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May 25, 2009

Candidiase-uma condição cada vez mais comum

Candidiase é basicamente uma infecç ão crônica por fungos denominados Cândida albicans que podem se manifestar de forma localizada ou sistêmica, isto e, generalizada por todo o organismo. É bastante conhecida a forma que se manifesta por corrimento vaginal esbranquiçado ou amarelado que a maioria das adolescentes e mulheres adultas são bem familiarizadas. Uma das razões que tem provocado aumento importante nesta condição é o excesso de consumo de açúcar na nossa alimentação.O açúcar alimenta e fortalece os fungos. Indivíduos que apresentam deficiências imunológicas, mulheres grávidas e as que tomam pílulas anticoncepcionais, ou aqueles sob uso de antibióticos são mais propensos a este tipo de infecção.Não se pode negar que se trata de uma parcela grande da população hoje em dia.
Felizmente, muita coisa se pode fazer para lutar contra a candidiase. Primeiramente, a eliminação do açúcar refinado (ou sua diminuição), do álcool, sucos de frutas adoçados e carboidratos refinados em geral. Alergias alimentares também devem ser investigadas e tratadas pois causam desequilíbrio no sistema imunológico, o que favorece o crescimento desta micose.
É importante saber que pessoas que apresentam crescimento anormal de infecção por Cândida no intestino por alterações da flora intestinal, costumam produzir insuficiente quantidade de ácido clorídrico no estomago, dificultando a digestão de alimentos.
A maneira mais natural de se lutar contra esta condição é a incorporação de substancias PROBIOTICAS (que incentivam a melhora da flora intestinal) e de enzimas digestivas na alimentação para normalizar essa parte importante do aparelho digestivo e, com isso, favorecer a absorção mais eficiente de nutrientes.
Com a alimentação predominantemente industrializada, o desequilíbrio da flora intestinal favorece a constipação intestinal (intestino preso ou preguiçoso) e, por isto, a absorção de substancias importantíssimas fica prejudicada.
Suplementos de probioticos(semelhantes a lactobacilos ou favorecedores de seu crescimento) são facilmente encontrados nas lojas de suplementos vitamínicos e minerais.Orientação nutricional especializada tambem é uma forma bastante eficaz para se lutar contra este inimigo chamado Candidiase.


http://www.sergiovaisman.med.br

April 27, 2009

Defeito genético enfraquece músculos de crianças com autismo

Alteração dificulta ainda mais a socialização de jovens com o problema. Médico acredita que a causa está no centro de energia da célula.

Marília Juste Do G1, em Chicago

Um defeito nos genes pode fazer com que crianças com autismo tenham músculos mais fracos, que impedem que elas façam atividades físicas. O problema foi identificado por um neurologista e geneticista americano e apresentado na Reunião Anual da Academia Americana de Neurologia (AAN), em Chicago, nos EUA.

A equipe de John Shoffner, dono do instituto de pesquisas Medical Neurogenetics, de Atlanta, analisou 41 crianças autistas, com idades entre dois e 16 anos. Nenhuma delas tinha qualquer doença muscular conhecida, mas todas apresentavam fraqueza nos músculos que sustentam o esqueleto.

Shoffner acredita que isso ocorra por causa de um problema associado aos genes ligados ao autismo, que gera alterações na mitocôndria, o centro de produção de energia da célula. De acordo com o pesquisador, estudos anteriores mostraram que pelo menos 20% dos autistas apresentam doenças mitocondriais. No grupo que ele estudou, 65% das crianças (24 do total) tinham o problema, que levou à fraqueza muscular severa.

Impedimento físico

Schoffner lembrou que embora a grande maioria dos autistas não tenha qualquer alteração mitocondrial, os poucos que têm o problema sofrem com sérias conseqüências. “É algo preocupante, porque a socialização de uma criança com autismo já é difícil o suficiente sem o impedimento físico”, afirmou.

Para o pesquisador, entender melhor a relação entre os problemas na mitocôndria e o autismo é essencial por dois motivos. Em primeiro lugar, para compreender melhor os mecanismos da doença. Em segundo, para verificar como os genes podem afetar a função mitocondrial.

O americano pretende agora ampliar sua pesquisa para verificar a freqüência desses problemas musculares em um número maior de pacientes autistas. Segundo ele, é preciso também desenvolver maneiras de identificar os genes responsáveis pelas alterações mitocondriais e meios de melhorar o diagnóstico.