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	<title>Autismo Infantil, seu centro de informações sobre autismo</title>
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	<link>http://www.artigos.autismoinfantil.com.br</link>
	<description>Site direcionado a divulgação do tratamento biomédico para o autismo</description>
	<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 13:33:26 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>I ENCONTRO NACIONAL DE TRATAMENTOS PARA AUTISMO E OUTROS TRANSTORNOS DO DESENVOLVIMENTO: INTEGRAÇÃO DO TRATAMENTO BIOMÉDICO, NUTRICIONAL, TERAPÊUTICO E PEDAGÓGICO</title>
		<link>http://www.artigos.autismoinfantil.com.br/?p=89</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 13:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>

		<category><![CDATA[Dieta Sem Glúten e sem Caseina]]></category>

		<category><![CDATA[Síndrome de Asperger]]></category>

		<category><![CDATA[Transtorno Invasivo do Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[




















CONVIDAMOS VOCÊ PARA PARTICIPAR DO
I ENCONTRO NACIONAL DE TRATAMENTOS PARA AUTISMO E OUTROS TRANSTORNOS DO DESENVOLVIMENTO: INTEGRAÇÃO DO TRATAMENTO BIOMÉDICO, NUTRICIONAL, TERAPÊUTICO E PEDAGÓGICO
VAGAS LIMITADAS, RESERVE LOGO A SUA!








Este encontro é dedicado a educar médicos, terapeutas, pais, profissionais de saúde ou pessoas que se interessem e queiram aprender sobre as pesquisas do tratamento biomédico. Trata-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div class="style15"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/emailLogo.jpg" alt="" width="796" /></p>
<table border="0" cellspacing="0" width="700" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="7" align="center" bgcolor="#FFFFFF">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="600" align="center" bordercolor="#FFFFFF">
<tbody>
<tr align="left">
<td align="center" valign="middle"></td>
<td colspan="4" align="right" valign="top"></td>
</tr>
<tr align="left">
<td colspan="5" align="center" valign="middle"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/fotos/tx.jpg" alt="" width="599" height="29" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h1>
<img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/01.jpg" alt="" width="644" height="40" /><br />
<strong><br />
</strong>CONVIDAMOS VOCÊ PARA PARTICIPAR DO</h1>
<h2><strong>I ENCONTRO NACIONAL DE TRATAMENTOS PARA AUTISMO E OUTROS TRANSTORNOS DO DESENVOLVIMENTO: INTEGRAÇÃO DO TRATAMENTO BIOMÉDICO, NUTRICIONAL, TERAPÊUTICO E PEDAGÓGICO</strong></h2>
<h2 class="style179">VAGAS LIMITADAS, RESERVE LOGO A SUA!<br />
<a href="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/inscricao.php"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/inscrevaseja.jpg" border="0" alt="Clique aqui para se inscrever para o a I Jornada Nacional do autismo" width="114" height="32" /></a></h2>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="600" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="540" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">Este encontro é dedicado a educar médicos, terapeutas, pais, profissionais de saúde ou pessoas que se interessem e queiram aprender sobre as pesquisas do tratamento biomédico. Trata-se de intervenções seguras e efetivas para o espectro autista, e que já foram apropriadamente testadas. Desde 1995 acontecem congressos bianuais nos EUA onde são mostradas e discutidas estratégias terapêuticas, que ainda são desconhecidas em nosso meio. (veja o site <a href="http://www.autism.com/" target="_blank">www.autism.com</a> e <a href="http://www.defeatautismnow.com/">www.defeatautismnow.com</a> ).<br />
O movimento do tratamento Biomédico no Brasil teve início em 2007, onde anualmente tem acontecido congressos informativos e de treinamento para o tratamento eficiente do autismo e outros transtornos do desenvolvimento.<br />
Nos dias 15 e 16 de Outubro de 2010, faremos um congresso completo unindo o tratamento biomédico a terapia nutricional, junto com as várias formas terapêuticas  e pedagógicas, fornecendo uma visão completa de como o tratamento biomédico pode ser agregado a outros tratamentos para que a criança autista ou que tenha outro transtorno de desenvolvimento alcance o máximo de seu potencial.<br />
Queremos mostrar que o Autismo é tratável, e que a recuperação se torna possível com a associação de uma série de intervenções terapêuticas simultâneas o mais precoce possível.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="style45" align="justify">
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Quem Deve Participar?</strong><br />
<strong><br />
</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="600" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="540" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="style45" valign="top">Médicos, terapeutas e pais que queiram aprender como tratar o autismo usando o tratamento biomédico e uma abordagem integral de tratamento a criança autista. Esse tratamento já está sendo usado em mais de 90 países do mundo com grande sucesso, e agora você terá a chance de oferecer esperança as crianças autistas.<br />
Será fundamental para pais e terapeutas que tenham vontade de renovar suas esperanças ouvindo palestras de renomados profissionais que já trabalham com o tratamento do Autismo. Este será um encontro introdutório e de divulgação destas novas idéias para os médicos. No futuro haverá um curso médico específico onde profissionais experientes lhes passarão detalhes de como diagnosticar e tratar o espectro autista aos médicos</p>
<p align="justify">
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="style45" align="justify">
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br />
Quem Somos</strong><br />
<strong><br />
</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="600" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="540" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="style45" valign="top">Somos um grupo que, com  ajuda do Laboratório Great Plains dos EUA (representado pelo site<a href="http://www.autismoinfantil.com.br/">www.autismoinfantil.com.br</a> ), deseja divulgar a existência dos tratamentos biomédicos para o Autismo no Brasil. Para isto, iremos nos reunir neste evento, o que dará início a um movimento para a divulgação de alternativas terapêuticas para o autismo. A eficácia do tratamento biomédico já foi comprovada em diversos outros países.<br />
Com a intenção de formar um movimento nacional de conscientização destas opções, além de organizar este evento, pretendemos organizar cursos de formação para médicos e um instituto de pesquisa que agregue a experiência nacional no tratamento do autismo e outros transtornos do desenvolvimento.<br />
Se você já experimentou o tratamento biomédico e gostaria de ajudar na divulgação desse trabalho, por favor indique pessoas que você sabe que precisam de ajuda ou que pode ajudar nesta divulgação. Você poderá estar ajudando centenas de pessoas na sua comunidade, comunicando que  o autismo é tratável, e que quanto mais precoce for a intervenção biomédica maior será a esperança de recuperação para estas crianças.</p>
<p align="justify">
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="style45" align="justify">
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Onde?</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="600" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">
<div>
<h3><strong>Teatro da Universidade Paulista</strong> - Campus Indianópolis</h3>
</div>
<h3><strong>Rua Dr. Bacelar, 1212 - Vila Clementino -<br />
São Paulo - <abbr title="São Paulo">SP</abbr><br />
04026-002</strong></h3>
<h3><strong><abbr title="Telefone">Tel</abbr>.: (11) 5586-4000</p>
<p></strong></h3>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="540" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="style45" valign="top">
<small><a href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=embed&amp;hl=en&amp;geocode=&amp;q=Unip+indianopolis&amp;sll=-23.603296,-46.64849&amp;sspn=0.124424,0.264187&amp;ie=UTF8&amp;hq=Unip+indianopolis&amp;hnear=&amp;ll=-23.605499,-46.648628&amp;spn=0.015061,0.033023&amp;z=14&amp;iwloc=A&amp;cid=15886835631150565614">Ver Mapa Maior &gt;&gt;</a></small></p>
<p align="justify">
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="style45" align="justify">
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/01-L.jpg" alt="" width="600" height="16" /></p>
<table border="2" cellspacing="1" cellpadding="0" width="659" align="center" bordercolor="#FFFFFF">
<tbody>
<tr>
<td class="style172" width="201" height="31" align="center" valign="middle" bgcolor="#3670DC">
<p class="style172"><strong>CATEGORIA</strong></p>
</td>
<td class="style172" width="127" height="31" align="center" valign="middle" bgcolor="#3670DC">
<p class="style156">Até 31 de agosto</p>
</td>
<td class="style172" width="182" align="center" valign="middle" bgcolor="#3670DC"><span class="style156">Depois de 31 de agosto</span></td>
<td class="style172" width="132" align="center" valign="middle" bgcolor="#3670DC"><span class="style156">No Local</span></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" height="37" valign="middle" bgcolor="#6493E3"><span class="style156"> INDIVIDUAL</span></td>
<td class="style45" height="37" align="center" valign="middle" bgcolor="#6493E3">
<p class="style156">R$250,00</p>
</td>
<td class="style45" align="center" valign="middle" bgcolor="#6493E3">
<p class="style156">R$300,00</p>
</td>
<td class="style45" align="center" valign="middle" bgcolor="#6493E3">
<p class="style156">R$350,00</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="201" height="46" valign="middle" bgcolor="#6493E3"><span class="style172"><strong><strong> Estudantes e funcionários de ONG e instituições que trabalham com autismo e outros transtornos do desenvolvimento<br />
</strong></strong></span></td>
<td class="style45" width="127" height="46" align="center" valign="middle" bgcolor="#6493E3">
<p class="style156">
R$150,00</td>
<td class="style45" width="182" align="center" valign="middle" bgcolor="#6493E3">
<p class="style156">
R$200,00</td>
<td class="style45" width="132" align="center" valign="middle" bgcolor="#6493E3">
<p class="style156">
R$250,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/02.jpg" alt="" width="600" height="40" /></p>
<h2><strong><em></em></strong><strong><em>Sexta-Feira 15 de outubro 2010</em></strong></h2>
<table border="4" cellspacing="0" cellpadding="0" width="634" bordercolor="#FFFFFF">
<tbody>
<tr>
<td class="style45" width="110" height="30" align="center" valign="middle" bgcolor="#F58345"><span class="style156">HORA</span></td>
<td class="style45" width="360" height="30" align="center" valign="middle" bgcolor="#F58345"><span class="style156">TEMA</span></td>
<td class="style45" width="150" height="30" align="center" valign="middle" bgcolor="#F58345">
<div><span class="style156">PALESTRANTE</span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="110" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">7:30 - 9:00</td>
<td class="style45" width="360" height="24" align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">Registro e entrega de material</td>
<td class="style45" width="150" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9"></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="110" height="24" align="center" valign="top">9:00 - 9:30</td>
<td class="style45" width="360" height="24" align="left" valign="top">Abertura do Encontro: Mesa com autoridades e presidentes de associações que trabalham com autismo.<br />
Coordenação da Mesa: Dr. Rogério R. Rita<br />
Integrantes: Luiz Dias (Presidente do Encontro)<br />
Professora Ghislaine Gliosce da Silva (Coordenadora Geral do Curso de Psicologia – Diretora do Instituto de Ciências Humanas da UNIP)</td>
<td class="style45" width="150" height="24" align="center" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="110" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">9:30 - 10:30</td>
<td class="style45" width="360" height="24" align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9"><em>“ Autismo: mudança de paradigma provoca mudança no tratamento: bases do tratamento integral ”</em></td>
<td class="style45" width="150" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">
<p align="center"><strong>Dr. Rogério R. Rita -<br />
( Florianópolis, SC)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="style157" height="24" align="center" valign="top">10:30-11:00</td>
<td class="style157" height="24" align="left" valign="top">Coffee Break</td>
<td class="style45" height="24" align="center" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="110" height="24" align="center" valign="top">11:00 - 12:00</td>
<td class="style45" width="360" height="24" align="left" valign="top">“ Tratamento Biomédico: o que é isto? O que muda no atendimento médico da criança autista? Como eu faço? ”</td>
<td class="style45" width="150" height="24" align="center" valign="top">
<div><strong>Dra. Simone Pires<br />
(São Paulo, SP)</strong></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="110" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">
<p>12:00-12:30</td>
<td class="style45" width="360" height="24" align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">
<p>Perguntas aos palestrantes da manhã</td>
<td class="style45" width="150" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">
<div>
<p align="center"><strong>Dra. Simone  Pires e<br />
Dr. Rogério R. Rita</strong></p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="style157" width="110" height="24" align="center" valign="top">
<p>12:30 - 14:00</td>
<td class="style157" width="360" height="24" align="left" valign="top">
<p>RECESSO PARA ALMOÇO</td>
<td class="style45" width="150" height="24" align="center" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="110" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">
<p>14:00-14:40</td>
<td class="style45" width="360" height="24" align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">
<p><em>“ Resumo das alterações Gastrointestinais do autismo: Bases médicas para intervenção nutricional. ”</em></td>
<td class="style45" width="150" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">
<div>
<p align="center"><strong>Dra. Georgia Fonseca<br />
( Rio de Janeiro, RJ)</strong></p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="110" height="24" align="center" valign="top">
<p>14:40 - 15:40</td>
<td class="style45" width="360" height="24" align="left" valign="top">
<p><em>“Dietas no Tratamento do Autismo: Dieta sem Glúten e sem Caseina/ Carbohidrato simples/ Ecológica/ FeinGold/ Antifúngica ”</em></td>
<td class="style45" width="150" height="24" align="center" valign="top">
<div class="style178">
<p align="center">Nutricionista Priscila Spiandorello (São Paulo, SP)</p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="style157" width="110" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">15:40- 16:10</td>
<td class="style157" width="360" height="24" align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">Coffee Break</td>
<td class="style45" width="150" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9"></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="110" height="24" align="center" valign="top">
<p>16:10 - 16: 50</td>
<td class="style45" width="360" height="24" align="left" valign="top">
<p><em>“ Como implantar a dieta para autismo. ”</em></td>
<td class="style45" width="150" height="24" align="center" valign="top">
<div class="style178">
<p align="center">Claudia Marcelino - (autora do livro Autismo Esperança pela Nutrição).<br />
(Rio de Janeiro, RJ)</p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">16:50-17.:30</td>
<td class="style180" height="24" align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">&#8220;Homeopatia e autismo&#8221;</td>
<td class="style45" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9"><strong>Dra. Georgia Fonseca<br />
( Rio de Janeiro, RJ)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="110" height="24" align="center" valign="top">17:30 - 19: 00</td>
<td class="style45" width="360" height="24" align="left" valign="top"><em>“</em> Mesa Redonda de todos os palestrantes do dia:<br />
Como eu integro tratamento biomedico com tratamento nutricional:<br />
Relatos de experiências.<br />
Respostas das perguntas do dia<em>”</em></td>
<td class="style45" width="150" height="24" align="center" valign="top">
<div><strong>Dra. Simone Pires - (São Paulo, SP)<br />
Dra. Geórgia Fonseca (Rio de Janeiro, RJ)<br />
Dr. Rogério Rita (Florianópolis, SC)</strong></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="110" height="24" align="center" valign="top"></td>
<td class="style45" width="360" height="24" align="left" valign="top"></td>
<td class="style45" width="150" height="24" align="center" valign="top"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><strong><em>Sábado dia 16 de Outubro 2010</em></strong></h2>
<table border="4" cellspacing="0" cellpadding="0" width="698" bordercolor="#FFFFFF">
<tbody>
<tr>
<td class="style45" height="30" align="center" valign="middle" bgcolor="#F58345"><span class="style156">HORA</span></td>
<td class="style45" height="30" align="center" valign="middle" bgcolor="#F58345"><span class="style156">TEMA</span></td>
<td class="style45" height="30" align="center" valign="middle" bgcolor="#F58345"><span class="style156">PALESTRANTE</span></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="103" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">8:00-8:40</td>
<td class="style180" width="338" height="24" align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">Resumo das alterações Cerebrais do autismo: Bases médicas para intervenção terapêutica.</td>
<td width="243" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">
<div class="style178">
<div>Dr. Juarez Callegaro<br />
(Porto Alegre, RS)</div>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="103" height="24" align="center" valign="top">8:40-9:20</td>
<td class="style45" width="338" height="24" align="left" valign="top"><em>“ Método Padovan aplicado ao autism”</em></td>
<td class="style45" width="243" height="24" align="center" valign="top">
<div><strong>Fonoaudióloga Mariza Riff (São Paulo, SP)</strong></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="103" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">9:20 - 10:00</td>
<td class="style45" width="338" height="24" align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9"><em>“ Son-rise: O que é isto? Como funciona?”</em></td>
<td class="style45" width="243" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">
<div class="style178">
<p align="center">Psicóloga Juliana Alves Santiago<br />
(Blumenau, SC)</p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="103" height="24" align="center" valign="top"></td>
<td class="style180" width="338" height="24" align="left" valign="top"></td>
<td class="style45" width="243" height="24" align="center" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="103" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">10:00 - 10:30</td>
<td class="style181" width="338" height="24" align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">COFFEE BREAK</td>
<td class="style45" width="243" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9"></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="103" height="24" align="center" valign="top">10:30 - 11:10</td>
<td class="style45" width="338" height="24" align="left" valign="top"><em>“ Método ABA: O que é isto? Como funciona no autismo? ”</em></td>
<td class="style45" width="243" height="24" align="center" valign="top">
<div class="style178">
<p>Psicóloga Fernanda Cristina Marques (São Paulo – SP)</p></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="103" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">11:10 - 11:40</td>
<td class="style180" height="24" align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">&#8220;AMA -SP: como ajudar os pais e as crianças autistas&#8221;</td>
<td class="style45" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9"><strong>Professora Marli Bonamini Marques - (São Paulo, SP)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="103" height="24" align="center" valign="top"></td>
<td class="style180" width="338" height="24" align="left" valign="top"></td>
<td class="style45" width="243" height="24" align="center" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="103" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">11:40 - 12:10</td>
<td class="style180" width="338" height="24" align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">Perguntas palestrantes da manhã.</td>
<td class="style45" width="243" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9"></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" height="39" align="center" valign="middle">12:10 - 14:00</td>
<td class="style45" colspan="2" height="39" align="left" valign="middle"><span class="style181">RECESSO PARA ALMOÇO</span></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="103" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">14:00 - 14:40</td>
<td class="style45" width="338" height="24" align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9"><em>&#8220;Centro Pró-Autista de São Paulo: Uma Porposta Integrativa nos Transtornos Globais do Desenvolvimento: Proposta Multidisciplinar para Tratamento do Autismo. Psicoterapia TED (Terapia de Troca e Desenvolvimento) e Psicoterapia Ramain e Dia-log. &#8220;</em></td>
<td class="style157" width="243" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9"><strong>Psicóloga Maria Clara Nassif</strong><br />
(São Paulo, SP)</td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="103" height="24" align="center" valign="top">14:40-15:20</td>
<td class="style45" width="338" height="24" align="left" valign="top"><span class="style180">&#8220;Escola para autismo: experiência da Escola Metamorfose de Niterói.&#8221;</span></td>
<td class="style45" width="243" height="24" align="center" valign="top">
<div><strong>Psicóloga Sandra Cerqueira<br />
(Rio de Janeiro, RJ)</strong></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">15:20- 16:00</td>
<td class="style180" height="24" align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">“Inclusão Escolar: desafios da inclusão e educação dos autistas”</td>
<td class="style45" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9"><span class="style157">Neuropsicopedagoga Márcia Fleury<br />
(São Paulo, SP)</span></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">16:00 - 16:30</td>
<td class="style45" height="24" align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9"><span class="style181">COFFEE BREAK</span></td>
<td class="style45" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9"></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" height="24" align="center" valign="top">16:30-17:10</td>
<td class="style180" height="24" align="left" valign="top">&#8220;O que funciona e o que não funciona no tratamento do autismo: Resumo da literature médica&#8221;</td>
<td class="style45" height="24" align="center" valign="top">
<div><strong>Dr. Rogério Rita<br />
(Florianópolis, SC)</strong></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" width="103" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">17:10 - 18:00</td>
<td class="style180" width="338" height="24" align="left" valign="top" bgcolor="#D0DEF9">Perguntas e respostas a todos os palestrantes da tarde. Encerramento do evento.</p>
<p>ENCERRAMENTO DO ENCONTRO</td>
<td class="style45" width="243" height="24" align="center" valign="top" bgcolor="#D0DEF9"></td>
</tr>
<tr>
<td class="style45" colspan="3" height="20" align="right" valign="top"><em>Programa sujeto a mudanças sem aviso prévio</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/03.jpg" alt="" width="600" height="40" /></p>
<table style="height: 2330px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="600" align="center" bordercolor="#FFFFFF">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="573" height="2330" align="left" valign="top" bgcolor="#FFFFFF">
<p class="style183" align="justify"><strong><br />
<strong><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/fotos/Dr-Rogerio.jpg" alt="" hspace="8" vspace="2" width="90" height="108" align="left" /><span class="style182">Dr. Rogério Rodrigues Rita - Médico DAN!</span></strong><span class="style182"> (Florianópolis - SC)<br />
</span></strong><span class="style182">Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina em 1987,  fez residência em Clínica Médica no Hospital dos Servidores Governador Celso Ramos em Florianópolis,<br />
e fez especialidade em Terapia Intensiva.<br />
Fez estágio em Medicina Antroposófica na Clínica Tobias em São Paulo, e pós-graduação em Homeopatia na Sociedade Gaúcha de Homeopatia em Porto Alegre. Trabalha em Florianópolis com homeopatia, práticas ortomoleculares e psicossomática e nos últimos 2 anos está usando os tratamentos biomédicos para o tratamento do autismo.</span><strong></p>
<p><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/c-3.jpg" alt="" vspace="8" width="600" height="3" /></p>
<p><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/fotos/drageorgia-w.jpg" alt="" hspace="8" vspace="2" width="90" height="95" align="left" /><span class="style182">Dra. Geórgia M. de Meneses Fonseca - Médica DAN! (Rio de Janeiro, RJ)</span></strong><span class="style182"><br />
- Especialista em Pediatria, Puericultura, Desenvolvimento Infantil e Sa úde Mental<br />
- Especialista em Homeopatia pelo Instituto Hahnemmaniano do Brasil.<br />
- Especialista em Homeopatia pela Federação Brasileira de Homeopatia.<br />
- Médica Pediatra da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro.<br />
- Membro do Programa Estadual de Homeopatia do Rio de Janeiro<br />
- Formação em Saúde Mental pela Fundação Osvaldo Cruz.<br />
- Pesquisadora em Autismo da Federação Brasileira de Homeopatia.<br />
- Ganhadora do Primeiro Prêmio Orgulho Autista Brasil 2005 na categoria Terapia Alternativa.<br />
- Mãe de Juliana, 8 anos, autista.<br />
- Desenvolvendo pesquisa pela Federação Brasileira de Homeopatia em remédios homeopáticos aplicáveis ao auxílio do desenvolvimento cognitivo-motor de pacientes autistas.<br />
- Tratamento biomédico para autismo<br />
- Autora do primeiro trabalho em autismo e homeopatia usando avaliação reconhecida internacionalmente para autismo.<br />
- &#8220;Effect of the Homeopathic Medication on the cognitive ando motor performance of Autistic Children - International Journal of High Dilution Research,v7,issue23, p20-27-June 2008.<br />
- Médica DAN!</span></p>
<p class="style183" align="justify"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/c-3.jpg" alt="" vspace="8" width="600" height="3" /></p>
<p><strong><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/fotos/drasimone.jpg" alt="Dra. Simone Pires, especialista DAN!" hspace="8" vspace="2" width="90" height="114" align="left" /><span class="style182">Dra. Simone Pires - Médica DAN! (São Paulo, SP)</span></strong><span class="style182"><br />
- Médica formada pela Universidade de Taubaté.<br />
- Especializada em : anestesiologia .<br />
Com pós graduação em :<br />
- Fisiologia médica , pela Faculdade de Medicina ABC<br />
-Anestesiologia pediatrica , pelo Insttituto Cesar Pernetta – Hospital Pequeno Principe<br />
-Tratamento de dor, pela Universidade São Paulo<br />
- Medicina Chinesa  , pela UNIFESP- Escola Paulista de Medicina<br />
- Medicina ortomolecular , pela FAPES<br />
- Mestrado pela Unifesp.<br />
- Médica DAN!</span></p>
<p><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/c-3.jpg" alt="" vspace="8" width="600" height="3" /><br />
<strong><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/fotos/Dr-Juarez.jpg" alt="" hspace="8" vspace="2" width="90" height="112" align="left" /></strong></p>
<p class="style183" align="justify"><span class="style182"><strong>Dr. Juarez Callegaro</strong> (Porto Alegre, RS)<br />
Juarez Nunes Callegaro é natural de Santiago, RS. Formou-se na Faculdade de Medicina da UFRGS. Durante muitos anos lecionou Teorias e Técnicas Psicoterápicas na PUC-RS. Discípulo de Linus Pauling, duas vezes ganhador do Prêmio Nobel, participou de numerosos congressos e simpósios no exterior, tendo sido aluno do próprio Linus Pauling. Médico psiquiatra e professor de pós-graduação em nutrição cerebral em várias universidades, foi pioneiro em nutrologia cerebral no Departamento de Nutrologia da Associação Médica Brasileira. É professor de psiquiatria ortomolecular no Instituto de Medicina e Psiquiatria Ortomolecular dirigido pelo Dr. Helion Povoa (ex-professor da Harvard) no Rio de Janeiro, sendo também professor em curso de pós-graduação em Psiquiatria Ortomolecular na Universidade Veiga de Almeida (RJ). Em 2006 e 2008 lecionou em cursos de pós-graduação em Medicina Biomolecular na Universidade Moderna, em Lisboa. É médico psiquiatra da Clinice - Centro de Medicina Avançada, no Rio de Janeiro, e atende, por igual, em clínica particular em Porto Alegre (RS) e em Garopaba (SC)<br />
</span></p>
<p class="style183" align="justify"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/c-3.jpg" alt="" vspace="8" width="600" height="3" /></p>
<p class="style183" align="justify"><strong><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/claudiamarcelino.JPG" alt="" hspace="8" vspace="2" width="111" height="187" align="left" /><span class="style182">Claudia Mercelino - (Rio de Janeiro, RJ) </span></strong><span class="style182"><br />
Mãe de Mauricio e Ana Luiza. Mauricio tem autismo. Descobriu a partir de 2006 que uma dieta isenta de glúten, leite animal e aditivos químicos poderia ajudar no tratamento de seu filho. Abandonou a profissão de doceira e banqueteira que exercia por 16 anos para implementar um novo ritmo de alimentação em sua casa. Aproveitou a experiência profissional para aprimorar a cozinha sem glúten e fazer produtos mais saborosos do que os existentes no mercado. Esta é a forma que encontrou para ajudar seu filho e outras crianças autistas a terem uma qualidade de vida melhor. É ativista no campo do autismo. Tem um site, o Autismo em Foco, modera o grupo do Yahoo Autismo Esperança, modera as comunidades do orkut: Diário de um autista, Autismo é Tratável, Autismo e Nutrição.</span></p>
<dl class="style182">
<dt class="style183"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/c-3.jpg" alt="" vspace="8" width="600" height="3" /><strong><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/priscila_spiandorello.jpg" alt="" hspace="8" vspace="2" width="89" height="128" align="left" />Nutricionista Priscila Spiandorello - São Paulo - (São Paulo, SP) </strong>
</dt>
<dd>
<p class="style183">- Graduada em Nutrição, Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional. -Docente convidada dos cursos de Pós-Graduação em Nutrição Clínica Funcional da VP Consultoria Nutricional/UNICSUL.<br />
- Associada ao Centro Brasileiro de Nutrição Funcional.<br />
-:: Participa de Congressos como Palestrante e presta Consultorias à Revistas e sites em geral.<br />
- Participa como moderadora da comunidade Autismo e Nutrição e Articulista no portal Clube Vida Moderna.</p>
</dd>
<dt class="style183"><strong><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/c-3.jpg" alt="" vspace="8" width="600" height="3" /><br />
<strong><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/nassif.jpg" alt="" hspace="8" vspace="2" width="100" height="108" align="left" />Psicóloga Maria Clara Nassif - (São Paulo, SP) </strong><br />
• </strong>Assistente Social e Psicologa Clínica<br />
•	Formadora de Psicoterapeutas Ramain e DIA-LOG pela Association Simonne Ramain Internationale<br />
•	Membro Titular da Association Simonne Ramain Internationale – Paris – França<br />
•	Representante Oficial da Association Simonne Ramain Internationale – ASRI – Paris – França<br />
•	Representante Oficial do Institut Simonne Ramain – ISR – Paris – França<br />
•	Membro Titular da Associação Brasileira de Psicoterapia<br />
•	Diretora Clínica da CARI – Psicologia e Educação – São Paulo - Brasil<br />
•	Coordenadora do Curso de Especialização nas Psicoterapias Ramain e DIA-LOG, Área de concentração em Neuropsicologia, Credenciado pelo Conselho Federal de Psicologia – São Paulo – Brasil<br />
•	Especialista em Autismo a partir de parceria técnico-científica entre o Centro Pró-Autista – São Paulo e a Universidade François – Rabelais – Tours – França<br />
•	Autora do dossier Pré-F do Método Ramain que visa o atendimento em situação grupal de portadores de TGD.<br />
•	Coordenadora do Setor de Psicologia do Centro Pró-Autista – São Paulo – Brasil tendo implantado, a partir de um trabalho multidisciplinar:<br />
- protocolos específicos para avaliação qualitativa e quantitativa do desenvolvimento neurofuncional de portadores de Transtornos Globais do Desenvolvimento.<br />
- Terapia de Troca e Desenvolvimento – TED – que busca estimular às funções de base ao neurodesenvolvimento favorecendo a emergência das potencialidades em pacientes portador de TGD.<br />
•	Desenvolvimento e Coordenação de Projetos Específicos no Centro Pró-Autista:<br />
- Projeto Psicoeducacional aos Pais, Responsáveis e Cuidadores de portadores de TGD.<br />
- Centro de Atenção Diária aos portadores de TGD.<br />
- Projeto de Inserção no Mercado de Trabalho de Portadores de TGD.</dt>
<dd> </dd>
<dt class="style183"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/c-3.jpg" alt="" vspace="8" width="600" height="3" /><br />
<strong><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/Marisa.jpg" alt="" hspace="8" vspace="2" width="111" height="130" align="left" />Marisa Riff - Fonoaudióloga - (São Paulo, SP) </strong><br />
- Fonoaudióloga formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), no Curso de Fonoaudiologia em 1978.<br />
- Especialista em Motridade Oral.<br />
- Especialista no Método Padovan.<br />
- Especialista em Síndrome de Down.</dt>
<dd class="style183">- Atua como fonoaudióloga nas Clínicas Padovan desde 1990.</dd>
</dl>
<dl class="style182">
<dt class="style183"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/c-3.jpg" alt="" vspace="8" width="600" height="3" /><br />
<strong><strong><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/Foto_Marli%20Bonamini%20Marques.jpg" alt="" hspace="8" vspace="2" width="99" height="120" align="left" /></strong>Professora Marli Bonamini Marques - (São Paulo, SP) </strong><br />
- Professora especializada no sistema Montessoriano. Atuou por 20 anos como Coordenadora Geral da AMA, atualmente é Coordenadora de cursos na AMA e presta assessoria para instituições que atendem pessoas com autismo.</dt>
<dt></dt>
</dl>
<p class="style182">
<p class="style183"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/c-3.jpg" alt="" vspace="8" width="600" height="3" /><br />
<strong><strong><span class="style182"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/fernanda.jpg" alt="" hspace="8" vspace="2" width="90" height="120" align="left" /></span></strong><span class="style182">Psicóloga Fernanda Cristina Marques (São Paulo – SP)</span></strong><span class="style182"><br />
- Analista do comportamento.<br />
- Diretora da Clínica Ability – Intervenção comportamental.<br />
- Assessora técnica da AMA – Associação de amigos do autista.<br />
- Consultora do programa ABA de crianças com desenvolvimento atípico no Brasil.</span></p>
<dl class="style182">
<dt class="style182"></dt>
</dl>
<p class="style183"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/c-3.jpg" alt="" vspace="8" width="600" height="3" /><br />
<strong><strong><span class="style182"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/juliiana.jpg" alt="" hspace="8" vspace="2" width="105" height="120" align="left" /></span></strong><span class="style182">Psicóloga <strong>Juliana Alves Santiago (Blumenau-SC)</strong></span></strong></p>
<p class="style45">- Psicóloga formada pela FURB-SC<br />
- Formação em Psicologia Existencialista pelo NUCA-SC<br />
- Atua como acompanhante terapêutica de crianças com autismo desde 2005<br />
- Atua com o Programa Son-Rise desde 2006<br />
- Facilitadora do Projeto Inspiradores da Instituição Inspirados pelo Autismo, realizando consultorias presenciais junto às famílias de pessoas com o diagnóstico de autismo nas diversas regiões brasileiras</p>
<dl class="style182"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/c-3.jpg" alt="" vspace="8" width="600" height="3" /><br />
<strong><strong><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/marciafleury.jpg" alt="" hspace="8" vspace="2" width="107" height="120" align="left" /></strong></strong><span class="style184">Neuropsicopedagoga <strong>Marcia Regina Petro Fleury (São Paulo, SP)</strong></span></p>
<p class="style182">-<span class="style183"> Cursou psicologia, graduou-se em pedagogia, pós-graduada em psicopedagogia pela PUC São Paulo, com extensão em Neuropsicologia pela UFRJ/Faculdade de Psiquiatria e pós-graduada em Neuropsicologia pela UNIFESP/Escola Paulista de Medicina.</span></p>
<p class="style45">- Atua a 30 anos na área de educação e reabilitação para portadores de necessidades especiais, estando a frente do projeto “Inclusão Consciente”, onde [e feito capacita;’ao para educadores, orienta;’ao familiar, adapta;’ao curricular voltada para a necessidade do aluno e acompanhamento do desenvolvimento com o aluno/paciente.<br />
- Atualmente está a frente da direção e coordenação da esocla/clínica Nova Meta, fornece assessoria a escolas e atendimentos a alunos da grande São Paulo, outros estados e em outros paises cujo idioma é o Espanhol.</p>
</dl>
<dl class="style182"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/c-3.jpg" alt="" vspace="8" width="600" height="3" /><br />
<strong><strong><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/sandra.jpg" alt="" hspace="8" vspace="2" width="113" height="120" align="left" /></strong><span class="style183">Psicóloga Sandra Cerqueira Moura (Rio de Janeiro, RJ)</span></strong></p>
<p><span class="style183">- Psicóloga Clínica – Universidade Federal Fluminense – Niterói/RJ<br />
- Analista do Comportamento – ABA<br />
- Mestranda da Universidade Federal Fluminense<br />
- Especialista em Programas de Saúde da Família<br />
- Diretora da Escola Metamorfose<br />
- Coord. Técnica da ADEFA – Associação em Defesa do Autista de Niterói<br />
- Especialista em Avaliação de Habilidades Psico-Educacionais e Estratégias Didáticas e Práticas para crianças com Autismo.</span></p>
</dl>
<dl class="style182">
</dl>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/boton/03-L.jpg" alt="" width="600" height="16" /></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="800">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" align="center" valign="top">
<h3><span class="style174">Realização</span></h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" align="center" valign="top"><a href="http://www.autismoinfantil.com.br/" target="_blank"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/autismoinfantil.gif" border="0" alt="Seu Centro de Informação sobre Tratamentos Biomédicos para o Autismo" width="599" height="157" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" align="center" valign="top">
<h3><strong><span class="style174">Apoio</span></strong></h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top"><a href="http://www.autismoinfantil.com.br/"></a><a href="http://www.unip.br/" target="_blank"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/UNIP.jpg" border="0" alt="Universidade Paulista" width="269" height="99" /></a></td>
<td align="center" valign="top"><a href="http://www.canaldoautismo.com.br/" target="_blank"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/canaldoautismo.gif" border="0" alt="Canal do autismo" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top"><a href="http://www.nbnus.com/" target="_blank"><span class="style130"><span class="style155"></span></span></a><a href="http://www.nbnus.com/" target="_blank"></a><span class="style130"><span class="style155"><span class="style22"><a href="http://www.greatplainslaboratory.com/home/eng/home.asp" target="_blank"><img usemap="#Map4MapMapMapMap" src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/GPL-azul.jpg" border="0" alt="" vspace="10" width="190" height="126" /></a></span></span></span><span class="style130"><br />
<map id="Map4MapMapMapMap22" name="Map4MapMapMapMap"></map>
<p></span></td>
<td align="center" valign="top"><span class="style130"><span class="style155"><span class="style22"><a href="http://www.nbnus.com/" target="_blank"><img src="http://www.saopaulo.congressodeautismo.com.br/nbn-logoB.jpg" border="0" alt="" hspace="20" vspace="20" width="165" height="72" /></a></span></span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<map id="Map4Map2MapMap" name="Map4Map2MapMap"></map>
<p><span class="style122"><strong>I ENCONTRO NACIONAL DE TRATAMENTOS PARA AUTISMO E OUTROS TRANSTORNOS DO DESENVOLVIMENTO : INTEGRAÇÃO DO TRATAMENTO BIOMÉDICO, NUTRICIONAL, TERAPÊUTICO E PEDAGÓGICO</strong></p>
<p>INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES “Autismo Infantil”<br />
<em><strong>Fone:</strong></em> 55-(71) 3362-5310 Av. Luis Viana Fillho Nº. 1773, LJ. 59; Paralela - CEP. 41730-101; Salvador, Bahia, Brazil<br />
<em><strong>Internet:</strong></em>www.congressodeautismo.com.br / www.autismoinfantil.com.br           <em><strong>E-Mail: </strong></em>autismoinfantil@gmail.com</span></td>
</tr>
<tr>
<td class="style122" colspan="7" align="center" bgcolor="#FFFFFF">Você está recebendo esse email por que você se inscreveu para receber novidades na página da Autismoinfantil.com.br. Se Você quiser ser removido da lista, por favor nos escreve de volta pedindo a remoção. autismoinfantil@gmail.com</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Novo Código de Ética Médica</title>
		<link>http://www.artigos.autismoinfantil.com.br/?p=86</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 17:45:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.artigos.autismoinfantil.com.br/?p=86</guid>
		<description><![CDATA[Novo Código de Ética Médica 

