doenças. Os resultados dos dois estudos foram semelhantes à porcentagem de níveis extremamente baixos encontrados no Laboratório Great Plains com níveis sendo 17.5% contra 19% de valores nos estudos de Tierney. Além disso, 57.5% tinham níveis de colesterol menor que 160mg; dL. NIH tinha concluido 19 estudos usando meta-análises, onde homens e mulhares (em quantidade menor) com colesterol total no soro menor que 160mg/dL, tinham aproximadamente entre 10-20% maior chance de morte quando comparado com aqueles que tinham níveis de colesterol entre 160 a 199mg ;dL. Especificamente, pessoas com níveis de colesterol baixo tinham maior chance de morrer de câncer (principalmente de pulmão e de sangue), doenças respiratórias e digestivas, morte violenta (suicído e trauma), e derrame homorrágico. É interessante notar que no estudo do Laboratório Great Plains, somente uma criança com Desordem do Espectro Autista tinha nível de colesterol alto, com nível maior que 340 mg/dL
O conceito de “bom” e “mal” em substâncias dietéticas depende da circunstância da pessoa. A maior parte da informação que o público recebe é muito simplificada. Para uma pessoas morrendo de sede no deserto, qualquer tipo de água é muito boa. Para uma pessoa que acabou de beber 10 litros de água em uma competição, outro copo pode ser fatal. O conceito de bom e mal colesterol é bem semelhante à analogia da água.

O tipo de cholesterol que é associado com alta densidade de lipoproteinas e ajuda a remover o colesterol de certos tecidos é denomidado de “colesterol bom” ou colesterol HDL (High Density Lipoprotein-associated cholesterol – Colesterol de alta densidade de lipo proteinas). O tipo de colesterol associado com baixa densidade de lipo proteinas e que transporta colesterol para os tecidos que necessita do mesmo, é denomidado de “mal colesterol” ou colesterol LDL (Low Density Lipoprotein-associated cholesterol – Colesterol de baixa densidade de lipoproteina). Se porém, os tecidos de uma certa pessoa tiver deficiência significativa de colesterol necessário, então ambos os colesterol LDL e HDL são bons para aquela pessoa.
Um suplemente de colesterol purificado não pode ser “bom” ou “ruim” e o corpo irá distribuir aos locais onde é mais necessitado. Se a pessoa tiver níveis adequados de colesterol, então nenhum suplemento adicional será necessário
Anormalidades no metabolismo do colesterol presente em SLOS e no autismo pode prejudicar o funcionamento de uma proteina de desenvolvimento denominada “porco-espinho sônico” em Inglês “sonic hedgehog” ou SHH, denominada por um caráter do video game popular Sega Gênesis. O gene original do porco-espinho sônico foi encontrado na mosca de fruta Dosophila e foi denominada pela aparência à lava da mosca mutante que tem o corpo coberto com pelos pontudos semelhante ao porco-espinho. Os dois tipos de proteina porco-espinho foram denominadas com nomes de certas espécies de porco-espinhos e última com o nome do carater do video game.
Colesterol tem que fazer uma ligação covalente com SHH antes de SHH poder funcionar bem. Além disso, algumas formas de SHH têm ambos colesterol e o ácido graxo palmítico covalentemente ligao à proteina. (Ácido palmítico é necessário para a produção do complexo de proteina porco-espinho solúvel e de alcance longo em seres humanos). O anexo de colesterol ativa a proteina porco-espinho sônico e sem o colesterol adequado, o funcionamento da proteina SHH é prejudicado.