ÉTICA &#38; MEDICINA - Novo código de ética médica entra em vigor nesta terça-feira 
11/04 - 15:00 - Fernanda Aranda, iG São Paulo
Roberto d’Ávila odiou entrar no centro cirúrgico no ano passado. Desde a temperatura do ar condicionado até a forma &#8220;mecânica&#8221; como foi atendido, tudo foi reprovado.
Ele – cardiologista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-size: medium;"><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial,sans-serif; font-size: 15px;"><strong><span style="font-size: small;">Novo Código de Ética Médica<span class="Apple-converted-space"> </span></span></strong></p>
<div>
ÉTICA &amp; MEDICINA - Novo código de ética médica entra em vigor nesta terça-feira<span class="Apple-converted-space"> </span><br />
11/04 - 15:00 - Fernanda Aranda, iG São Paulo</p>
<p>Roberto d’Ávila odiou entrar no centro cirúrgico no ano passado. Desde a temperatura do ar condicionado até a forma &#8220;mecânica&#8221; como foi atendido, tudo foi reprovado.</p>
<p>Ele – cardiologista há mais de 20 anos e presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM) recém eleito – usa agora a experiência de &#8220;paciente&#8221; para ser maestro do inédito processo de mudança de conduta de todos os médicos do País.</p>
<p>A partir desta terça-feira, dia 13, entra em vigor o novo código de ética médica, uma mudança que deve alterar toda a relação entre médico e paciente.<br />
Foram dois anos de discussão para que 400 delegados de conselhos de classe definissem as 118 normas que vão estabelecer como médicos devem atuar em clínicas, hospitais, consultórios e outros serviços de saúde.</p>
<p>A revisão da prática médica limita até mesmo a atuação dos médicos &#8220;pop-stars&#8221;: eles não podem fazer propaganda, exibir pacientes e tampouco fazer publicidade de seus consultórios.</p>
<p>Pacientes experts</p>
<p>O código de ética médica não era revisto há 22 anos. De lá para cá, não só a medicina mudou, mas os pacientes estão muito diferentes. Não é preciso ser experiente como d’Ávila para, durante uma consulta médica, questionar as decisões dos profissionais da medicina. Com a internet, são poucos os que chegam ao consultório sem o mínimo de conhecimento sobre sua condição e muitos questionam os médicos sobre tratamentos e procedimentos clínicos.</p>
<p>A Fundação Oswaldo Cruz, atenta ao fenômeno, divulgou, no ano passado, uma sobre o que chamou de &#8220;pacientes expert&#8221;. Os pesquisadores revisaram 15 estudos científicos que discutiram os efeitos na prática médica da busca por informações na internet antes da consulta médica. Entre prós e contras, ficou evidente a rede está fazendo com que doentes e familiares exijam do médico constante atualização, além de elevar o poder decisório do próprio paciente.<br />
O fim do &#8220;reinado absoluto&#8221; dos médicos dentro dos consultórios é um dos pontos centrais do novo código. As novas regras fazem com que os pacientes sejam tão responsáveis pela escolha do tratamento clínico quanto os próprios médicos. Para isso, foi determinado que o profissional deve apresentar todas as possibilidades clínicas existentes – desde que comprovadas cientificamente – e deixar a escolha para o doente.</p>
<p>Isso pode afetar desde a linha terapêutica adotada para um simples resfriado, até as decisões tomadas na polêmica ortotanásia – também regulada pelo novo código de ética. A ortotanásia é termo médico usado para definir a morte natural do paciente, sem interferência de cuidados terapêuticos, quando não há mais possibilidade de cura. O procedimento agora é regulamentado para todos os hospitais.</p>
<p>&#8220;Acredito que para ser um melhor médico, todos os profissionais deveriam sentir na pele o que é ser paciente&#8221;, afirmou o presidente do CFM. Quando esteve &#8220;do lado de lá do balcão&#8221; percebeu que a comunicação é a principal falha entre doentes e profissionais de saúde. &#8220;Com o novo código, a tendência é melhorar a relação entre pacientes e médicos. O paciente nunca poderá alegar que o médico impôs o tratamento, será uma decisão partilhada.&#8221;</p>
<p>Punição por letra feia</p>
<p>Se os pacientes estão mais &#8220;antenados&#8221; e informados sobre a prática médica, quando o assunto é caligrafia, boa parte dos especialistas parece não ter passado pela pré-escola. Os &#8220;garranchos&#8221; nas receitas médicas foram avaliados por uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) e a constatação – publicada no ano passado – é que a letra ilegível pode até mesmo interferir no tratamento.</p>
<p>O novo código de ética médica também regulamenta o assunto e o profissional pode até ser punido pela &#8220;letra feia&#8221;. Na pesquisa da USP, por exemplo, foram analisadas 3.456 prescrições e uma em cada dez apresentava erro (ou falta de registro de CRM, ou letra ilegível ou nomenclatura errada).<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>As especialidades que mais concentraram falhas foram Dermatologia, Urologia e Cardiologia.<br />
Cirurgia plástica, reprodução assistida e outras áreas<br />
Especialistas de todas as áreas serão regulados pelo novo código – e deverão ficar atentos à caligrafia – mas duas áreas ganharam destaque nas novas normas. A reprodução assistida – antes regida apenas por resoluções sanitárias – ganhou duas regras de conduta. É proibido escolher o sexo do bebê durante a fertilização ( processo chamado de sexagem) e o profissional desde campo só pode trabalhar com um número limitado de embriões – para evitar as gestações de quíntuplos ou mais.<br />
Outra área que ganhou normas específicas foi a da medicina estética e da cirurgia plástica. Os médicos só podem receitar depois de ver o paciente, não podem atuar em centros de beleza que vendem produtos ou oferecem serviços como manicures e pedicures e também não podem &#8220;diagnosticar&#8221; por veículos de comunicação.<br />
Ao todo, são 118 novas normas de condutas.</p>
<p><a style="color: #0000cc;" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2010/04/11/novo+codigo+de+etica+medica+entra+em+vigor+nesta+terca+feira+9454296.html" target="_blank">http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2010/04/11/novo+codigo+de+etica+medica+entra+em+vigor+nesta+terca+feira+9454296.html</a></div>
<p></span></span></p>
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		<title>AUTISMO ESPERANÇA PELA NUTRIÇÃO</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 19:08:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[   

Lançamento / M.Books

 





 
Lançamento
Dia 31 de   Março de 2010
Das 19h ás   21h30
Saraiva   MegaStore Rio Sul
Shopping Rio   Sul – RJ
R. Lauro   Muller, 116, Botafogo
3º piso -   Rio de Janeiro - RJ
 
296 Páginas
Formato:   16&#215;23
Preço:   R$49,00
 
ISBN: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if !mso]> <mce:style><!<br />
v\:* {behavior:url(#default#VML);}<br />
o\:* {behavior:url(#default#VML);}<br />
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st1\:*{behavior:url(#ieooui) }<br />
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/* Style Definitions */<br />
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<div style="padding: 0in 0in 1pt; border: medium medium 1pt none none solid -moz-use-text-color -moz-use-text-color windowtext;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; border: medium none; padding: 0in;"><strong><span style="font-family: Arial;">Lançamento / M.Books</span></strong></p>
</div>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial;"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></span></strong></p>
<table class="MsoNormalTable" style="border-collapse: collapse; border: medium none; margin-left: 4.8pt; margin-right: 4.8pt;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 161.35pt; border: medium none; padding: 0in 5.4pt;" width="215" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><span style="font-family: Arial;"><!--[if gte vml 1]><v:shapetype id="_x0000_t75"    coordsize="21600,21600" o:spt="75" o:preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe"    filled="f" stroked="f"> <v:stroke joinstyle="miter" /> <v:formulas> <v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0" /> <v:f eqn="sum @0 1 0" /> <v:f eqn="sum 0 0 @1" /> <v:f eqn="prod @2 1 2" /> <v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth" /> <v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight" /> <v:f eqn="sum @0 0 1" /> <v:f eqn="prod @6 1 2" /> <v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth" /> <v:f eqn="sum @8 21600 0" /> <v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight" /> <v:f eqn="sum @10 21600 0" /> </v:formulas> <v:path o:extrusionok="f" gradientshapeok="t" o:connecttype="rect" /> <o:lock v:ext="edit" aspectratio="t" /> </v:shapetype><v:shape id="_x0000_i1025" type="#_x0000_t75" style='width:134.25pt;    height:192.75pt'> <v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\ldias\LOCALS~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.jpg" mce_src="file:///C:\DOCUME~1\ldias\LOCALS~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.jpg"     o:title="frente_capa_ALTA" /> </v:shape><![endif]--><!--[if !vml]--><img src="http://www.mbooks.com.br/img_lv/autismo_esperanca_pela_nutricao_big.jpg" alt="" width="250" height="360" /><!--[endif]--></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial;"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial;">Lançamento</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial;">Dia 31 de   Março de 2010</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial;">Das 19h ás   21h30</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial;">Saraiva   MegaStore Rio Sul</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial;">Shopping Rio   Sul – RJ</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><em><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">R. Lauro   Muller, 116, Botafogo</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><em><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">3º piso -   Rio de Janeiro - RJ<strong></strong></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial;">296 Páginas</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial;">Formato:   16&#215;23</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial;">Preço:   R$49,00</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial; color: black;">ISBN: 978857680088-0</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial; color: black;">EAN: 978857680088-0</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial; color: black;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial; color: black;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial; color: black;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><strong><em><span style="font-family: Arial; color: black;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial;"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial;">AUTISMO </span></span></strong><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: 18pt; font-family: &quot;Bradley Hand ITC&quot;;">ESPERANÇA</span></span></strong><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: 18pt; font-family: &quot;Bradley Hand ITC&quot;;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial;">pela NUTRIÇÃO</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial;"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><span style="font-family: Arial;">HISTÓRIA DE VIDA, LUTAS, CONQUISTAS E MUITOS ENSINAMENTOS.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong><span style="font-family: Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial;">Este livro narra a história de vida e as conquistas de uma mãe que encontrou na Nutrição o caminho para melhorar a qualidade de vida e a saúde de seu filho.</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;" align="center"><strong><em><span style="font-family: Arial;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Arial;">Claudia Marcelino é mãe de Mauricio, hoje com 18 anos de idade. Os primeiros cinco anos de vida foram iguais aos de qualquer criança</span></span><span class="apple-converted-space"><span style="font-family: Arial;"> </span></span><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Arial;">dessa</span></span><span class="apple-converted-space"><span style="font-family: Arial;"> </span></span><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Arial;">mesma idade. Foi a partir do quinto ano que o autismo começou a se manifestar e após consultar diversos profissionais e especialistas Mauricio foi diagnosticado autista. A partir de então iniciaram os tratamentos recomendados. Claudia, a mãe, mergulhou fundo no conhecimento do Autismo e encontrou na Nutrição</span></span><span class="apple-converted-space"><span style="font-family: Arial;"> </span></span><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Arial;">e em preparações alimentares</span></span><span class="apple-converted-space"><span style="font-family: Arial;"> </span></span><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Arial;">um caminho para</span></span><span class="apple-converted-space"><span style="font-family: Arial;"> </span></span><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Arial;">melhorar ou alterar de forma positiva a qualidade de vida, o comportamento e a saúde de seu filho. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span class="apple-style-span"><span style="font-family: Arial;">O trabalho de Claudia é referencia e case, em Faculdades e Escolas de Nutrição, e em Pós Graduação em Nutrição Funcional.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-family: Arial;">O livro inclui receitas desenvolvidas, criadas, coletadas, produzidas e testadas com resultados surpreendentes. Inclui ainda ensinamentos sobre os alimentos, suas adequações e qualidades nutritivas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: 150%;" align="center"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial Rounded MT Bold&quot;;">INCLUI RECEITAS DE ALIMENTOS COMPATÍVEIS COM </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: 150%;" align="center"><strong><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial Rounded MT Bold&quot;;">AUTISTAS, CELÍACOS, ALÉRGICOS, INTOLERANTES </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: 150%;" align="center"><strong><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial Rounded MT Bold&quot;;">E ADEPTOS A UMA DIETA SEM GLÚTEN E SEM LEITE.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: 150%;" align="center"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Arial Rounded MT Bold&quot;;"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: 150%;" align="center"><strong><em><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: red;">A AUTORA ESTÁ DISPONÍVEL PARA ENTREVISTAS.</span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial;"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial;">Sobre a autora</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial;"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-family: Arial;">Claudia criou um blog (<em>http://dietasgsc.blogspot.com</em>) em que disponibiliza receitas, informações e é um elo de ligação entre mães e familiares de pessoas com características especiais, em todo o Brasil e Portugal. O trabalho de Claudia é referência e <em>case</em> em Faculdades e Escolas de Nutrição e em Pós Graduação em Nutrição Funcional. Claudia Marcelino é moderadora dos grupos <em>Autismo Esperança</em>, <em>Autismo Tratamento</em>, <em>Diário de um Autista</em>, <em>Autismo é Tratável</em> e é, com muito orgulho, mãe de Mauricio de 18 anos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<div style="border-right: medium none; padding: 0in; border: 1pt medium medium solid none none windowtext -moz-use-text-color -moz-use-text-color;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; border: medium none; padding: 0in;"><strong><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">M.BOOKS DO BRASIL EDITORA LTDA</span></strong></p>
</div>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">Contato para divulgação:</span></strong><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;"> Aline Martins Tel 11 3645-0415 e-mail <a href="mailto:mkt@mbooks.com.br">mkt@mbooks.com.br</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">Visite nosso site:</span></strong><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;"> </span><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;"><a href="http://www.mbooks.com.br/"><span lang="PT-BR">www.mbooks.com.br</span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;" align="center"><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"> </span></p>
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		<title>Autismo - Um convite à esperança</title>
		<link>http://www.artigos.autismoinfantil.com.br/?p=80</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 11:34:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Autismo - Um convite à esperança

Diagnóstico precoce e educação intensiva ajudam a mudar a vida da criança autista.