Benefício do Colesterol na Dieta
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Suplementação com alimentos rico em colesterol pode ser uma terapia benéfica para se experimentar por alguns meses em crianças com autismo que tem valores de colesterol que são abaixo de 160 mg/dL. Infelizmente alergia a ovos é comum em pessoas com autismo e pode aumentar em uma dieta continua com ovos, e pode ser também difícil em crianças que não gostam de ovos. Apesar do colesterol alto no soro sanguíneo ser associado com ataque cardíaco, níveis baixos de 160 mg/dL são associados com comportamento violento, suicídio, depressão, anciedade, doença bipolar, doença de Parkson, e alta mortalidade por câncer. Surpreendentemente, colesterol alto protege contra doenças infecciosas como turbeculose, que tem side bem comun nos EUA desde a grande depressão, durante a qual muitos sofreram com falta de alimentos alto em colesterol por causa de problemas financeiros. Vegetarianos tem uma incidência bem maior de tuberculose que pessoas que comem carne. É possivel que a enfase colocada em dieta baixa em colesterol tenha sido associada com o aumento em casos de tuberculose. Níveis baixos em colesterol podem também estar associados com deficiência de manganês, doença celíaca, hipertiroidismo, doença do fígado, mal absorção e mal nutrição. Mulheres grávidas com colesterol baixo tem a probabilidade dobrada de ter crinças prematuras ou crianças com cabeças pequenas.
Colesterol LDL (tão chamado colesterol “mal”) protege humanos contra infecções. Bactéria fatal staphylococcus produz endotóxinas que tem a habilidade de matar células humanas, inlcuindo células vermelhas do sangue. Foi descoberto que o colesterol LDL protege essas células do efeito dessa endotóxina, enquanto o HDL não oferece a mesma proteção. Um estudo na Universidade de Pittsburgh descobriu que em homens jovens e de meia idade, aqueles que tinham colesterol LDL baixo de 160mg / dL tinha um número signficativamente mais baixo (do total e de vários tipos) de células brancas do sangue que homens com colesterol LDL acima de 160mg/dL.
Funções do Porco-Espinho Sônico (SHH):
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- Tem uma função central no padrão do desenvolvimento, especialmente do sistema nervoso e do sistema esquelético.
- Importante no crescimento e diferenciação de uma variedade de células, inlcuindo as células de desenvolvimento T no Timo.
- Neurônios Purkinje secretam SHH para sustentar a divisão dos grânulos dos neurônios precursores na camada externa granular no desenvolvimento do cérebro. Desenvolvimento anormal do cerebelo e especialmente desenvolvimento de células purkinje tem sido associada ao autismo.
- Uma proteina reguladora da transcrição, SHH altera o funcionamento de genes no tempo determinado. .
Exames de cholesterol, proteinas de transporte de cholesterol, e homocisteina no Laboratório Great Plains.
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O Laboratório Great Plains desenvolveu um painel especial relacionado com o colesterol para determinar se a deficiência de colesterol ou anormalidade no transporte do colesterol está presente. Esse painel inclui os seguintes marcadores: Colesterol Total, Apolipoproteina (a), e homocisteina. Lipoproteinas são envolvidas no transporte do colesterol, lipídios, e vitamina E.
Colesterol Total: Colesterol total mede todos os tipos de colesterol, incluindo esterificados e livres. Baixos níveis (geralmente níveis abaixo de 160 mg/dL) são associados com doenças genéticas do metabolismo do colesterol tais como SLOS, doença de Tangier, e abetalipoproteinemia. Níveis baixos são mais comuns em hipertiroidismo, doença do fígado, mal absorção, mal nutrição, autismo, comportamentos violentos, doença celíaca, anciedade, doença bipolar, alcoolismo, câncer do pulmão, suicídios, depressão, e obesidade associada com infecção com adenovirus-36 humano. Na China, onde a média de colesterol é mais baixo que no ocidente, infecção com o virus da hepatite B é muito comum. Pessoas contaminadas com Hapatite B, mas não os com hepatite B erradicada, tem colesterol significantemente mais baixo que pessoas não contaminadas, sugerindo um relacionamento de causa-efeito. Níveis altos de colesterol são associados com aterosclerose.
Apolipoproteina A-I (Apo A-1): O componente principal da proteina do HDL (High Density Lipoprotein). Conta por aproximadamente 65% do total de proteina total contida no HDL. Apo-A-I ativa o colesterol lecitina aciltransferasa que catalisa a esterificação do colesterol. O resultante colesterol esterificado pode ser transportado para o fígado, metaboliza do e excretado. Níveis de Apo A-I diminuem durante infecções.