 &#60;!&#8211;  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:&#8221;"; 	margin:0in; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:&#8221;Times New Roman&#8221;; 	mso-fareast-font-family:&#8221;Times New Roman&#8221;; 	mso-ansi-language:EN-US; 	mso-fareast-language:EN-US;} @page Section1 	{size:8.5in 11.0in; 	margin:1.0in 1.25in 1.0in 1.25in; 	mso-header-margin:.5in; 	mso-footer-margin:.5in; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} &#8211;&#62; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-family: 'Times New Roman'; color: #000000;"><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 13px; font-family: arial;"><span>Autismo - Um convite à esperança</span><br />
<img alt="" width="5" height="5" /><br />
<span>Diagnóstico precoce e educação intensiva ajudam a mudar a vida da criança autista.</span><br />
<img alt="" width="5" height="5" /><br />
<img alt="" vspace="6" width="494" height="2" /></span></span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="250" align="right">
<tbody>
<tr>
<td style="margin: 0px; font-family: arial,sans-serif;"><a style="color: #0000cc;"><br />
</a></td>
</tr>
</tbody>
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<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">A criança não balbucia uma palavra, não aponta objetos, não olha nos olhos das pessoas. São sinais típicos do autismo, doença que não tem cura e é vista por muitos como uma sentença definitiva. Veronica Bird, 42 anos, brasileira radicada nos Estados Unidos e mãe de um garoto com o problema, também achava que autismo era o fim de tudo. </span><span style="font-family: Arial;">Não acredita mais nisso - e ninguém acreditaria mesmo, ao ver seu filho Ramsey, 7 anos. &#8216;Ele vai à escola, tem amigos, faz esportes, é superamoroso&#8217;, conta Veronica, ex-atriz que decidiu assumir grandes papéis na vida: cuidar do filho e da Veronica Bird Charitable Foundation, entidade divulgadora do autismo, com escritório também no Brasil, no Rio de Janeiro. Nesta entrevista a CRESCER, ela explica sua visão do problema e conta sua experiência.<br />
<strong>Quando você soube que seu filho era autista?</strong><br />
Quando Ramsey tinha quase 2 anos de idade, de repente, ficou diferente: parou de falar, não olhava para mim, parecia totalmente surdo e batia os bracinhos como se fossem as asinhas de um beija-flor. Levei- o a três pediatras e ninguém descobria o que ele tinha. Um desses médicos, porém, achou que Ramsey tinha uma quantidade de secreção anormal nos ouvidos e por isso não escutava. Receitou para ele um antiinflamatório. Depois das primeiras doses, ele disparou a falar. Achei estranho e consultei um médico otorrino, que não encontrou nada no ouvido do meu filho. Aí, fui parar no chefão do setor de pediatria neurológica de um famoso hospital, o Johns Hopkins Medical School. Esse neurologista fez vários exames em Ramsey e diagnosticou o autismo regressivo, uma forma da doença que faz a criança perder habilidades que já tinha. Ele disse que o antiinflamatório que Ramsey havia tomado, chamado prednisona, estava em estudos para o tratamento de crianças autistas, que essa droga as fazia falar. O remédio tinha funcionado no meu filho.<br />
<strong>Como você reagiu à notícia?</strong><br />
Chorei muito. Ao mesmo tempo, acho que liguei um piloto automático e comecei a agir. Minha família deu apoio, mas meu marido e a família dele não admitiam o problema. Nos Estados Unidos, tudo que se refere à saúde mental é tabu. As pessoas fazem segredinhos. Eu, ao contrário, decidi aprender tudo sobre autismo e fui constatando que essa doença não é o fim de tudo.<br />
<strong>Como Ramsey foi tratado?</strong><br />
Após o diagnóstico, ele passou a freqüentar uma sala de educação especial com outras crianças autistas. E tomou a prednisona por cinco meses. Começou a falar e a escutar. Melhorava cada vez mais. Era a primeira vez que se usava o remédio numa criança com a idade dele, 2 anos na época. Algumas crianças autistas reagem bem a essa droga, mas ela ainda não foi aprovada para o tratamento da doença. Ninguém sabe por que funciona, e o remédio pode ter efeitos colaterais graves e levar à morte. Jamais deve ser tomado sem indicação médica.<br />
<strong>O que funcionou mais, o remédio ou a educação especial?</strong><br />
Provavelmente, a combinação das duas coisas. Com os progressos do meu filho, descobri que o autismo é o resultado de uma desordem neurológica que afeta o desenvolvimento do cérebro. Por exemplo, uma criança de 3 anos aprende automaticamente a falar, comprimentar os outros, ir ao banheiro. Se tem autismo, não aprende assim, porque seu cérebro não está se desenvolvendo como deveria. É essencial que ela tenha uma educação especial intensiva, como o Applied Behavior Analysis (ABA) ou o Lovass. São métodos que induzem a uma forma de comportamento. Quando a criança faz o que se pede, ganha uma recompensa. O ABA é utilizado no Brasil pela Associação de Amigos do Autista (AMA) e pelo Centro de Referência e Apoio às Desordens do Desenvolvimento (CRADD). A criança com autismo precisa aprender tudo desse jeito e pela repetição, nem que seja fazendo cem vezes a mesma coisa.</span></p>
<p><strong>Como está seu filho hoje?</strong><br />
Ramsey não precisa mais de tratamento. Tem limitações mínimas, puramente sociais. Por exemplo, tem amigos, mas nunca inicia uma amizade. Só fala do que interessa a ele, pois não percebe que o outro tem interesses. Mas é um garoto feliz, à maneira dele. Faz tudo sozinho. Estuda, lê e resolve cálculos melhor que outras crianças. Ele e meu outro filho, o Ryan, que tem 8 anos, têm uma professora de português. O Ramsey está aprendendo mais rápido, e o Ryan reclamou. Eu disse a ele: &#8216;Você faz tanta coisa a mais do que seu irmão. Por que ele não pode fazer também?&#8217;.<br />
<strong>Seu envolvimento com o autismo ajudou seu filho?</strong><br />
Foi tão importante quanto o apoio clínico e educacional. E também o fato de o diagnóstico ter sido precoce e ele ter tido acesso a um colégio apropriado já aos 2 anos de idade. Isso é essencial para a criança autista progredir, pois seu cérebro está se desenvolvendo até os 5 anos. Se todas as crianças autistas tivessem essa chance, muitas delas estariam mil vezes melhor. Se vocês conhecessem meu filho, não perceberiam nada. Tecnicamente, não posso dizer que ele está curado, pois o autismo não tem cura. Mas me dêem o nome de dez pediatras para eu levá-lo a uma consulta e, garanto, todos vão dizer que ele não tem nenhum problema.</p>
<p><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-family: 'Times New Roman'; color: #000000;"><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 13px; font-family: arial;"><img alt="" width="5" height="5" /></span></span><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: 13px;"><strong>Filme da vida real</strong><br />
Veronica Bird registrou em vídeo a evolução do tratamento do seu filho Ramsey. A produção deu origem ao filme<span class="Apple-converted-space"> </span><em>The different shades of autism</em><span class="Apple-converted-space"> </span>(As diferentes formas de autismo), feito para orientar médicos, pais e psicólogos a reconhecer os primeiros sinais da doença. O trabalho foi aprovado pela academia pediátrica norte-americana, ganhou vários prêmios e tornouse um recurso adicional de ensino nas escolas de medicina. &#8216;No Brasil, estou buscando uma parceria com o governo federal para reprodução e distribuição do filme em português. Meu objetivo é que, em menos de um ano, ele esteja nas universidades e bibliotecas, com os pediatras e pais&#8217;, diz Veronica.<br />
<strong>Para saber mais:</strong><br />
Fundação Veronica Bird, Avenida das Américas, 700, sala 229, bloco 6, Citta America, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ, CEP 22640-100, Tel: (21) 3803-8080 /3803-7765 /3803- 7145, e-mail<a style="color: #0000cc;" href="mailto:vbcf@citta-america.com" target="_blank">vbcf@citta-america.com</a>,<span class="Apple-converted-space"> </span><a style="color: #0000cc;" href="http://www.aheadwithautism.com/" target="_blank">www.aheadwithautism.com</a><span class="Apple-converted-space"> </span>(com versão traduzida para o português).<br />
</span></span></p>
<table style="height: 16px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="15">
<tbody>
<tr>
<td style="margin: 0px; font-family: arial,sans-serif;"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Candidiase-uma condição cada vez mais comum</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 11:36:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Candidiase é basicamente uma infecç ão crônica por fungos denominados Cândida albicans que podem se manifestar de forma localizada ou sistêmica, isto e, generalizada por todo o organismo. É bastante conhecida a forma que se manifesta por corrimento vaginal esbranquiçado ou amarelado que a maioria das adolescentes e mulheres adultas são bem familiarizadas. Uma das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #0000ff; font-family: arial; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">Candidiase é basicamente uma infecç ão crônica por fungos denominados Cândida albicans que podem se manifestar de forma localizada ou sistêmica, isto e, generalizada por todo o organismo. É bastante conhecida a forma que se manifesta por corrimento vaginal esbranquiçado ou amarelado que a maioria das adolescentes e mulheres adultas são bem familiarizadas. Uma das razões que tem provocado aumento importante nesta condição é o excesso de consumo de açúcar na nossa alimentação.O açúcar alimenta e fortalece os fungos. Indivíduos que apresentam deficiências imunológicas, mulheres grávidas e as que tomam pílulas anticoncepcionais, ou aqueles sob uso de antibióticos são mais propensos a este tipo de infecção.Não se pode negar que se trata de uma parcela grande da população hoje em dia.<br />
Felizmente, muita coisa se pode fazer para lutar contra a candidiase. Primeiramente, a eliminação do açúcar refinado (ou sua diminuição), do álcool, sucos de frutas adoçados e carboidratos refinados em geral. Alergias alimentares também devem ser investigadas e tratadas pois causam desequilíbrio no sistema imunológico, o que favorece o crescimento desta micose.<span class="Apple-converted-space"> </span><br />
É importante saber que pessoas que apresentam crescimento anormal de infecção por Cândida no intestino por alterações da flora intestinal, costumam produzir insuficiente quantidade de ácido clorídrico no estomago, dificultando a digestão de alimentos.<br />
A maneira mais natural de se lutar contra esta condição é a incorporação de substancias PROBIOTICAS (que incentivam a melhora da flora intestinal) e de enzimas digestivas na alimentação para normalizar essa parte importante do aparelho digestivo e, com isso, favorecer a absorção mais eficiente de nutrientes.<br />
Com a alimentação predominantemente industrializada, o desequilíbrio da flora intestinal favorece a constipação intestinal (intestino preso ou preguiçoso) e, por isto, a absorção de substancias importantíssimas fica prejudicada.<br />
Suplementos de probioticos(semelhantes a lactobacilos ou favorecedores de seu crescimento) são facilmente encontrados nas lojas de suplementos vitamínicos e minerais.Orientação nutricional especializada tambem é uma forma bastante eficaz para se lutar contra este inimigo chamado Candidiase.</p>
<hr /><a style="color: #0000cc;" href="http://www.sergiovaisman.med.br/" target="_blank">http://www.sergiovaisman.med.br</a></span></p>
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		<title>Defeito genético enfraquece músculos de crianças com autismo</title>
		<link>http://www.artigos.autismoinfantil.com.br/?p=76</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 14:48:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Alteração dificulta ainda mais a socialização de jovens com o problema. Médico acredita que a causa está no centro de energia da célula.
Marília Juste Do G1, em Chicago
Um defeito nos genes pode fazer com que crianças com autismo tenham músculos mais fracos, que impedem que elas façam atividades físicas. O problema foi identificado por um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; color: #000000; font-family: arial; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"><span style="font-size: 18pt; color: #666666;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;">Alteração dificulta ainda mais a socialização de jovens com o problema. Médico acredita que a causa está no centro de energia da célula.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="font-size: 11pt; color: #666666;" lang="PT-BR">Marília Juste<span class="Apple-converted-space"> </span></span></strong><span><span style="font-size: 11pt; color: #666666;" lang="PT-BR">Do G1, em Chicago</span></span><span></span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;">Um defeito nos genes pode fazer com que crianças com autismo tenham músculos mais fracos, que impedem que elas façam atividades físicas. O problema foi identificado por um neurologista e geneticista americano e apresentado na Reunião Anual da Academia Americana de Neurologia (AAN), em Chicago, nos EUA.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A equipe de John Shoffner, dono do instituto de pesquisas Medical Neurogenetics, de Atlanta, analisou 41 crianças autistas, com idades entre dois e 16 anos. Nenhuma delas tinha qualquer doença muscular conhecida, mas todas apresentavam fraqueza nos músculos que sustentam o esqueleto.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Shoffner acredita que isso ocorra por causa de um problema associado aos genes ligados ao autismo, que gera alterações na mitocôndria, o centro de produção de energia da célula. De acordo com o pesquisador, estudos anteriores mostraram que pelo menos 20% dos autistas apresentam doenças mitocondriais. No grupo que ele estudou, 65% das crianças (24 do total) tinham o problema, que levou à fraqueza muscular severa.<span class="Apple-converted-space"> </span></span></span></span></span><br />
<span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></span></span><br />
<span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span><span lang="PT-BR"> </span></span><span lang="PT-BR"><span class="Apple-converted-space"> </span>Impedimento físico</span></span></span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; color: #000000; font-size: small;">Schoffner lembrou que embora a grande maioria dos autistas não tenha qualquer alteração mitocondrial, os poucos que têm o problema sofrem com sérias conseqüências. “É algo preocupante, porque a socialização de uma criança com autismo já é difícil o suficiente sem o impedimento físico”, afirmou.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Para o pesquisador, entender melhor a relação entre os problemas na mitocôndria e o autismo é essencial por dois motivos. Em primeiro lugar, para compreender melhor os mecanismos da doença. Em segundo, para verificar como os genes podem afetar a função mitocondrial.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O americano pretende agora ampliar sua pesquisa para verificar a freqüência desses problemas musculares em um número maior de pacientes autistas. Segundo ele, é preciso também desenvolver maneiras de identificar os genes responsáveis pelas alterações mitocondriais e meios de melhorar o diagnóstico.<span class="Apple-converted-space"><br />
</span></span></span></span></p>
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		</item>
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		<title>INTOXICAÇÃO POR ALUMÍNIO NAS DOENÇAS CEREBRAIS</title>
		<link>http://www.artigos.autismoinfantil.com.br/?p=74</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 15:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Do site: http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/
O alumínio é o terceiro elemento mais abundante da crosta terrestre, sendo precedido apenas pelo silício e pelo oxigênio. No homem, sua toxidade está reconhecidamente associada à várias complicações clínicas, destacando-se as doenças cerebrais como Mal de Alzheimer e Doença de Parkinson.
COMO O ALUMÍNIO AFETA A SUA SAÚDE
O alumínio se deposita em maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do site: <a href="http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/">http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/</a></p>
<p>O <strong>alumínio</strong> é o terceiro elemento mais abundante da crosta terrestre, sendo precedido apenas pelo silício e pelo oxigênio. No homem, sua toxidade está reconhecidamente associada à várias complicações clínicas, destacando-se as doenças cerebrais como Mal de Alzheimer e Doença de Parkinson.</p>
<p><strong>COMO O ALUMÍNIO AFETA A SUA SAÚDE</strong></p>
<p>O <strong>alumínio</strong> se deposita em maior quantidade no cérebro e depois nos pulmões e nos ossos.</p>
<p>Diversas doenças são associadas as taxas elevadas de <strong>alumínio </strong>no organismo:</p>
<p><strong> </strong><strong>1. DOENÇAS CEREBRAIS </strong></p>
<p>O <strong>alumínio</strong> tem sido associado a diversas doenças cerebrais. Segundo o órgão oficial americano, “Public Health Service Agency for Toxic Substances and Disease Registry (ATSDR)”, o alumínio causa desde efeitos discretos como diminuição da atenção e da concentração, diagnosticadas apenas através de testes, sendo seguido de sintomas neurológicos subjetivos até um comprometimento mais severo da capacidade psicomotora e cognitiva, podendo ser responsável pelo desencadear de quadros <strong>Demenciais, Mal de Alzheimer e Mal de Parkinson.</strong></p>
<p><strong>a. MAL DE ALZHEIMER</strong></p>
<p>A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência neurodegenerativa em pessoas de idade. Nesta doença ocorre o declínio persistente, em múltiplos domínios das funções cognitivas e não cognitivas. O declínio das funções cognitivas é caracterizado pela dificuldade progressiva em reter memórias recentes, adquirir novos conhecimentos, fazer cálculos numéricos e julgamentos de valor, manter-se alerta, expressar-se na linguagem adequada, manter a motivação e outras capacidades superiores. Perder funções não cognitivas significa apresentar distúrbios de comportamento que vão da apatia ao isolamento e à agressividade.<br />
O Mal de Alzheimer, que é uma demência precoce, afeta cerca de 26 milhões de pessoas no mundo e cerca de 500 mil no Brasil.  Embora existam casos esporádicos em pessoas de 50 anos, e a prevalência na faixa etária de 60 a 65 anos esteja abaixo de 1%, a partir dos 65 anos ela praticamente duplica a cada cinco anos. Depois dos 85 anos de idade, atinge 30 a 40% da população.</p>
<p>A doença de Alzheimer é uma doença multifatorial, causada por fatores genéticos e ambientais. Em pessoas predispostas geneticamente, o <strong>alumínio</strong> é certamente o fator ambiental mais importante no desencadear dessa doença segundo estudos recentes.</p>
<p>O papel do <strong>alumínio</strong> no Alzheimer tem sido estudado nos últimos 40 anos. Embora os resultados dos estudos ainda não sejam conclusivos, uma vez que essa doença é provavelmente devida a múltiplos fatores,  o papel do alumínio vem sendo cada vez mais enfatizado. Nas autópsias, foi encontrado uma quantidade muito maior de <strong>alumínio</strong> no cérebro de pessoas portadoras do Mal de Alzheimer falecidas, inclusive com teor maior de alumínio nas regiões do cérebro mais comprometidas, em relação ao cérebro de pessoas falecidas que não haviam apresentado nenhuma doença cerebral. Estudos epidemiológicos também evidenciaram uma incidência maior de casos de Alzheimer em regiões aonde o teor de alumínio na água é maior.</p>
<p>Alguns pesquisadores tem encontrado evidências de que o uso prolongado de desodorantes com antiperspirantes, que são produtos que contem uma grande quantidade de <strong>alumínio</strong>, está associado a uma chance maior de desenvolver o Mal de Alzheimer.</p>
<p><strong>b. MAL DE PARKINSON</strong></p>
<p>A Doença de Parkinson é devida à degeneração das células situadas numa região do cérebro chamada substância negra. Essas células produzem uma substância chamada dopamina, que conduz as correntes nervosas (neurotransmissores) ao corpo. A falta ou diminuição da dopamina afeta os movimentos do paciente. Os sintomas motores mais comuns são: tremor, rigidez muscular, acinesia e alterações posturais. Entretanto, manifestações não motoras também podem ocorrer, tais como: comprometimento da memória, depressão, alterações do sono e distúrbios do sistema nervoso autônomo.</p>
<p>A doença de Parkinson é uma das condições neurológicas mais freqüentes e sua causa permanece desconhecida. As estatísticas disponíveis revelam que a prevalência da doença de Parkinson na população é de 150 a 200 casos por 100.000 habitantes e a cada ano surgem 20 novos casos por 100.000 habitantes. Alguns estudos tem associado essa doença a intoxicação por alumínio, tanto a maior frequencia da doença de Parkinson em países onde as taxas de <strong>alumínio</strong> na água são maiores, quanto as lesões cerebrais causadas pela intoxicação pelo <strong>alumínio.</strong></p>
<p><strong>c. ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA – ELA</strong></p>
<p><strong> A ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA</strong> (<strong>ELA), </strong>também designada por <strong>doença de Lou Gehrig</strong> e <strong>doença de Charcot</strong>,  é uma doença neurodegenerativa progressiva e fatal, caracterizada pela degeneração dos neurônios motores, as células do sistema nervoso central que controlam os movimentos voluntários dos músculos.</p>
<p>Alguns estudos tem associado essa doença a intoxicação por <strong>alumínio</strong>, devido a sua maior frequencia em países onde as taxas de <strong>alumínio </strong>na água são maiores, e as maiores taxas de alumínio nas regiões afetadas do cérebro de pessoas falecidas devido a Esclerose Lateral Amiotrófica.</p>
<p><strong>d. EFEITOS NEUROLÓGICOS NA INFÂNCIA</strong></p>
<p>Perda de memória, fadiga, depressão e alterações comportamentais e do aprendizado foram relatadas em crianças, assim como anemia microcítica e doenças ósseas.</p>
<p>O <strong>alumínio,</strong> devido ao comprometimento cerebral que causa, tem sido associado a HIPERATIVIDADE INFANTIL E AO DEFICIT DE ATENÇÃO.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>e. DEMÊNCIA</strong></p>
<p>Pacientes submetidos a diálise realizada com água contendo <strong>alumínio</strong> e utilizando antiácidos a base de alumínio podem desenvolver um quadro demencial, que pode ser agudo ou crônico. No quadro agudo, o início da neurotoxicidade pode ser abrupto e caracterizado por confuão mental, convulsões, coma e morte. Os quadros crônicos são caracterizados pela perda gradual da capacidade motora, da fala e das funções cognitivas.</p>
<p><strong>2. DOENÇAS ÓSSEAS </strong></p>
<p>A  osteoporose no adulto e fragilidade óssea na infância e na adolescência são doenças que podem ter como um dos fatores a intoxicação pelo alumínio.</p>
<p>O <strong>alumínio</strong> aumenta a mobilização do fosfato ósseo causando uma perda de cálcio nos ossos. Na infância e na adolescência que são períodos de formação e crescimento ósseo, o <strong>alumínio</strong> pode causar ossos mais fracos com osteopenia e até mesmo fraturas. No adulto pode ser responsável pela perda óssea com conseqüente aumento da osteopenia e da osteoporose.</p>
<p><strong>3. OBESIDADE</strong></p>
<p>Um estudo realizado em 2007, no Canadá, reuniu evidências de que o <strong>alumínio</strong> interfere no mecanismo mitocondrial de produção de energia causando obesidade.</p>
<p><strong>4. GRAVIDEZ  E ALEITAMENTO</strong></p>
<p>O alumínio atravessa a barreira placentária indo da mãe para o bebê em formação. O <strong>alumínio</strong> também passa para o bebê através do leite materno. A presença do<strong> alumínio</strong> no cérebro em formação pode ter efeitos profundamente danosos.</p>
<p><strong>5. CANCER</strong></p>
<p>O organismo americano especializado em pesquisas sobre o câncer, “The International Agency for Research on Cancer (IARC)”, considera o alumínio como um cancerígeno para o ser humano.</p>
<p><script></p>
<p>			// deploy
			if (typeof(theTemplate) != 'undefined' &amp;&amp; theTemplate.hasFlashNavigation == "true") {
				try {
					if (window == window.top || parent.document.location.href.indexOf("main.html") == -1) {
						document.body.style.backgroundColor='#' +theTemplate.contentBGColor ;
						document.location.replace( __path_prefix__ + "/main.html?src=" + jencode(document.location.pathname + document.location.search));
					} else {
						document.body.style.backgroundColor='#' +theTemplate.contentBGColor ;
					}
				} catch( AccessViolation ) { // cannot access http parent from https iframe and vice versa
				}
			}</p>
<p>	</script><strong>FONTES DE ALUMÍNIO</strong></p>
<p>O ar, desodorantes anti-transpirantes (ricos em alumínio), cosméticos, aditivos alimentares, chá, a água , alimentos cozidos em panelas de alumínio, são fontes de <strong>alumínio</strong> que podem ocasionar uma intoxicação.</p>
<p><strong>a. ALIMENTOS</strong></p>
<p>Nos alimentos a concentração mais elevada de <strong>alumínio</strong> é encontrada em conservas de picles e de queijos, além do fermento.</p>
<p>Em relação aos alimentos enlatados os estudos são controversos, mas estudos já documentaram um aumento expressivo na quantidade de <strong>alumínio</strong> presente em bebidas enlatadas, estocadas em recipientes de <strong>alumínio</strong>, como refrigerantes, cervejas e chá. Assim, a questão permanece controversa, pois neste estudo os autores concluíram que as pessoas que utilizam freqüentemente bebidas enlatadas podem estar consumindo quantidades de <strong>alumínio</strong> consideravelmente elevadas.</p>
<p><strong>b. PANELAS</strong></p>
<p>Os utensílios de <strong>alumínio</strong> utilizados no preparo dos alimentos, principalmente as panelas, podem ser uma fonte importante de intoxicação.  Os estudos indicam que vários são os fatores que influenciam a migração do alumínio do utensílio para os alimentos: a qualidade da liga de <strong>alumínio </strong>utilizada pela indústria, o tempo de uso do utensílio, o tempo da duração da cocção dos alimentos, o pH do alimento e a presença de sal ou açúcar, entre outros. Sabe-se que a presença de sal ou de açúcar, durante o cozimento dos alimentos, faz com que uma quantidade maior de <strong>alumínio</strong> se desloque da panela para o alimento.</p>
<p>Os alimentos ácidos, como por exemplo o tomate, incorporam uma quantidade maior de <strong>alumínio</strong> da panela durante o seu cozimento. O café também, quando feito em um utensílio de <strong>alumínio</strong> também incorpora uma quantidade significativa deste metal. As panelas novas transferem uma quantidade maior de alumínio para os alimentos do que as panelas mais desgastadas. Entretanto, quando o tempo se prolonga para 15 ou 30 minutos de fervura, tanto as panelas novas quanto as usadas transferem <strong>alumínio</strong> na mesma quantidade para os alimentos.</p>
<p>Com relação ao tipo de panela, foi demonstrado que formas de bolo não acarretam aumento no consumo diário desse metal. O mesmo não se pode dizer quando o utensílio analisado é a panela de pressão, nesta há um acréscimo muito significante na quantidade final de <strong>alumínio</strong>. Já utensílios como frigideiras e panelas comuns, apresentam semelhança no que diz respeito à liberação de <strong>alumínio</strong> nos alimentos. Neste caso, o fator diferencial mais expressivo é o próprio alimento, utilizado na preparação, do que o tipo do utensílio propriamente dito.</p>
<p>Outro fator que merece destaque é o da composição da liga de <strong>alumínio</strong> utilizada pela indústria, que pode ser de 2 tipos principais: 1) <strong>alumínio</strong>/silício/ferro e, 2) <strong>alumínio</strong>/silício/manganês. Os utensílios feitos com liga contendo manganês liberam uma maior quantidade de<strong> alumínio</strong> nos alimentos, quando comparados com a liga contendo ferro.</p>
<p><strong>c. ÁGUA</strong></p>
<p>A água também pode conter <strong>alumínio</strong> dependendo da sua origem e tratamento. Em muitas cidades o <strong>alumínio</strong> é utilizado como floculante no tratamento da água para torná-la potável. Além disso, nos últimos anos, um acréscimo no conteúdo de alumínio ocorreu nas águas em decorrência da chuva ácida.</p>
<p>Por outro lado, pacientes com insuficiência renal crônica estão constantemente expostos a altos níveis de alumínio através da água utilizada na diálise e, muitos destes apresentando efeitos decorrentes desta exposição: anemia, osteomalácia e encefalopatia.</p>
<p>d. <strong>MEDICAMENTOS</strong></p>
<p>Medicamentos como antiácidos, contendo hidróxido de <strong>alumínio,</strong> podem também contribuir para um aumento na ingestão de alumínio pelos usuários destas drogas. O uso de antiácidos contendo alumínio foi associado com a maior incidência de mal de Parkinson e um estudo científico realizado nos USA.</p>
<p>O <strong>alumínio</strong> também é encontrado em alguns medicamentos, como por exemplo nas aspirinas tamponadas (aspirinas que apresentam uma proteção para o estômago).</p>
<p>Algumas vacinas contém <strong>alumínio.</strong></p>
<p><strong>COMO O ALUMÍNIO ENTRA NO NOSSO ORGANISMO</strong></p>
<p>O ALUMÍNIO presente na água e nos alimentos é absorvido pelo nosso sistema digestivo indo para o sangue. Cerca de  70 a 90% do <strong>alumínio </strong>absorvido é excretada na urina e nas fezes, sendo que o restante é depositada no cérebro, pulmões e ossos. O <strong>alumínio</strong> pode também entrar no organismo pela respiração do ar contaminado, ou através da pele.</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></p>
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		<title>PANELAS: INTERFERÊNCIA NA SAÚDE</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 15:45:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Do site: http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/
As panelas, que passam despercebidas da grande maioria das pessoas, que já estão atentas a qualidade nutricional dos alimentos, precisam ser mais valorizadas, porque elas liberam substâncias muitas vezes tóxicas que são incorporadas aos alimentos durante o preparo das refeições.
No momento de escolher as panelas, além da praticidade e conforto, precisamos também estar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do site: <a href="http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/">http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/</a></p>
<p>As panelas, que passam despercebidas da grande maioria das pessoas, que já estão atentas a qualidade nutricional dos alimentos, precisam ser mais valorizadas, porque elas liberam substâncias muitas vezes tóxicas que são incorporadas aos alimentos durante o preparo das refeições.</p>
<p>No momento de escolher as panelas, além da praticidade e conforto, precisamos também estar atentos aos problemas que elas podem causar na nossa saúde. Mesmo que as panelas liberem apenas pequenas quantidades de substâncias tóxicas, precisamos levar em conta que isso ocorre em todas as refeições, durante anos seguidos, o que faz com diminutas quantidades, ao longo dos anos, se transformem em grandes quantidades acumuladas no organismo.</p>
<p><strong>PANELAS DE ALUMÍNIO</strong></p>
<p><img src="http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/mediac/400_0/media/panela$20de$20aluminio.jpg" border="0" alt="" hspace="10" width="130" height="111" align="left" /></p>
<p>As panelas de alumínio são as mais comuns e as mais baratas, mas liberam quantidades variáveis de alumínio nos alimentos podendo causar doenças. Diversos estudos têm demonstrado que a intoxicação por alumínio é um fator importante no mal de Alzheimer e de Parkinson, nas Doenças Ósseas e na Hiperatividade Infantil.</p>
<p>Diversos fatores contribuem para a migração do alumínio das panelas para os alimentos, como por exemplo: a acidez ou alcalinidade dos alimentos, a qualidade da liga de alumínio utilizada pela indústria, o tempo de uso do utensílio, o tempo da duração do cozimento dos alimentos, a presença de sal ou açúcar, entre outros. Alimentos como tomate e o café, durante o seu preparo, incorporam uma grande quantidade de alumínio. Pesquisas mostram que a migração do alumínio é maior em panelas de pressão do que em panelas normais ou em fôrmas de bolo. Na limpeza é indicado o uso de bucha macia ao invés de esponjas de aço.  Quando o material é polido com as esponjas tipo “bombril”, há remoção da camada de óxido de alumínio, que dificulta a passagem do alumínio para os alimentos.</p>
<p>Além das panelas, existe um aumento da quantidade de alumínio nas bebidas enlatadas e estocadas em recipientes de alumínio, como <strong>produtos enlatados, refrigerantes, cervejas e chá</strong>.  As pessoas que utilizam freqüentemente <strong>bebidas enlatadas</strong> podem estar consumindo quantidades de alumínio consideravelmente elevadas. Outras fontes de alumínio que precisam ser consideradas são: determinados <strong>aditivos alimentares</strong>, <strong>água,</strong> <strong>fermentos,</strong> em <strong>conservas de picles e de queijos</strong>, entre outras fontes.</p>
<p><strong>PANELAS DE INOX</strong><br />
<script></p>
<p>			// deploy
			if (typeof(theTemplate) != 'undefined' &amp;&amp; theTemplate.hasFlashNavigation == "true") {
				try {
					if (window == window.top || parent.document.location.href.indexOf("main.html") == -1) {
						document.body.style.backgroundColor='#' +theTemplate.contentBGColor ;
						document.location.replace( __path_prefix__ + "/main.html?src=" + jencode(document.location.pathname + document.location.search));
					} else {
						document.body.style.backgroundColor='#' +theTemplate.contentBGColor ;
					}
				} catch( AccessViolation ) { // cannot access http parent from https iframe and vice versa
				}
			}</p>
<p>	</script></p>
<p><img src="http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/mediac/400_0/media/panela$20de$20inox.jpg" border="0" alt="" hspace="10" width="124" height="124" align="left" /> As panelas de inox são muito conhecidas pela sua beleza e resistência. O aço inoxidável, conhecido popularmente como inox, é composto por ferro, cromo e níquel. Sendo a proporção destes metais nos utensílios bastante variável: de 50 a 88% para o ferro, 11 a 30% para o cromo e de zero a 31% para o níquel. Entretanto, vários outros elementos como manganês e cobre, podem estar presentes em pequenas quantidades</p>
<p>As panelas de inox demoram a esquentar, mas também a esfriar. O aconselhável é não escovar a panela com esponja de aço, tipo “bombril”.  No polimento forma-se uma camada protetora de óxido que ajuda a impedir que os metais passem para os alimentos. Da mesma forma, não se deve usar cloro ou água com sal na limpeza dessas panelas. As panelas de inox podem liberar pequenas quantidades de ferro e cromo e níquel, que são seus constituintes.</p>
<p>O cromo nas pequenas quantidades em que é liberado pode ter um efeito benéfico a saúde. O ferro é um nutriente que embora benéfico para as pessoas com anemia, em excesso pode trazer problemas a saúde como veremos no item abaixo. <strong>O níquel pode causar a exacerbação de alergias, dermatites de contato e asma e diversas outras alergias</strong>. Devido a esses problemas é recomendado que pessoas sensíveis ao níquel não utilizem utensílios de inox na cocção e preparo dos alimentos pois, a migração deste do utensílio para o alimento, apesar de pequena, não é desprezível, ainda mais se considerarmos o efeito acumulativo do consumo diário de alimentos preparados em utensílios de aço inoxidável.</p>
<p>Os principais fatores que afetam a migração desses minerais da superfície da panela são: a acidez dos alimentos,  o tempo de cozimento, temperatura, agitação e o teor da água de preparação. A presença de agentes quelantes no alimento, como por exemplo ácido cítrico e enxofre  que está presente em diversos alimentos como por exemplo repolho, cebola, brócolis e couve flor  podem também aumentar a migração dos minerais para os alimentos.</p>
<p>É importante que antes de usar pela primeira vez uma panela de inox ela seja usada para ferver água, que deverá ser jogada fora, por três vezes.</p>
<p><strong>PANELAS DE FERRO</strong><br />
<img src="http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/mediac/400_0/media/panela$20de$20ferro.jpg" border="0" alt="" hspace="10" width="104" height="99" align="left" /><br />
<strong> </strong>As panelas de ferro já fazem parte da cultura culinária nacional. São particularmente usadas no preparo da tradicional cozinha mineira. São muito conhecidas no combate a anemia pela liberação de ferro que ocorre durante o cozimento dos alimentos.  A utilização de utensílios de ferro na cocção dos alimentos aumenta significantemente a quantidade de ferro e manganês consumida. Guardar alimentos em panela de ferro aumenta consideravelmente o teor de ferro e manganês do alimento o que é ruim do ponto de vista do paladar do alimento e da saúde. Formas de pizza de ferro são interessantes, porque tornam a pizza mais quente e crocante  do que as assadas em forma de alumínio, sem que o ferro migre da forma para a pizza.</p>
<p>Iogurte, tomate e outros alimentos ácidos e líquidos, quando preparados ou armazenados em panelas de ferro adquirem um teor elevado de ferro.</p>
<p>O ferro que sai da panela e vai para os alimentos é utilizado pelo organismo como o ferro oriundo de alimentos vegetais.</p>
<p>O uso da panela de ferro pode ser útil para vegetarianos, mulheres em idade fértil que tenham um sangramento menstrual excessivo e crianças.</p>
<p>Entretanto, embora a anemia devida a deficiência do ferro seja conhecida por todos, o excesso de ferro que é menos divulgado é extremamente nocivo a saúde. Diversos estudos associam o excesso de ferro ao aumento da freqüência de infarto do miocárdio e derrames. Além disso, é estimado que 1 em cada 200 pessoas apresente uma doença genética chamada Hemocromatose, que ocorre devido ao acúmulo de taxas altas de ferro no organismo, causando problemas sérios no fígado, no coração e no sistema endócrino como diabetes, impotência e hipotireoidismo.</p>
<p>Vários fatores influenciam na maior liberação de ferro da panela para o alimento: quanto mais ácido o alimento maior a liberação de ferro. O tomate, por exemplo, libera uma grande quantidade de ferro da panela durante o cozimento. O teor de água como o tempo de cocção dos alimentos exercem uma influência direta no acréscimo de ferro ao alimento.</p>
<p><strong>PANELAS DE VIDRO</strong><br />
<img src="http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/mediac/400_0/media/panela$20de$20vidro.jpg" border="0" alt="" hspace="10" width="107" height="68" align="left" /><br />
As panelas de vidro são as únicas que <strong>não transferem</strong> qualquer resíduo para a comida, sendo ideais do ponto de vista da saúde. Além disso são lindas e a transparência permite ver o processo de elaboração dos alimentos. A facilidade da limpeza é outro ponto positivo. Os pontos negativos são o preço e fragilidade do material.</p>
<p>Peças de cristal antigas,  como por exemplo, taças de vinho, são feitas a partir de uma matéria prima que contém 24 a 32% de óxido de chumbo. Bebidas alcoólicas mantidas nesses recipientes de vidro cristal contendo chumbo apresentam a concentração de chumbo aumentada ao longo do tempo. Atualmente, as taças de cristal não contem mais chumbo.</p>
<p>O vidro tem a seu favor também o fato de ser um material totalmente reciclável.</p>
<p><strong>PANELAS DE COBRE</strong></p>
<p><img src="http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/mediac/400_0/media/panela$20de$20cobre.jpg" border="0" alt="" hspace="10" width="240" height="180" align="left" /></p>
<p>As panelas de cobre, embora muito bonitas e de transmissão rápida e homogênea do calor, são mais úteis como objetos decorativos na cozinha, porque a quantidade de cobre que migra para o alimento, especialmente para os mais ácidos, pode causar uma intoxicação. O excesso de cobre, mesmo em pequenas quantidades, pode produzir náuseas, vômitos e diarréia. Já a ingestão contínua de quantidades maiores de cobre pode causar dano renal, alterações osteoarticulares, dores nas juntas e até lesões cerebrais.</p>
<p>Os utensílios de cobre podem ser utilizados se tiverem a superfície interna revestida com politetrafluoretileno (PTFE), titânio ou aço inoxidável.</p>
<p><strong>PANELAS DE CERÂMICAS<br />
</strong></p>
<p><img src="http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/mediac/400_0/media/panela$20de$20ceramica.jpg" border="0" alt="" hspace="10" width="134" height="100" align="left" /></p>