Apolipoproteina B (Apo B): O componente principal da proteina de LDL 9Low Density Lipoprotein). Conta por aproximadamente 95% da proteina total do LDL. Apolipoproteina B é necessária para a reação com receptores de LDL no fígado e na parede celular e é então envolvida no transporte do colesterol do fígado para as células. Recentemente o “Mind Institute” (Instituto da Mente) descobriu que níveis baixos de Apo B são associados comautismo. LDL tem efeito protetor contra endotóxinas de estafilococos mortais.
Lipoproteina (a): Consiste de dois componentes, a lipoproteina de baixa densidade (LDL) e a glicoproteina, que são ligadas a uma ponte de dissulfeto. Níveis altos têm sido implicados como um fator de risco para doenças cardiovasculares, doença de Alzheimer, doença de Crohn, e artrite reumatóide. Níveis baixos têm sido encontrados em pessoas com autismo que têm doses altas da variante do gene Apolipoproteina E epsilon-4 que são associados com o aumento de risco para a doença de Alzheimer. Lipoproteina (a) não é bioquimicamente relacionada com a Apolipoproteina A.
Homocisteina: O aminoácido contendo sulfur que pode ser convertido em metionina pela síntese da metionina ou pela betaína metil transferase. A função da homocisteina na aterosclerose ganhou antenção após ser encontrado aterosclerose massiva em pessoas jovens como desordem genética homocistinuria. Síntase de metionina requer o derivado do ácido fólico metil tetrahidrofolato 5. Níveis anormalmente altos têm sido encontrados em derrames(AVC – Acidente Vascular Cerebral??), doenças cardiovasculares, e em doença de Alzheimer. Ambos níveis altos e baixos têm sido encontrados em autismo.
Todos os exames de colesterol do Laboratório Great Plains são feitos com reagentes de diagnóstico aprovados pela FDA.
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Por que o cérebro precisa de colesterol
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- Existe uma correlação entre a concentração de colesterol no cérebro, particularmente na mielina, e bom funcionamento do cérebro.
- O cérebro é o orgão mais rico em colesterol do corpo.
- No sistema nervoso central (CNS), essêncialmente todo (99,5%) do colesterol é livre ou de forma desterificada (livre de amino ácidos).
- A maioria (70%) do colesterol presente no sistema nervoso central reside na mielina (o material que faz a insulação das fibras nervosas) camadas e a membrana do plasma do astrocitos (células de suporte do cérebro) e neurônios.
- A metade da materia branca, que contém os axos que permitem a transmissão dos sinais cerebrais, podem ser compostas de mielina rica em colesterol.
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O New Beginnings Nutritionals anuncia o novo e único produto chamado Colesterol Sônico – Um suplemento nutricional puro e potente para corrigir a deficiência do colesterol. Colesterol Sônico é um suplemento ideal para crianças e adultos que têm níveis de colesterol ambos baixo e abaixo do normal, e que não gostam de ovos ou têm alergia ao mesmo.
- Cada cápsula contém 250 mg de colesterol
- Cada dose de 250 mg fornece a mesma quantidade de colesterol que um ovo.
- O colesterol é cuidadosamente extraido da lã da ovelha cru
- Testado para provar que não contém metais pesados e tóxicos químicos.
- Disponível somente com receita médica
- Exames de colesterol regularmente é aconselhavel para testar níveis de colesterol.
Frases acima não foram confirmadas pela FDA.
Esse produto não tem a intenção de diagnosticar, tartar ou curar qualquer doença.
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A história de Paulina e o colesterol
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Por Dr. William Shaw
A história do colesterol fez uma impacto muito positivo em minha enteada Paulina, uma menina alegre de 18 anos com autismo severo. Tratamentos biomédicos inlcuindo a dieta SG/SC (Dieta sem glúten e sem caseína), terapia antifúngica, controle de clostridia, e quelação de metais fez sucesso no controle de hiperatividade, padrão de sono anormal, e comportamento auto abusivo. Mesmo com o tratamento, Paulina tinha pouco uso das suas mãos, perdeu toda fala com idade de 4 anos, e tem uma anormalidade física e que o quarto dedo do pé é bem menor que o quinto. Todos esses sintomas levou ao diagnóstico da doença genética Sindrome de Ret no hospital local, mas o exame de DNA era inconsistente com o sindrome de Ret.