<p>A panelas de cerâmica sofrem um tratamento térmico em fornos de alta temperatura. Em seguida recebem uma camada fina e contínua  de um vidrado, também conhecido com esmalte, que é submetido a queima a 1300ºC, adquirindo uma aspecto vítreo. A vitrificação torna a panela com uma superfície mais homogênea, impermeável, sem porosidade, ou seja, a panela fica esteticamente mais bonita e com características que a tornam mais higiênica. Entretanto, é muito importante ter certeza que os corantes utilizados na vitrificação não sejam a base de chumbo ou cádmio. É comum encontrar em países pouco desenvolvidos produtos cerâmicos elaborados com óxido de chumbo na vitrificação. O chumbo é facilmente dissolvido no alimento, especialmente os ácidos. Saladas, frutas ácidas ou fermentados em contato com esse material podem ficar contaminados com componentes pesados como chumbo, mercúrio e cádmio que são altamente tóxicos, sendo que o chumbo causa inclusive diminuição da capacidade mental em crianças. No Brasil, estudo realizado em 1985 demonstrou que 30% das panelas estudadas liberavam chumbo durante o cozimento dos alimentos. Outros estudos encontraram liberação de chumbo em panelas Mexicanas e Italianas.</p>
<p>O forno de micro ondas também aumenta a passagem destes metais tóxicos para o alimento.</p>
<p>Atualmente, existem normas e regulamentações da ANVISA para a confecção de panelas de cerâmica destinadas ao preparo de alimentos.</p>
<p><strong>PANELAS DE TEFLON</strong></p>
<p><img src="http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/mediac/400_0/media/panela$20de$20teflon.jpg" border="0" alt="" hspace="10" width="123" height="123" align="left" /> O teflon, que é um composto antiaderente é muito utilizado devido a grande praticidade na limpeza e por dispensar o uso de gordura no preparo dos alimentos. É constituído por polímeros de fluorocarbono, especialmente o politetrafluoretileno (PTFE). Atualmente, as panelas mais modernas são revestidas de teflon II que utiliza o primer que é uma substância usada para ligar o teflon ao alumínio. O novo revestimento impede que o material passe para o alimento quando o teflon descasca.</p>
<p>Devido ao teflon, os metais do material que constitui a panela não passam para o alimento enquanto o teflon estiver íntegro.</p>
<p>Altas temperaturas por tempo prolongado podem danificar o teflon, comprometendo a qualidade do revestimento quanto aumentando a chance de ter tanto o PTFE quanto o componente fluoreto transmitido aos alimentos.  Além disso, em temperaturas acima de 280ºC o PTFE sofre pirólise e libera, com a degradação térmica, mais de 15 gases tóxicos, que ocasionam a morte de passarinhos e galinhas. Um estudo científico publicou um estudo aonde 5 passarinhos (capsitas) faleceram após o dono ter utilizado sua panela de teflon pela primeira vez por 30 minutos para realização de uma fritura com temperatura elevada. O próprio dono das capsitas passou mal após a primeira hora tendo se recuperado apenas 24 horas depois.</p>
<p>O ácido Perfluorooctanico (PFOA) que também é liberado pelo teflon,  é um produto considerado pela “US Environmental Protection Agency” como um possível carcinogênico e capaz de causar malformações congênitas em animais.</p>
<p>As panelas de teflon também liberam quantidades mínimas de benzeno nos alimentos, que não são consideradas tóxicas.  Alguns cientistas acreditam que ocorra a formação de aminas heterocíclicas que são compostos cancerígenos.</p>
<p>Uma grande preocupação com as panelas de teflon é a ecológica. Pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, descobriram que o teflon se corrompe quando atinge altas temperaturas no preparo dos alimentos liberando gases CFC, responsáveis pela destruição da camada de ozônio.</p>
<p><strong>PANELAS ESMALTADAS OU DE ÁGATA</strong></p>
<p><img src="http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/mediac/400_0/media/panela$20esmaltada.jpg" border="0" alt="" hspace="10" width="129" height="113" align="left" /> As panelas esmaltadas atraem pela beleza, pela variedade de cores e desenhos, mas podem fazer tão mal quanto às de cerâmica vitrificada se o esmalte usado for a base de elementos tóxicos como o chumbo e o cádmio. Isso ocorre principalmente nas panelas feitas antes de 1980. O mesmo ocorre com utensílios pintados à mão, que vão desde colheres, facas, recipientes culinários, entre outros.</p>
<p>Geralmente as panelas de ágata tem boa retenção de calor devido à base de ferro, mas são mais leves devido a menor espessura do ferro utilizado para ser esmaltado. Devido ao esmalte essas panelas são facilmente limpas.</p>
<p>Atualmente existem no mercado panelas esmaltadas que seguem o padrão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para materiais que entram em contato com os alimentos. Essas panelas são seguras, não transferem nenhum elemento tóxico para os alimentos e podem ser usadas para cozinhar e guardar alimentos com segurança.</p>
<p><strong>PANELAS DE PEDRA-SABÃO</strong></p>
<p><img src="http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/mediac/400_0/media/panela$20de$20pedra$20sabao.jpg" border="0" alt="" hspace="10" width="120" height="90" align="left" /></p>
<p><strong> </strong>As panelas de pedra sabão  além da beleza são antiaderentes e retem o calor por muito tempo. São muito pesadas.</p>
<p>São feitas de estealito que é uma rocha abundante em Minas Gerais,  que já era utilizada na confecção de utensílios culinários pelos índios. Durante o cozimento libera quantidades expressivas de elementos nutricionalmente importantes como cálcio, magnésio, ferro e manganês. As panelas não curadas liberam também uma quantidade importante de níquel.      Elas não devem ser usadas para guardar alimentos, porque mesmo quando curadas, liberam níquel nos alimentos que ficam por longos períodos em contato com essas panelas.</p>
<p>A panela é comprada &#8221;crua&#8221;, por isso a cor dela é clara, e precisa ser curada com óleo ou gordura antes da utilização. Uma das técnicas de cura mais difundidas consiste em untar a panela com óleo por dentro e por fora, encher o recipiente com água e levar ao forno, na temperatura de 200° por 2 horas. Desligar o forno e aguardar que a panela esteja resfriada para tirar do forno. Repetir o procedimento antes do primeiro uso.</p>
<p><strong>PANELAS DE BARRO</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><img src="http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/mediac/400_0/media/panela$20de$20barro.jpg" border="0" alt="" hspace="10" width="200" height="175" align="left" /> A confecção de panelas de barro no Brasil tem uma tradição de 400 anos no Espírito Santo, tendo sido iniciada pelos índios e atualmente produzidas pela população local de forma mais rústica e irregulares. Depois de confeccionadas são queimadas em fogueiras feitas ao ar livre. Ainda quentes são recobertas por tanino que dá a coloração característica da panela.</p>
<p>Não existem estudos sobre a migração de substâncias tóxicas destas panelas para os alimentos. É recomendado curar a panela com óleo quente antes do primeira utilização.</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS</strong><strong> BIBLIOGRÁFICAS</strong></p>
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		<title>AUTISMO - PAPEL DA ALIMENTAÇÃO E DO SISTEMA GASTRO INTESTINAL</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 15:43:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[FORMAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS OPIÓIDES
Do site:  http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/
Os peptídeos atuam como reguladores ou como moléculas sinalizadoras que afetam uma variedade de sistemas de neurotransmissores que regulam o comportamento. Em 1979, Dr. Jaak Panksepp , sugeriu que peptídeos incompletamente digeridos, que após absorvidos passariam a ter atividade opióide, poderiam ser os causadores do autismo, dando início a teoria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>FORMAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS OPIÓIDES</strong></p>
<p>Do site:  <a href="http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/">http://www.clinicaberenicewilkeblanes.med.br/</a></p>
<p>Os peptídeos atuam como reguladores ou como moléculas sinalizadoras que afetam uma variedade de sistemas de neurotransmissores que regulam o comportamento. Em 1979, Dr. Jaak Panksepp , sugeriu que peptídeos incompletamente digeridos, que após absorvidos passariam a ter atividade opióide, poderiam ser os causadores do autismo, dando início a teoria do &#8220;Excesso de Opióides&#8221; como causadora ou agravadora do autismo (4,5,6).</p>
<p>Em 1981, Reichelt e colegas  encontraram peptídeos anormais com atividade opióide na urina de 22 de 25 autistas estudados. Outros estudos corroboraram estes resultados (7,8,9,10).  Entretanto, a teoria da agressão cerebral pelas substâncias opióides ainda é muito controversa porque outros autores não encontraram as substâncias opióides na urina de crianças autistas, e alguns estudos relatam a presença destas substâncias em pessoas não. Embora muitos autores tenham encontrado essas substâncias opióides na urina de crianças autistas, Cass7 em um estudo publicado em 2008, não encontrou diferenças entre a presença dessas substâncias na urina de crianças autistas e normais (11).</p>
<p>Gillberg mais tarde encontrou níveis excessivos de exorfinas no liquor cefalorraquidiano de autistas. Entretanto, Nagamitsu estudou essas substâncias opióides no liquor de crianças autistas e não constatou nenhuma diferença em relação ao liquor de crianças normais. Deve-se considerar que o espectro autista envolve quadros clínicos muito diferentes e etiologias diversas, o que dificulta muito a comparação dos resultados encontrados( 8,12).</p>
<p>As exorfinas dietéticas são peptídeos produzidos a partir da digestão incompleta da caseína ou do glúten dos alimentos: caseomorfinas, gluteomorfinas e gliadomorfinas - todos com uma poderosa atividade opióide no cérebro.</p>
<p><script></p>
<p>			// deploy
			if (typeof(theTemplate) != 'undefined' &amp;&amp; theTemplate.hasFlashNavigation == "true") {
				try {
					if (window == window.top || parent.document.location.href.indexOf("main.html") == -1) {
						document.body.style.backgroundColor='#' +theTemplate.contentBGColor ;
						document.location.replace( __path_prefix__ + "/main.html?src=" + jencode(document.location.pathname + document.location.search));
					} else {
						document.body.style.backgroundColor='#' +theTemplate.contentBGColor ;
					}
				} catch( AccessViolation ) { // cannot access http parent from https iframe and vice versa
				}
			}</p>
<p>	</script></p>
<p>GLUTEOMORFINA E CASEOMORFINA</p>
<p>A Gliadorfina (ou gluteomorfina) é um peptídeo derivado do glúten e as caseomorfinas do leite. A gliadomorfina é composta de 7 amino ácidos que começam com o sufixo N-terminal tirosina-prolina  e tem a prolina nas posições 4 e 6, como indicado abaixo. As Beta caseomorfinas são peptídeos originários da beta caseina, compostos de 4 a 11 aminoácidos, todos começando com a tirosina na posição N-terminal (13,14) . Mais recentemente, Meisel e Fitzgerald descreveram uma variedade de peptideos que tem função opióide derivados de todos os grupos da caseina (alfa caseina, beta caseina e kappa caseina), e de outras proteinas do leite (alfa lactoalbumina, beta lactoglobulina) e da albumina do soro. As beta caseomorfinas foram as primeiras substâncias com forte poder opióide encontradas no sangue. Elas são degradadas pela dipetidil peptidase IV formando uma mistura de tirosina-prolina, fenilalanina-prolina-glicina, fenilalanina-prolina, e glicina16. Entretanto, as beta caseomorfinas são as mais estáveis em relação a degradação enzimática pela dipeptidil peptidase IV (15).</p>
<p>Dr. Reichelt17 na Noruega, Dr. Cadê18 na Universidade de Flórida, e outros descobriram que amostras de urina de pessoas com autismo, déficit de atenção e hiperatividade, doença celíaca e esquizofrenia continham quantias altas do peptídeo caseomorfina.</p>
<p><strong>MECANISMO DE FORMAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS OPIÓIDES</strong></p>
<p>Alguns autores acreditam que os autistas possam ter uma alteração da permeabilidade intestinal e da capacidade do sistema digestivo de fragmentar corretamente o glútem e a caseína, fazendo com que essas proteínas atravessem a barreira intestinal em cadeias protéicas maiores do que o normal e entrem inteiras na circulação sanguínea. Alguns estudos mostraram que os autistas têm frequentemente uma deficiência ou ausência da enzima digestiva dipeptidil-peptidase IV (DPP IV) que é responsável pela quebra destes peptídeos no intestino18. A enzima DPP IV também é altamente sensível ao mercúrio e aos organofosforados tendo sua função diminuída devido a estas substâncias. A DPP IV fica localizada no mesmo cromossoma 2q7 aonde se localiza um outro gene já associado ao autismo.</p>
<p>Esta dificuldade metabólica congênita ou adquirida pela presença de xenobióticos, pode ser uma das causa do autismo através do aumento da absorção destas exorfinas, conduzindo a reações adversas no cérebro e ao desequilíbrio do sistema imune.</p>
<p>Além disso, frequentemente apresentam um processo de disbiose (desequilíbrio da flora intestinal) com aumento dos fungos e bactérias patogênicas no intestino o que contribui para a lesão da mucosa intestinal e aumento da permeabilidade intestinal.</p>
<p><strong>MECANISMO DE AÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS OPIÓIDES</strong></p>
<p>Essas cadeias peptídicas apresentam uma estrutura e função similar a dos opiáceos, como a morfina e o ópio, e ao atingirem o cérebro reagem com os receptores opiáceos no cérebro, provocando alterações do metabolismo cerebral, como as que ocorrem no cérebro de usuários de morfina, heroína ou ópio, sendo associadas aos distúrbios que ocorrem nos autistas, afetando os lobos temporais e causando dificuldades na fala e na integração da audição. Também promovem outros efeitos, tais como: redução do número de células nervosas do sistema nervoso central e inibição de alguns neurotransmissores.</p>
<p>Existem evidências de que os opióides no cérebro façam um bloqueio dos receptores dopaminérgicos, causando derramamento de dopamina no líquor, ou na urina, predominantemente como ácido homovanílico. Alto teor de dopamina no líquido cefalorraquidiano e/ou de ácido homovanílico na urina é um achado freqüente em subgrupos de crianças com espectro autista, e é um indicador de possível insuficiência do sistema nervoso central de dopamina.</p>
<p><strong>TRATAMENTO VISANDO IMPEDIR A FORMAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS OPIÓIDES</strong></p>
<p>Para diminuir a possibilidade da produção anormal de peptídeos oriundos dos alimentos, a digestão protéica precisa ser melhorada, com a utilização de enzimas digestivas e cloridrato de betaína (HCl). Como a suplementação enzimática não garante a inibição da produção de exorfinas oriundas de caseína e glúten dos alimentos, uma estrita dieta sem caseína e sem glúten é prioritária.</p>
<p>Crianças com autismo freqüentemente parecem viciadas em trigo e produtos derivados do leite, provavelmente aos mecanismos decorrentes do vício causado pelas substâncias opióides.</p>
<p>Portanto, com a eliminação padronizada e controlada dos alimentos que promovem a formação das substâncias opióides na dieta dos autistas, percebe-se melhora significativa na sociabilidade e comunicação destes pacientes, bem como, uma redução dos efeitos de abstinência destes compostos.</p>
<p><strong>TRIGO E LEITE - HIPÓTESE DA FORMAÇÃO DE AUTO ANTICORPOS CONTRA O CÉREBRO</strong></p>
<p>As alterações do sistema imune têm sido longamente estudadas no autismo (20-25). A análise imuno-genética revela que os genes já associados ao lupus e a artrite estão significativamente aumentados nos autistas.  Estudos epidemiológicos têm demonstrado uma maior incidência de doenças autoimunes nos familiares de autistas. A possível autoimunidade no autismo já foi encontrada em estudos científicos que encontraram 9 diferentes antígenos específicos contra neurônios e que tem reação cruzada com proteínas do leite, <em>C. pneumoniae</em> e <em>Streptococcus</em> do grupo A.</p>
<p>Um número significante de crianças autistas desenvolve anticorpos anti estreptoquinase, anti gliadina e anti etil-mercúrio.</p>
<p>Um estudo realizado na Universidade Al Azhar no Egito e publicado em 2006, encontrou um resultado muito interessante quando comparou um grupo de crianças autistas com crianças não autistas. As crianças autistas apresentavam muito mais frequentemente anti corpos IgG contra glúteM e caseína no sangue. Em contrapartida, apresentavam anticorpos IgG contra rubéola (50%), caxumba (73,3%) e sarampo (53,3%) em quantidades inferiores as crianças normais que apresentavam taxas de positividade em 100% para esses três vírus. Além disso, apresentavam uma positividade muito alta de IgG anti citomegalovirus (43,3%) contra (7%) das crianças do grupo controle. Os autores concluíram que existe uma resposta autoimmune contra as proteínas dietéticas e uma deficiência na resposta imune às vacinas contra sarampo, caxumba e rubéola, que pode ser associada ao autismo como causa, fator agravante ou conseqüência do autismo (26).</p>
<p>Um estudo interessantíssimo demonstrou que uma grande porcentagem das crianças autistas apresenta elevação de anticorpos contra a gliadina (do glúten) e contra antígenos do cerebelo, que podem apresentar uma reação cruzada com o cerebelo, o que pode ser uma explicação para os resultados encontrados nas dietas de exclusão do glúten.</p>
<p>Os estudos em crianças autistas têm encontrado alterações inflamatórias intestinais nas biópsias duodenais, ileais e colônicas, aparentemente distintas de outras doenças inflamatórias do cólon. Um estudo demonstrou a existência de uma enterocolite linfocítica de características auto-imunes. Outros autores já demonstraram através da análise histológica da mucosa intestinal um infiltrado eosinofílico que era significantemente menor nas crianças em dieta de exclusão de glútem e de caseína. Neste estudo as alterações linfocíticas não foram afetadas pela dieta (27).</p>
<p><strong>TRIGO E LEITE – ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS</strong></p>
<p>Estudos epidemiológicos também encontraram um aumento dos casos de autismo nas crianças que consomem leite.</p>
<p><strong> TRIGO E LEITE – RESULTADOS ENCONTRADOS COM A DIETA DE EXCLUSÃO</strong></p>
<p>Uma meta análise realizada em 2008, após analisar todos os artigos publicados sobre a dieta de exclusão de trigo e caseína no autismo, encontrou apenas 2 artigos duplo-cego randomizados, incluindo grupos pequenos de crianças, o que impossibilitou a realização da meta análise (28).</p>
<p>Entretanto nos estudos recentes de Adans e Elder os seguintes benefícios foram relatados com a dieta de exclusão do glútem e do leite: melhora dos sintomas gerais do autismo, melhora do isolamento social e melhora da capacidade de comunicação e interação. Outros estudos analisados não demonstraram benefícios. Os estudos que encontraram benefícios nas crianças autistas que seguiram a dieta sem glúten e sem caseína relataram (29,30):</p>
<p>1.      Melhora de alguns sintomas do autismo</p>
<p>2.      Melhora da cognição não verbal</p>
<p>Um estudo realizado por Reichelt analisou 15 autistas de 3 a 17 anos durante um ano após ter implementado a dieta sem glútem e sem caseína. Eles encontraram uma melhora comportamental em 13 das 15 crianças estudadas, sendo que nenhuma criança apresentou uma piora devido a esta restrição. Estes resultados foram obtidos pelo consenso dos pais e educadores da criança (31).</p>
<p>1.      A epilepsia diminuiu em 3 de 4 autistas;</p>
<p>2.      Melhora do comportamento motor em 13 dos 15 autistas;</p>
<p>3.      Melhora do contato social de 10 dos 15 autistas;</p>
<p>4.      Melhora do contato visual de  9 dos 15 autistas;</p>
<p>5.      Diminuição do comportamento ritualistico em 8 dos 11 autistas;</p>
<p>6.      Melhora da linguagem em 10 dos 13 autistas;</p>
<p>7.      Normalização do sono em 9 dos 11 autistas;</p>
<p>Vale salientar que diversas sociedades internacionais, constituídas por pais de autistas, médicos e pesquisadores interessados em autismo recomendam a exclusão do trigo e do leite da dieta.</p>
<p>Em 2008, a “Funded by Research Autism &amp; The Children&#8217;s Foundation”, devido a grande insistência dos pais de crianças autistas, deu início aos estudos necessários para iniciar um grande estudo multicêntrico nos USA para verificar a eficiência da dieta livre de glútem e de caseína.</p>
<p>Existe uma dificuldade imensa na realização de estudos científicos para avaliar a eficácia da dieta sem glútem e sem caseína na melhora da criança autista. As principais dificuldades são:</p>
<p>1.      A primeira grande dificuldade é encontrar um grupo grande de pais que aceitem submeter seus filhos a dieta sem glúten e sem caseína para que sua eficácia possa ser comparada com outro grupo de crianças que não sigam a dieta;</p>
<p>2.      Ter certeza que o grupo que aceitou submeter seus filhos autistas a dieta conseguiu fazê-lo, uma vez que as crianças autistas vivem em sociedade, frequentam a escola, festinhas e outras atividades, exigindo muita dedicação e empenho de todas as pessoas que cuidam da criança, para que ela não transgrida a dieta;</p>
<p>3.      Ter certeza de que todos os alimentos oferecidos à criança não contenham de fato glútem e caseína, uma vez que muitos produtos que contém esses nutrientes não trazem a informação no rótulo ou o fazem de forma pouco inteligível;</p>
<p>4.      Constituir os grupos com crianças que eliminem as substâncias opióides derivadas do glúten e da caseína na urina;</p>
<p>5.      Conseguir que as crianças sigam a dieta por um período mínimo de 6 meses para que os resultados possam ser constatados;</p>
<p>6.      Padronizar as técnicas para poder auferir os resultados.</p>
<p>7.      Encontrar grupos de crianças que não sigam outros tratamentos médicos, alternativos ou alopáticos, que possam interferir nos resultados.</p>
<p>Além de todas as questões acima, é importante salientar que as crianças autistas apresentam grandes diferenças entre si, constituindo grupos muito heterogêneos, o que dificulta a avaliação dos resultados.<br />
<strong>OUTROS ALIMENTOS A SEREM EXCLUIDOS </strong></p>
<p><strong>RESTRIÇÃO DE AÇÚCAR</strong></p>
<p>O açúcar afeta a flora intestinal contribuindo no processo de desenvolvimento e manutenção de uma disbiose, que é considerada por muitos pesquisadores, como um dos fatores agravantes mais importantes no autismo.</p>
<p>Alguns pesquisadores sugerem que a retirada do açúcar seja feita de forma gradual, lentamente, ao longo de 3 semanas, para evitar o desaparecimento dos sintomas e, em seguida, re-introduzir o açúcar por cinco dias, verificando os sintomas apresentados. Se a criança apresentar uma forte reação adversa a re-introdução do açúcar, o papel do mesmo nesta criança fica comprovado. Mesmo que o aparecimento dos sintomas não seja evidente, a restrição do açúcar pode contribuir com a melhora da flora intestinal.</p>
<p><strong>DIETA SEM CORANTES, ADITIVOS, PRESERVANTES, MONOGLUTAMATO DE SÓDIOE SALICILATOS</strong></p>
<p>As crianças sensíveis aos corantes devem seguir a Dieta de Feingold, que é uma dieta inicialmente concebida para as crianças que apresentam Deficit de Atenção e Hiperatividade e que atualmente tem sido proposta para as crianças do espectro autista. Essa dieta se caracteriza pela exclusão rigorosa de aditivos, corantes, salicilatos e conservantes (32).</p>
<p>O Dr. Benjamin Feingold, pediatra e alergologista, publicou um estudo que foi o marco inicial das pesquisas que demonstraram os efeitos irritativos cerebrais de diversas substâncias sintéticas, como salicilatos naturais e sintéticos, corantes e aditivos alimentares, que passaram a ser associadas como substâncias capazes de desencadear sintomas autísticos, déficit de atenção e hiperatividade, dificuldades escolares, distúrbios do sono, agressividade, além de diversos outros comprometimentos emocionais e comportamentais. As substâncias mais estudadas foram os corantes tartrazina e carmoisine e os preservantes alimentares a base de benzoato (33-35).</p>
<p>É importante salientar, que esses efeitos nocivos não são mediados por IgE. Alguns autores acreditam que um dos mecanismos de ação destes compostos é a liberação de histamina.</p>
<p>Além disso, alguns alimentos contem &#8220;salicilatos naturais&#8221; que podem também causar efeitos indesejados à saúde em determinadas pessoas. Os salicilatos estão presentes em frutas comuns como maçã, cereja e uva e outros alimentos ou temperos como café, cravo e páprica.</p>
<p>A Associação Feingold sugere que todos os &#8220;salicilatos&#8221; sejam retirados de uma vez e depois que sejam introduzidos e testados um a um para determinar se acontece alguma reação.</p>
<p>Algumas pessoas preferem eliminar inicialmente da alimentação todos os produtos sintéticos, retirando os salicilatos naturais em um segundo tempo para poder comparar os resultados obtidos.</p>
<p><strong> SENSIBILIDADE A OUTROS ALIMENTOS</strong></p>
<p>Considerando que as crianças com desordens do neurodesenvolvimento freqüentemente têm sensibilidade para alimentos comuns, as crianças autistas aparentemente têm extrema sensibilidade a uma vasta gama de alimentos. Estas sensibilidades podem contribuir para o agravamento de diversas características do autista. Mesmo que os clássicos sintomas alérgicos tais como nariz entupido, eczema, sibilos e prurido possam estar ausentes, a cognição e o comportamento podem estar afetados. Depois que as principais fontes de intolerância alimentar como o glútem e a caseína tenham sido removidos da dieta, outros alimentos podem surgir como fontes dos sintomas. Os pais, especialmente os que anotam os alimentos consumidos diariamente, podem muitas vezes associar ao consumo de determinado alimento pela criança com a deterioração no comportamento, nos padrões de sono, ou de desempenho. A carne de vaca, carne de porco, arroz e batatas estão implicados apenas ocasionalmente. Os alimentos que mais frequentemente são associados à alteração do comportamento são os ovos, tomate, berinjela, abacate, pimenta, soja e milho. Se um determinado alimento é suspeito de causar alterações, deve ser retirado da dieta por um período de experiência de, pelo menos, três semanas para que a sua interferência no quadro clínico apresentado pela criança possa ser verificada. Ao ser re-introduzido na dieta, provavelmente ele irá causar uma exacerbação dos sintomas o que confirma a sua participação na patologia apresentada. ANORMALIDADES GASTRO INTESTINAIS NO AUTISMO</p>
<p>Muitas crianças autistas têm anormalidades gastrintestinais, sendo muito comum a má-digestão, a má absorção, a diarréia crônica, a constipação intestinal, distensão abdominal e a disbiose. A disbiose resulta quase que invariavelmente dos tratamentos antibióticos que são muito comuns no histórico da criança autista.</p>
<p>As alterações da motilidade podem ser explicadas pelas exorfinas que atuam diretamente no trato gastrintestinal. As exorfinas, como as gluteomorfinas (ou gliadomorfina) do glútem e a betacaseomorfina do leite, podem tanto ser absorvidas e manifestar sua ação nociva no cérebro como podem atuar diretamente no intestino afetando a motilidade intestinal.</p>
<p><strong> FUNGOS INTESTINAIS - ÁCIDO TARTÁRICO E ARABINOSE ELEVADOS NA URINA<br />
</strong><br />
O ácido tartárico é um composto formado por fungos existentes na flora intestinal alterada. O ácido tartárico é tóxico para os músculos e em quantidades de 12 gramas pode ser fatal para seres humanos.</p>
<p>O ácido tartárico é também extremamente elevado em muitos pacientes com fibromialgia, que têm também dores musculares e nas juntas, na síndrome da fadiga crônica, na esquizofrenia, no transtorno do déficit da atenção, no lupus eritematoso sistêmico, na síndrome do cólon irritável, na colite, na cistite intersticial, na depressão (unipolar e bipolar), na esclerose múltipla, e na infecção de HIV. Todas essas doenças não são causadas por microorganismos gastrintestinais anormais, mas alguns dos sintomas provavelmente são exacerbados por este problema e em muitas destas circunstâncias, é certamente possível que haja uma relação de causa e efeito.</p>
<p>O ácido tartárico é um composto análogo ao ácido málico, que é uma peça chave no ciclo de Krebs, que nos fornece energia. Acredita-se que o ácido tartárico iniba a ação do ácido málico no ciclo de Krebs, diminuindo a produção de energia. Dessa forma, uma suplementação com ácido málico pode suplantar o efeito do ácido tartárico permitindo o funcionamento regular do ciclo de Krebs. É possível que diversos dos metabólitos produzidos pelas leveduras inibam o ciclo de Krebs, e assim a produção de energia das células em geral. Uma grande porcentagem de pacientes com fibromialgia responde favoravelmente ao tratamento com ácido málico.</p>
<p>A arabinose, um outro metabólito produzido pelas leveduras, muitas vezes é encontrado, em quantidades cerca de 40 vezes maior ao limite considerado normal, na urina de crianças autistas. Ela provavelmente reflete uma contaminação do organismo ao invés de apenas uma contaminação intestinal. A arabinose intestinal entra no corpo pelo sistema porta, indo ao fígado onde é transformada em arabitol. Portanto, o achado de arabitose na urina não pode ser oriundo de uma infestação intestinal por cândida. A arabinose liga-se a lisina, a arginina, comprometendo a função destes aminoácidos e das proteínas aonde elas se encontram, inclusive de proteínas responsáveis pela interconexão dos neurônios. Este subproduto da arabinose, lisina e arginina é chamado de pentosidina.</p>
<p>A arabinose inibe a neoglicogênese que é o processo de restabelecer as taxas de glicose sanguíneas quando elas estão baixas, propiciando a hipoglicemia.</p>
<p>Muitos pacientes com fibromialgia têm hipoglicemia significativa. Como o cérebro necessita para seu funcionamento de um aporte constante e em taxas normais de glicose, e utiliza cerca de 70% da glicose produzida pelo organismo para seu adequado funcionamento, a hipoglicemia afeta predominantemente a sua função.</p>
<p>Qualquer droga antifúngica pode ser eficaz, mas a nistatina é uma das mais populares. Praticamente, todas as drogas antifúngicas estão sendo usadas no tratamento do autismo, incluindo o fluconazol (Diflucan), o cetoconazol (Nizoral), e o itraconazol (Sporonox), a terbinafina (Lamisil), e o amfotericina B.</p>
<p>Alguns produtos naturais também tem um poder antifúngico importante, como por exemplo, o <strong>alho</strong> e o <strong>ácido caprílico, que é encontrado na gordura do coco</strong>. O ácido caprílico parece ser uma excelente opção para o tratamento dos fungos intestinais, uma vez que é um produto natural e de sabor agradável.</p>
<p>O lactobacillus acidophilus e outras bactérias da flora intestinal normal também podem ter um efeito no controle do aumento dos fungos intestinais.</p>
<p>Além disso, uma diminuição da sacarose alimentar é de grande importância no combate aos fungos. No caso de grandes infestações, as frutas deverão ser oferecidas ao autista separadas dos outros alimentos, para que a digestão seja mais eficiente, não sobrando restos de açúcar no intestino.</p>
<p>Esse desequilíbrio intestinal muitas vezes ocorre pelo tratamento excessivo com antibióticos na primeira infância, que desequilibra a flora intestinal e permite o crescimento dos fungos. Entretanto, muitas vezes apenas um tratamento antibiótico já é suficiente para permitir o crescimento anormal de fungos intestinais.</p>
<p>Na medida em que tanto a incidência precoce, como a alta frequência de infecções de ouvido são associados com a severidade maior de autismo, vale a pena investigar uma conexão entre autismo e leveduras.</p>
<p>Muitas crianças com autismo se desenvolveram normalmente e depois regrediram. Esta regressão é associada frequentemente a ocorrência de sapinho (candidíase bucal) e/ou ao uso freqüente de antibióticos. Esses metabólitos produzidos pelas leveduras intestinais estão também associados além do autismo a outras condições neurológicas como o transtorno invasivo do desenvolvimento, as convulsões, as dificuldades de aprendizagem, ou outros distúrbios de linguagem.</p>
<p>Os fatores que influenciam o desencadear do autismo nestas condições provavelmente incluem os níveis dos produtos tóxicos presentes, como por exemplo, do ácido tartárico, o tempo de duração da exposição a estes produtos, o número de exposições, a idade da criança no momento da exposição e a facilidade ou não do organismo se desintoxicar destas substâncias.</p>
<p>A Cândida é um dos fungos intestinais mais freqüentes, possui proteínas em sua superfície (antígenos) que são semelhantes a muitos tipos de tecidos humanos, podendo ser responsável pelo desencadeamento de uma resposta imune cruzada com a placenta, o ovário, a supra-renal, o timo, o fígado, o pâncreas, a bílis e o cérebro.</p>
<p>Outros fatores modeladores importantes no autismo, e outras doenças relacionadas às levedura são as imunodeficiências, que são muito comuns no autismo e podem também estar presente em outros distúrbios. Alguns indivíduos podem ser tão imunodeficientes, que mesmo uma única exposição antibiótica pode alterar a flora intestinal significativamente. A própria candidíase, dependendo da cepa, pode produzir gliotoxinas, compostos que fragmentam o DNA dos glóbulos brancos do sangue, causando ou agravando a depressão do sistema imunológico.</p>
<p>As toxinas ambientais, também podem ser importantes no enfraquecimento do sistema imunológico.</p>
<p>Algumas vezes, na falha dos tratamentos naturais, é necessário fazer uso de drogas antifúngicas para o controle dos fungos intestinais. Provavelmente isso acontece quando o aporte de açúcar não foi corretamente reduzido, ou quando o sistema imunológico encontra-se enfraquecido.</p>
<p><strong> BACTÉRIAS PATOGÊNICAS NA FLORA INTESTINAL - TIROSINA</strong></p>
<p>Além dos fungos, a presença bactérias patogênicas como as da família dos clostrídios no intestino podem ser responsáveis pelas alterações de comportamento encontradas no autismo36. Essas bactérias produzem derivados anormais da <strong>tirosina</strong> que podem influenciar o comportamento. Devido à presença dessas bactérias, muitas vezes é necessário fazer um tratamento com metronidazol ou vancomicina seguidos de lactobacillus para normalizar a flora intestinal. A positividade nos imunotestes para o clostridium difficile, um organismo que prolifera com o uso freqüente de antibióticos como a penicillina e a tetraciclina, auxilia no diagnóstico.</p>
<p>Esses metabólitos bacterianos podem causar convulsões e também são encontrados em cerca de 50% dos esquizofrênicos. O ácido tartárico é lesivo para os músculos.</p>
<p>Os lactobacillus acidóphilus podem ser eficazes na redução desses subprodutos anormais, como a tirosina. Se as terapias mais naturais falharem, pode-se usar o metronidazol para reduzir esses subprodutos da tirosina. O Metronidazol deve ser deixado para uma segunda opção devido aos seus efeitos colaterais e pela possibilidade de afetar o equilíbrio ecológico no trato gastrintestinal e causar um crescimento de levedura sem controle. Não existe nenhuma necessidade em erradicar um organismo completamente e sim de restaurar o equilíbrio da flora intestinal, permitindo que as bactérias benéficas voltem a funcionar adequadamente. Entretanto, tratamentos mais agressivos podem ser necessários por curtos períodos de tempo em casos de disbiose microbial mais grave.</p>
<p>A avaliação criteriosa do sistema gastrintestinal precisa ser feita com a pesquisa de má digestão, cultura microbiológica das fezes, que inclui testes para função digestiva (alimentos não digeridos, por exemplo). O coprológico funcional, que inclui testes para avaliar a função digestiva, verificando os alimentos não digeridos, a análise da função metabólica, particularmente dos ácidos graxos de cadeia curta que refletem a atividade probiótica, microbiologia das fezes com cultura fecal e antibiograma, estudo dos fungos fecais, quantidade e tipos com antibiograma e parasitologia.</p>
<p>Bolte37 sugeriu a possibilidade de uma infecção subaguda crônica de<br />
tétano no intestino como uma das causas subjacentes do autismo, em alguns indivíduos. Clostridium tetani é uma bactéria anaeróbica onipresente que é oportunista no intestino e produz uma potente neurotoxina. Esta toxina pode mover-se a partir do intestino para o cérebro através do nervo vago. O tratamento antibiótico deve ser acompanhado por reposição da flora intestinal com probióticos de alta potência.</p>
<p>Finegold38 em 2008 fez uma revisão de todas as evidências que ligam as bactérias intestinais, especialmente o clostridium, que é muito resistente aos agentes antimicrobianos mais comuns: 1- melhora dos sintomas autistas com uso de agentes antimicrobianos, como por exemplo, a vancomicina; 2- Piora do quadro nestas crianças que haviam apresentado uma melhora quando o tratamento com vancomicina é interrompido; 3- O inexplicável aumento dos quadros de autismo nos últimos anos que acompanha o aumento do uso de antibióticos na infância que causam alteração da flora intestinal;  4- O aumento dos casos em pessoas da mesma família, possivelmente devido aos esporos que ficaram no ambiente doméstico.</p>
<p><strong> CORREÇÃO DA HIPERPERMEABILIDADE INTESTINAL NO AUTISMO</strong></p>
<p>O epitélio da superfície luminal da parede do intestino é composta por apenas um pequeno número de células em camadas espessas, tendo como função de absorver nutriente eficientemente agindo também como uma barreira para impedir que outras substâncias do conteúdo intestinal possam entrar na circulação sanguínea. Uma grande variedade de agentes agressores pode aumentar a permeabilidade desta camada.</p>
<p>Estudos realizados em autistas têm demonstrado uma grande frequência de alterações da permeabilidade intestinal. Os estados inflamatórios do intestino geralmente provocam aumento da permeabilidade intestinal, causando deficiências nutricionais. Eles podem ser devidos a alergias ou intolerância alimentar, quadros de infecção, sobrecrescimento da Cândida, parasitas, xenobióticos, substâncias tóxicas e drogas de efeito oxidante ou inflamatório. A aspirina, por exemplo, pode danificar o muco protetor da mucosa intestinal podendo causar alteração da permeabilidade.</p>
<p>O diagnóstico das alterações da permeabilidade intestinal e o seu tratamento devem ser realizados antes de outras condutas para poder beneficiar mais o autista.</p>
<p>Medidas para corrigir a hiperpermeabilidade intestinal incluem a correção de outras anormalidades digestivas, tais como insuficiência pancreática, disbiose, crescimento aumentado de candidíase ou outros fungos, parasitas e assim por diante.</p>
<p>A suplementação com o amino ácido L-glutamina deve ser feita para que se o enterócito se restabeleça.</p>
<p>Para garantir a digestão mais eficiente dos alimentos e, para minimizar a alergenicidade, as enzimas digestivas como a protease, a amilase e a lipase devem ser acrescentadas.</p>
<p><strong> EFEITOS DA SECRETINA NO AUTISMO</strong></p>
<p>Secretina é uma pequena proteína de 27 aminoácidos, que é um hormônio neuropetptídeo normalmente secretado pelas células do trato intestinal alto. Ela é secretada em resposta a entrada dos alimentos no estômago e estimula o pâncreas a liberar bicarbonato, que aumenta o pH intestinal e faz com que as enzimas mais tarde secretadas pelo pâncreas possam trabalhar na sua capacidade ótima.</p>
<p>Ela também estimula a liberação da bile do fígado e da pepsina do estômago. Como os distúrbios gastrintestinais são encontrados em 2/3 dos autistas, o uso da secretina pode trazer um benefício concreto. No rato, foram encontrados receptores para secretina no cérebro e a secretina injetada no cérebro ativou a amídala cerebral.</p>
<p>Em 1998 um pequeno estudo com 3 crianças autistas mostrou que a secretina melhorou de forma impressionante a socialização e a comunicação em paralelo à melhora do trato gastrintestinal. Uma meta análise realizada no ano 2000 concluiu sobre a possibilidade da secretina melhorar 1 em cada 10 crianças autistas. As crianças com quadros severos de autismo responderam melhor a secretina. A melhora foi observada no comportamento, contato visual e na comunicação espontânea. Entretanto, no estudo duplo cego contra placebo conduzido pela indústria do medicamento, a taxa de melhora evidenciada pelos pais não foi tão boa quanto a observada pelos profissionais envolvidos. A melhora foi observada no comportamento, contato visual e na comunicação espontânea.</p>
<p>A secretina pode ser administrada por via oral, EV, IM, transdérmica ou em supositórios. A secretina é segura e com efeitos adversos leves. Atualmente os estudos estão na fase III para aprovação pelo FDA.</p>
<p>Outro hormônio do intestino delgado, a colecistocinina (CCK), funciona de modo similar a secretina. Mas, a deficiência de sulfação encontrada em muitos autistas, pode comprometer sua atividade. Os pais referem que a CCK é eficaz quando tomada por via oral.</p>
<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p>Atualmente, o autismo precisa ser visto como uma doença multifatorial e o tratamento realizado por uma equipe multiprofissional, aonde diversas abordagens precisam ser realizadas com o objetivo de encontrar o melhor caminho para o tratamento.</p>
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		<title>O autismo é tratável: Existe esperança</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 15:08:53 +0000</pubDate>
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ENTREVISTA Dra. Jaquelyn MacCandless
 