Paulina sempre foi cheia de energia, e algumas vezes corria muito quando siamos para cominhar. No início do ano quando ela começou as aulas, nós começamos a receber comentários desfavoráveis da escola (que eram fora do normal) indicando que ela estava perdendo interesse nas atividades da escola, e estava mais e mais se afastando, até dormindo ela estava na sala de aula, mesmo após ter dormido uma noite inteira em casa. Em casa ela estava se isolando mais e mostrava-se mais “autista”. As notas escolares ficaram mais e mais pertubadoras e Paulina obviamente não era mais a menina alegre que ela costumava ser. Ela começou a querer ir para a cama cada vez mais cedo, até começar a ir dormir assim que chegava da escola as 3:00 da tarde. Mesmo após dormir 15 horas durante a noite, ela ainda estava dormindo durante a aula. Exames de tiróide, uma anormalidade óbvia associada com baixo nível de energia, voltou com resultado normal.
Uma manhã minha esposa começou a chorar durante o café da manhã e me disse “ Acho que Paulina está morrendo”.
Eu decide revisar todos os resultados dos exames e tratamentos que Paulina tinha passado, mas a única coisa que pude achar foi a alergia a ovos. “Quando você parou de dar ovos a Paulina?” eu perguntei a minha esposa. “No início do ano escolar”, ela respondeu. Foi exatamente o tempo que Paulina começou a ter notas ruins na escola, notando a regressão dela. Eu finalmente percebi que foram os ovos! “Paulina tem deficiência de colesterol e precisamos dar ovos para ela novamente.” (Note que Paulina tinha alergia IgG a ovos. Uma criança com alergia IgG a ovos pode ter reação anafilática a ovos e não deve comer ovos). O colesterol de Paulina estava de 142 mg/dL, um valor muito baixo.
Dentro de poucos dias após dar ovos todos os dias durante o café da manhã, a pessoa sorridente, alegre e cheia de energia (mas ainda autística) dentro de paulina voltou. Mais uma vez, ela estava sorridente, cheia de energia, e difícil de ir para a cama antes das 11 da noite. Notas boas novamente começaram a chegar da escola. Apesar de os ovos causarem um pouquinho de problema no estômago para Paulina, como resultado da alergia, o colesterol dos ovos se mostrou essêncial para o bem estar dela. Após seis meses na dieta rica em ovos, o colesterol de Paulina tinha aumentado para 157 mg /dL, indicando quão devagar o colesterol aumenta. Com a chegada do colesterol purificado do New Beginnings, agora podemos dar para ela o colesterol que ela precisa, sem ter que dar ovos.
Referências de Colesterol
1. E Tierney, I Bukelis, R Thompson, K Ahmed, A Aneja, L Kratz, and R Kelley Abnormalities of Cholesterol Metabolism in Autism Spectrum Disorders. American Journal of Medical Genetics Part B (Neuropsychiatric Genetics) 141B:666–668 (2006)
2. Tierney E, Nwokoro NA, Kelley RI Behavioral phenotype of RSH/Smith-Lemli-Opitz syndrome. Ment Retard Dev Disabil Res Rev 2000;6(2):131-4
3. Sikora DM, Pettit-Kekel K, Penfield J, Merkens LS, Steiner RD. The near universal presence of autism spectrum disorders in children with Smith-Lemli-Opitz syndrome. Am J Med Genet A. 2006 Jul 15;140(14):1511-8.
4. Modai I et al. Serum cholesterol levels and suicidal tendencies in psychiatric inpatients. J Clin Psychiatry. 1994 Jun;55(6):252-4.
5. Cassidy F, Carroll BJ. Hypocholesterolemia during mixed manic episodes. Eur Arch Psychiatry Clin Neurosci. 2002 Jun;252(3):110-4.
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3. Schrauzer G.N., Shrestha K.P., Flores-Arce M.P. Lithium in scalp hair of adults, students and violent criminals. Effects of supplementation and evidence for interactions of lithium with Vitamin B and other trace elements. Biological Trace Element Research, 1992 Aug 34 (2): 161 - 76
4. J.B. Adams, C.E. Holloway, F. George, D. Quig. Analyses of toxic metals and essential minerals in the hair of Arizona children with autism and associated conditions, and their mothers Biological Trace Element Research 110: 193-209, 2006 |