 
 
Resumo : Autismo é tratável e quanto mais cedo pudermos começar, melhor. Entretanto , nunca é muito tarde para começar a ajudar estas
crianças medicamente doentes a ter uma saúde melhor. Vacinas com toxinas e antibióticos danificaram seus sistemas imunológico e
gastrointestinal.
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<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ENTREVISTA Dra. Jaquelyn MacCandless</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Resumo : Autismo é tratável e quanto mais cedo pudermos começar, melhor. Entretanto , nunca é muito tarde para começar a ajudar estas<br />
crianças medicamente doentes a ter uma saúde melhor. Vacinas com toxinas e antibióticos danificaram seus sistemas imunológico e<br />
gastrointestinal.<br />
Nós aprendemos que a saúde do intestino é fundamental no caminho da cura destas crianças e uma dieta de restrição( sem caseína, glutén ,<br />
soja e açúcar) é a primeira e melhor estratégia que os pa</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">i</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">s podem utilizar para iniciar a recuperação de seus filhos.<br />
Uma vez que interrompemos a ingestão de alimentos que mantem seus intestinos inflamados e utilizamos testes laboratoriais para nos<br />
guiar, conseguimos dar a eles os nutrientes necessários para nutrir seus &#8220;cérebros famintos&#8221; podendo tratar e prevenir infecções intestinais que causam tantos problemas nas fezes. Podemos começar a corrigir a metilação e o metabolismo dos folatos com novos e excitantes tratamentos tais como injeções de metilcobalamina que ajudam os mecanismos de desintoxicação e metilação a funcionarem de forma mais efetiva. Nós aprendemos maneiras de quelar metais pesados de seus corpos com agentes moderados que ajudam na desintoxicação como o TTFD até substâncias mais potentes por</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">é</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">m seguras como o DMSA e atualmente o DMPS numa forma transdêrmica ,muito efetiva e não invasiva. Estas e outras estratégias para aumentar a imunidade nos ajudam a controlar as infecções virais que acompanham as alterações<br />
tóxicas frequentemente sem a utilização de remédios. Este amplo protocolo biomédico está trazendo grande desenvolvimento e até mesmo<br />
recuperação sem precedentes para um grande número de crianças situadas no Espectro de Doenças Relacionadas ao Autismo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">© Copyright 2005, Pearblossom Private School, Inc–Publishing<br />
Division. All rights reserved.<br />
</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Keywords: autism treatments, autism spectrum disorder, methylcobalamin injections, heavy metal chelation agents<br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">É uma honra dar as Boas Vindas a Dra Jaquelyn McCandless , autora do livro &#8221; Crianças com C</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">é</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">rebros Famintos: Um guia de tratamento médico para o Espectro de Doenças Relacionadas ao Autismo.&#8221; Dra. McCandless é uma médica experiente e com certificação pela Academia Americana de Psiquiatria e Neurologia. Bem vinda, Dra. McCandless e muito obrigado por se juntar a nós no Austism One Radio e Autism, Help Hope and Healing.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
- É um prazer, Teri. Estou contente de estar com vocês.</span></p>
<p>Dra. McCandless, qual a importância de reconhecermos que as crianças com diagn<span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ó</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">stico de autismo estão medicamente doentes?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - O mais importante é que estas crianças não podem nos dizer se alguma coisa as incomoda. Elas podem estar com muita dor ou uma terrível infecção intestinal ou ainda uma grave infecção de ouvido. Podem ficar irritados mas não conseguem apontar o ouvido, não conseguem realmente nos dizer o que há . Desta forma, é extremamente importante para nós que suspeitemos que estão medicamente doentes assim podemos tratá-las.</span></p>
<p>Existe algum problema em considerar o autismo por uma perspectiva predominantemente genética?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - Isto é um grande problema porque milhões de dólares foram gastos em pesquisas genéticas na busca de um gene que causasse o autismo – ninguém foi capaz de localizá-lo. Certamente que sabemos que há predisposição genética em muitas destas crianças mas não há um padrão claro e epidemias não são genéticas. A maioria de nós acredita que existam de 4 a 6 genes envolvidos. Destas forma, uma visão de uma doença primariamente genética é, na minha opinião, uma perda de tempo e dinheiro. Eu acredito que uma parte das pesquisas e dinheiro poderia ser direcionado para esta causa porém eu penso que o principal problema é que não estamos tratando adequadamente todas as centenas de milhares de crianças que estão doentes neste momento e que precisam de tratamento imediato. Eu acredito que o tratamento é a maior necessidade - muito mais do que gastar recursos financeiros e esforços em pesquisas genéticas que não ajudam a todas as crianças atualmente doentes.</span></p>
<p>Estas são considerações muito boas, Dra. McCandless. Que fatores a senhora acredita serem responsáveis pelo desencadeamento do autismo?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - Eu acredito que o gatilho primário para o desencadeamento do autismo é o Thimerorsal presente nas vacinas e o número de vacinas que as crianças recebem atualmente. O super uso de antibióticos tem também um papel e a falta de conhecimento adequado em nutrição nas crianças sensíveis a leite e outros alimentos tais como farinhas e soja tamb</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">é</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">m desempenham um papel importante neste grupo particular de crianças. Mas, principalmente, eu acredito que o principal fator desencadeante é o Thimerosal presente nas vacinas e o número de vacinas que as crianças recebem muito precocemente antes que seu sistema imunológico consiga lidar com todas estas toxinas.</span></p>
<p>Existem testes laboratoriais e outras ciências que confirmam estes achados?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - Sim e as pesquisas estão andando rapidamente. Especificamente, somente focando os estudos no aumento da incidência de autismo que<br />
ocorreu paralelamente ao aumento do número de vacinas, a evidência epidemiol</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ó</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">gica é bastante forte de que com o aumento do número de vacinas, ocorreu aumento no número de casos de autismo. Em 1980 – 1985 , uma em dez mil crianças tinham autismo. Com o incremento do programa de vacinação cresceu o número de crianças autistas. Evidências mostram que de 1/10.000 este número passou a 1/166 nos Estados Unidos.</span></p>
<p>Além de evidências epidemiológicas que dão substrato a certos desencadeadores, também temos testes laboratoriais e outras ciências biológicas?</p>
<p>R - Sim, nós temos cientistas maravilhosos vindo participar e nos ajudar Apenas nos últimos dois anos, o Dr. Richard Deth e o Dra. Jill James forneceram a pesquisa científica de alta-ponta, mostra de evidências dos danos que Thimerosal (mercúrio) faz aos neurônios no cérebro. O trabalho deles revelou a evidência de defeitos na metilação e como o sulfhydryl reativa metais como o mercúrio, o chumbo, o arsênico e o cádmio parecem ser &#8220;disparadores&#8221; para muitos sintomas que vemos em nossas crianças do espectro autista. A Dra. James em seu grupo de estudo sobre autismo nos ajudou a ver como a glutationa diminuída como efeito destas neurotoxinas resulta no stress oxidativo e na morte das células dos neurônios. A capacidade celular reduzida da metilação gera então a redução da metilação do DNA; seu trabalho mostrou como os nutrientes certos poderiam ajudar a estes desorganizados caminhos a recuperar os níveis da glutationa<br />
e a capacidade antioxidante. Pesquisas básicas assim conduzem a intervenção emocionante de tratamento, estratégias novas que estão ajudando a muitas crianças agora. O Dr. Mady Hornig fêz pesquisa com ratos e deu aos ratos estas mesmas toxinas e os ratos mostram realmente o mesmo tipo das características que nossas crianças autistas. O Dr. Boyd Haley contribuiu com a pesquisa sobre a desativação do mercúrio nas células do cérebro. Assim, a pesquisa está vindo , mais e mais com demonstrações diárias que Thimerosal (mercurio) é uma neurotoxina para o cérebro; aí começam uma série de eventos que são muito consistentes com todos os sintomas e sinais que nós vemos em nossas crianças autistas.</p>
<p>Eu gostaria de perguntar, qual o problema em confiar unicamente em terapias comportamentais e educacionais, às vezes com drogas psicoativas usadas também?</p>
<p>R - O que nós sentimos é que o cérebro quando saudável e um sistema metabólico que esteja funcionando, ajudará a uma criança responder<br />
muito melhor a nossas terapias educacionais e comportamentais. Nós sabemos que há determinadas crianças que não estão tão danificadas, que realmente melhoram muito apenas com terapia comportamental porque nós sabemos que a estimulação do cérebro aumenta o crescimento neural e enquanto as crianças crescem elas começam a ter o intestino mais saudável. Mas o que nós sentimos é que as combinações dos tratamentos comportamental + educacional com o biomédico, faz com que as crianças tenham um intestino saudável e um sistema imunológico saudável, o que ajuda a obter melhor progresso total assim como terem a saúde melhor.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Este é um ponto muito importante, Dr. McCandless. Porque você colocou o nome &#8220;Crianças com cérebros Famintos&#8221; no seu livro? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">R - O que eu aprendi, começando com meus estudos e esforços para tratar minha neta Chelsey 8 anos atrás, foi que estas crianças têm deficiências nutritivas e problemas de absorção de modo que não obtem os nutrientes que o cérebro necessita para funcionar e operar normalmente. Então, basicamente isto é o que o nome do livro diz. Estas crianças, com seus intestinos danificados e por causa de seus sistemas imunes danificados, não absorvem os nutrientes que o cérebro necessita para funcionar corretamente.</span></p>
<p>Que sistemas fisiológicos estão afetados na maioria dos pacientes autistas?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - Praticamente todos. Eu não sei se existem muitas crianças que não têm esses problemas. De fato, poderia-se mesmo dizer que o autismo é uma doença gastrointestinal porque estas crianças, quando submetidas a endoscopia, são encontrados quase sempre inflamação no intestino e nós de nódulos l</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">inf</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">óides ampliados, um intestino claramente danificado sem obter o tipo de nutrientes do alimento e sem digerir os nutrientes necessários para um corpo saudável. Assim eu diria que o intestino é o principal e o primeiro orgão afetado. E o que nós<br />
sabemos é que o mercúrio que é injetado através das vacinas,</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">causam problemas intestinais e danificam o sistema imune.<br />
Assim os dois sistemas fisiológicos principais que são afetados pelas toxinas que eles recebem são o intestino e o sistema imunológico. Cría-se um ciclo vicioso; o sistema imunológico é danificado e assim as crianças começam a ter muitas infecções. Muitas crianças autistas têm uma história de muitas infecções de ouvido quando eram bebês e tomaram muitas doses de antibióticos. O antibiótico é um outro fator que prejudica o intestino e danifica o sistema imunológico. O intestino inflamado é suscetível à invasão pelos patógenos como fungos e a clostridia, e então os antibióticos vêm e inflamam mais ainda o intestino e matam as bactérias protetoras do mesmo, assim que nós começamos um ciclo de ferimento do intestino, sistema imunológico deficiente, mais antibióticos, mais ferimentos no intestino que não podem absorver nutrientes apropriados, e um sistema imunológico que não consegue manter a criança bem.</span></p>
<p>Qual é a primeira coisa, em sua opinião, que um pai deve fazer se suspeitar um diagnóstico do Espectro Autista, mesmo que seja antes da consulta programada com o médico?</p>
<p>R - Eu penso auto-instrução-leia, converse com outros pais. Eu penso que um pai necessita começar o uso da Internet e encontrar a riqueza de informações que está disponível. (Em inglês existem muitas web sites ótimas desde receitas livre de gluten e de caseina até Quelação) –<br />
Naturalmente, eu acho que eles devem ler meu livro que é uma ferramenta que explica o que se pode fazer e como começar. Podem fazer muitas coisas antes que tenham a consulta com o médico. E a coisa principal, a primeira coisa, é retirar o leite, o trigo e a soja. Nós sabemos que estas crianças não podem digerir os grandes pept<span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">í</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">deos do leite, do trigo e da soja. São venenos ao cérebro e a coisa número um que os pais necessitam fazer é removê-los da dieta da sua criança.</span></p>
<p>É importante o tipo de médico que os pais consultem para tratar o autismo?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - Sim, eu diria que você pode tentar começar um DAN! (Derrote/ Desafie Autismo Agora) um doutor que foi treinado no protocolo, seria o ideal, mas nem sempre é possível. O tipo de doutor que você necessita é um doutor que esteja disposto a investigar o intestino, o sistema imunológico, os problemas que nós sabemos que nossas crianças têm. Você precisa de um médico que entenda que estas crianças estão doentes e necessitam de uma investigação para verificar o status do intestino, ver se têm infecções fun</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">g</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">icas ou uma infecção bacteriana, e o médico precisa estar disposto a fazer os tratamentos necessários pro intestino, tais como antifungicos e os nutrientes necessários para eles melhorarem.</span></p>
<p>Então os pais fazem as coisas que você sugeriu, antes da consulta com o médico, eles vão ao médico e as suspeitas podem ser confirmadas. Qual é a primeira coisa os pais devem fazer quando recebem o diagnóstico?</p>
<p>R - Preparar-se para trabalhar muito, 24 horas, 7 dias por semana, porque o esforço em conseguir que estas crianças fiquem bem é um tremendo esforço para os pais. E eu dou forças para eles fazerem isso e pensarem que não será para sempre, mas neste momento eles realmente têm que prestar uma grande atenção no que esta criança necessita para ficar bem. Eu penso que uma das coisas mais duras para os pais que não foram expostos a este tratamento é realizar que não podem alimentar sua criança com o que a maioria de crianças comem. Não podem comer pizza, sorvete, frango frito. Não podem comer os alimentos que a maioria deles gostam. Têm que ser postos em uma dieta restrita. Isso é o número um que as crianças necessitam para melhorar. Quando eu começei a trabalhar com crianças, eu tive dois grupos dos pais. Um, os pais eram muito conscientes, eles fizeram tudo que tiveram que fazer: removeram o trigo, removeram o leite, removeram a soja, e finalmente removeram o açúcar. Estas crianças estavam começando a melhorar e melhorar e melhorar. Eu tive um outro grupo onde os pais eram resistentes. Não poderiam acreditar que só um pouquinho de açúcar feriria, ou um pouco do pão, ou uma bolachinha de vez em quando. As crianças destes pais constantemente tinham infecções fundicas, infecções com clostridia e regressões.<br />
Finalmente, depois que eu me tornei boa e conhecida podendo ter todos os pacientes que eu quissesse, eu simplesmente dizia, &#8220;eu não aceitarei nenhum pai que não esteja disposto a ser estrito com a dieta e realmente trabalhar com a dieta.&#8221; Se nós não tivermos o intestino em boa forma, nós não chegaremos em lugar algum com estas crianças. A melhora do intestino é a prioridade numero 1. Este é um ponto bom. Eu ouvi que a dieta é tudo ou nada. E alguns pais fizeram com que a escola colocasse no plano educacional individual, para garantir que na escola a criança seguisse a dieta. Sim, eu penso que é extremamente importante para as escolas aonde vão para os avós e as babás que tomam conta destas crianças para que estejam muito bem informados que estes alimentos são realmente veneno para estas crianças. Às vezes você apenas tem que dizer que são alérgicos a estes alimentos. Você diz as escolas que sua criança é alérgica a estes alimentos e as escolas são responsáveis se sua criança tiver uma reação alérgica. Não é uma alergia verdadeira, mas é tão ruim como se fosse. Eu digo que eu não desperdiçarei dinheiro dos pais para testar se a criança pode ingerir trigo e leite porque muitos exames dão ok e as crianças não melhoram até que estejam postos na dieta e não terão perdido tempo precioso.<br />
Assim 100% dos meus pacientes começam a dieta no dia 1, Primeiro o leite e depois o glúten depois a soja porque a soja é tão ruim quanto o leite e o glúten. E finalmente o açúcar que é o criminoso que permite que as infecções fun<span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">g</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">icas cresçam mais e mais, repetidamente. Infecções fun</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">g</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">icas amam o açúcar, seu alimento favorito. Cada vez que você dá uma bolachinha pro seu filho você está convidando as infecções fun</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">g</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">icas para crescer. E até que nós realmente conseguirmos passar esta mensagem para os pais, a melhora vai se atrasando.</span></p>
<p>O que nos diz sobre coisas como cores artificiais ou sabores artificiais?</p>
<p>R - Sim, algumas crianças são extremamente sensíveis aos fenóis. Nossos pequenos têm problemas com desentoxificacção. O que é uma das características das crianças autistas - eles não podem se livrar das toxinas como a maioria das pessoas podem. E nós temos que livrar os alimentos e o ambiente destas crianças da maior quantidade de toxinas possível para permitir que seus sistemas se recuperem realmente.</p>
<p>Quais são as primeiras coisas que você determina quando recebe um novo paciente?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - Eu vejo se a criança olhar realmente doente, embora estes pequenos possam ter uma boa aparência e estar e ser muito doentes. Muitos deles têm a expressão maravilhosa, como anjos. Alguns deles não parecem doentes de forma alguma no entanto, quando eu faço os testes eles tem deficiências nutritivas numerosas, alguns com infecções fun</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">g</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">icas, às vezes por anos. É surpreendente. Assim procuro ver como os pais estão, qual é a atitude dos pais e quanto esforço estão dispostos a fazer pra tratar sua criança. Quando eu estava em minha curva de aprendizagem com crianças, eu primeiramente testava o intestino, eu testava para ver se tivessem fungus(candida) e eu trataria isso 1o. Então eu faria testes para ver quais eram as deficiências nutritivas. Mas agora eu sinto que a melhor coisa para fazer, é testar tudo, o intestino, o sistema imune, os sistemas metabólicos, as toxinas. Eu quero obter a condição completa desta criança. Eu planejo o plano de tratamento para esta criança baseada nos testes. Apesar de ser um grande investimento financeiro, realmente vale a pena porque você faz o plano de tratamento sabendo o que a criança necessita por muito tempo com estes exames preliminares.</span></p>
<p>Você falou sobre exames simultâneos. Mas é melhor tratar múltiplas classes dos sintomas de uma vez em um paciente autista, ou há uma ordem preferida para a eficiência máxima e a recuperação?</p>
<p>R - É uma pergunta complicada porque nós temos que curar o intestino. E isso pode envolver primeiramente tratar uma infecção fun<span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">g</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ica ou clostridia, mas nós necessitamos também dar os nutrientes. Assim eu diria que o processo número um seria remover alimentos da dieta que estão causando inflamação; a dieta seria o número um antes que qualquer coisa é necessario remover aqueles alimentos que prejudicam a criança. Daí nós necessitamos tratar todas as infecções do intestino. Assim eu diria que tratar o instestino é número 2 e dar os nutrientes múltiplos que eles necessitam, e logo no começo você pode começar as injeções de metil-cobalamina para começar a equilíbrar e corrigir o sistema metabólico, isso tudo funciona junto. Assim eu diria que é um continuum, primeiramente recuperar o intestino e estaria substituindo os nutrientes e em segundo estaria começando a restituir o metabolismo, mas basicamente há a necessidade de acontecer simultaneamente. Depois disso, quando temos a criança em boas condições, a terceira coisa é a remoção dos metais pesados.<br />
Então começamos a pensar no processo de quelação ou desentoxificação. Muitas crianças tem infestações de vírus mas na minha escala este é o número quarto, apesar de que eu testo os virus logo no começo para ter uma visão geral da situação da criança. Eu diria que curando o intestino, repondo os nutrientes corrigindo o sistema metabólico removendo os metais pesados e então tratando os vírus, muitas vezes quando removemos os metais pesados os vírus se acabam também. Todos nós temos vírus, mas há vezes em que é necessário tratamentos especificos com antivirus.</span></p>
<p>Quando você ve um novo paciente, existe uma correlação direta entre quantas áreas da fisiologia da criança estão afetadas com quantos sintomas eles mostram, e o que você pode prever para aquela criança?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
Esta é a pergunta mais díficil. Eu diria que é muito difícil fazer uma correlação. Depois de um tempo, depois de já ter visto centenas de crianças eu sei os problemas que eles tem. Eu sei que quase todos eles tem inflamação no intestino, eu sei que eles tem deficiências nutricionais. Mas isso nem sempre é vísivel. Muitas vezes eles tem aparência saudável e a gente não consegue saber só pelas manias ou compulsões o que eles tem. Não há como fazer uma clara correlação. Alguns tem inflamações ou sistemas desorganizados sem equilíbrio algum e não demostram nenhum sintoma particular. Outros mostram muitos sintomas, eles deitam no sofá e estão sempre buscando pressão nos seus abdomens que é óbvio que estão com dores na barriga. O que eu sempre posso prever á a determinação dos pais de fazer tudo que podem para obter a melhor resposta possível do tratamento.</span></p>
<p>Quais são os testes de laboratório que são importantes? Acho que já falou um pouco deles.Eu tenho um sistema, geralmente eu peço uns dez ou onze numa avaliação inicial. Posso falar quais são? Ok.</p>
<p>1) Eu peço o exame de alergias 90-alimentos IgG (Todos já estão na dieta – eu não testo se não estão na dieta) Estas crianças podem<span> </span>melhorar com a dieta no começo e depois eles seguem em linha reta ou até pode haver regressão. Precisamos do teste porque as vezes eles desenvolvem sensibilidade a alimentos como ovos ou milho ou algum outro que nós não suspeitariamos. Alguns pais dizem &#8220;esta dieta não funciona&#8221;, mas eles nao retiraram ou o leite ou o glúten ou a soja ou o milho ou algo que não iriamos imaginar então este teste é imporante<br />
somente depois que já estão na dieta.</p>
<p>2) Eu peço o teste dos Elementos do Cabelo, para checar os metais (nao toxinas do cabelo) e sim para ter uma idéia da excreção das toxinas. Algumas pessoas não usam este teste - hair elements; Eu tenho usado os mesmos por 6 anos e eu acho que eles são úteis para mim. No entanto, é necessário experiência para interpretá-los.</p>
<p>3) Eu peço A Analise compreensiva das Fezes com Parasitologia e este é para saber qual é a situação do intestino, quais tipos de probióticos eles necessitam. Todas estas crianças precisam de probióticos – eles são as &#8220;bactérias amigas do intestino&#8221;.</p>
<p>4)Eu peço uma análise dos Amino ácidos. A deficiência em digerir os grandes peptideos faz com que muitas crianças tenham deficiência em alguns dos seus mais importantes aminoácidos. E estes são os que criam os caminhos para os neuroransmissores do cérebro. Quase todas as criancas precisam de suplementar os amino ácidos. Através do teste de amino ácido, eu receito formulas customizadas que contém exatamente o que estas crianças necessitam.</p>
<p>5) O próximo é o exame para Homocisteina. Este parcialmente nos ajuda a acessar o estatus do metabolismo da metilação e do folato.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
6) Checamos o ( RBC) Eritrograma e os minerais e as toxinas. Este teste é importante para checar o nível intracelular de importantes minerais e metais tóxicos, importante antes e durante a quelação. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
7) Eu peço o Painel das Vitaminas para saber quais importantes anti-oxidantes e vitaminas eles estão precisando. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
 <img src='http://www.artigos.autismoinfantil.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Eu peço a Análise dos ácidos graxos. Os omega-3 e 6<span> </span>são quase sempre deficientes nestas crianças. Os ácidos graxos são muito importantes para as células do cérebro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><span> </span><br />
9) Eu peço o exame de Ácidos Orgânicos – análise da Urina. Este me deixa saber as deficiências metabólicas e se a criança tem infecções fun</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">g</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">icas ou clostridia. Este é melhor que o exame de fezes porque mostra os fungos. Muitas vezes no processo do exame das fezes os fungos são destruidos.</span></p>
<p>10) O próximo exame é um Autismo Painel com estatus da metilação feito pelo Immunosciences Labs em Beverly Hills, CA. Este exame consiste em 17 testes do sistema immune e de virus. Este exame também fala se a crianca está se desentoxificando bem.por si mesma. Testa o nível de anticorpos e o nível de anticorpos contra o cérebro. É um exame muito importante.</p>
<p>11) E o útimo é o basico CBC, (exame de sangue completo), um painel químico, checando o fígado, as enzimas, o ferro e a tiróide.<br />
Problemas comuns nas nossas crianças.<br />
É assim que faço a avaliação dos novos pacientes.</p>
<p>Você poderia repetir a lista dos exames para os ouvintes?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Claro, vamos lá:<br />
(1) <a href="http://www.examesdelaboratorios.com.br/exame-de-alergias-alimentares-igg.html">teste de alergias 90-alimentos IgG</a>,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">(2) <a href="http://www.examesdelaboratorios.com.br/mineralograma-capilar.html">Elementos do Cabelo</a>,,<br />
(3) <a href="http://www.examesdelaboratorios.com.br/exame-de-fezes-completo.html">compreensiva das Fezes com Parasitologia</a>, </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">(4)<a href="http://www.examesdelaboratorios.com.br/exame-de-aminoacidos-na-urina.html"> análise dos Amino Acidos</a>,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">(5) teste Homocisteina, </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">(6) O ( RBC) Eritrograma, </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">(7) Painel das Vitaminas, </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">(8) <a href="http://www.examesdelaboratorios.com.br/exame-de-acidos-graxos-essenciais.html">Análise dos ácidos graxos</a>, </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">(9) <a href="http://www.examesdelaboratorios.com.br/exames-de-acidos-organicos.html">Ácidos Orgânicos – analise da Urina</a>, </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">(10) Autismo Painel com estatus da metilação ,<br />
(11) CBC, (exame de sangue completo) fígado, ferro, tiróide.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
Obrigada pela informação.<br />
.<br />
As crianças com problemas intestinais mais graves na sua opinião tem o autismo mais severo?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><span> </span><br />
R - Com certeza, eles não estão obtendo os nutrientes que precisam e o</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">metabolismo deles não funciona bem. Então fica muito difícil para qualquer coisa funcionar. De novo, o intestino é o primeiro desafio.</span></p>
<p>Porque tantas crianças estão com o intestino doentes e quais são os problemas que surgem depois que o primeiro insulto acontece e como você examina e trata os problemas do intestino?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><span> </span><br />
R - A habilidade de absorver os ingredientes, nós aprendemos através dos exames que eu enumerei. Se eles tem deficiência de amino ácidos e muitos deles tem baixo amino ácidos, nós sabemos que há algo errado no intestino. Geralmente é uma enorme inflamação que impede a absorção dos nutrientes que são necessários. Muitas das coisas que fazemos com estes exames iniciais são: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">pelo exame de fezes podemos dar a eles os probióticos apropriados, que são as boas bactérias, que tratam de retirar as ruins. Checamos o exame orgânico da urina para ver se tem fungos e/our clostridia, e quando necessário damos</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">anti-fun</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">g</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">icos e medicamentos. E muitas destas crianças precisam de</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">medicamentos para fungos. Se eles ainda nao foram tratados e não estão em uma dieta excelente tem infecção fun</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">g</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ica. Se voce tem infec</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">çã</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">o fun</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">g</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ica, parasitas, que mant</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">é</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">m o intestino inflamado isso causa diarréia ou contipção. Eu diria que 2 terços das crianças no espectro tem diarréia causada pelos fungus e um terço tem constipação, e ocasionalmente teremos crianças com fezes normais<br />
aparentemente e sem diarréia ou constipação e mesmo assim eles tem fungus nas partes mais profundas e a parte baixa do intestino irá formar as fezes. Então não se pode dizer que se as fezes são normais a crian</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ç</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">a não tem fungos ou infecção do clostridium. Mas eu diria que geralmente estes dois patógenos causam diarréia, constipação, gases, distens</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ã</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">o abdominal e mal estar geral.</span></p>
<p>Infecções fun<span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">g</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">icas ou fungos causam comportamentos anormais?<span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
Oh, sim. Quando as crianças estão bem e chega a época de festas e dão a eles doces e coisas que não deveriam, nós vemos regressão.<br />
Geralmente começa com uma infecção fun</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">g</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ica. Eles dão risadas sem razão aparente, eles tem movimentos repetitivos, ficam irritados, quebram coisas, e se sentem mal. Então, definitivamente comportamento e problemas do intestino estão relacionados.</span></p>
<p>Existem muitas crian<span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ç</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">as com metabolismo anormal e como você examina e trata isso? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - Eu diria que todas as crianças tem ano</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">r</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">malidades no sistema metabólico e tratar estas ano</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">r</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">malidades foi uma das mais importantes coisas que descobrimos no </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ú</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ltimo ano e meio. O Dr. James Neubrander foi o pioneiro </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">a</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> enfatizar quão importante era dar a estas crian</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ç</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">as as injeções de metilcobalamina e a melhor forma de fazer isso. Uma das coisas que nossos cientistas mostraram é que o dano no intestino destes pequenos afeta a química do folato no cérebro deles e destrói a habilidade deles obterem a Vitamina B-12 chamada metilcobalamina, ou MB-12. Esta é a única forma que pode entrar no sistema nervoso central e é melhor quando injetada. Pode-se administrar via oral ou transdérmica, mas realmente estas crianças tem um problema metabólico tão grande no ciclo do folato que para muitos deles só mesmo a injeção é que vai ajudar. Milhares de pais estão dando esta injeção eles mesmos, é uma coisa que as crianças respondem rápido. Dr. Neubrander reporta que 85 a 90% respondem positivamente a metilcolamida (as vezes podem ter algum efeito colateral); uma química equilibrada efetiva é essencial para um funcionamento apropriado do cérebro.</span></p>
<p>Como você determina a acumulação tóxica e como você trata este problema?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - Nós acreditamos que a maioria das crianças tem acumulação de toxinas porque eles não tem um sistema de glutationa normal. Muitas das coisas que eu falei, como vacinas, toxinas, afeta a glutationa que é o meio que o corpo tem para detoxificar ele mesmo. Então para testar as toxinas eu peço 3 exames. O RBC elementos/minerais, o teste do cabelo, e eu peço o Immunosciences</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Metalotioneína (metilação) estes testes mostram quão problemático são as toxinas para esta criança. A maioria não está excretando nada do mercúrio o que é uma real indicação que estão retendo metais. Dr. Amy Holmes, Mark Blaxill e Dr. James Adams fizeram um estudo nos cabelos de bebês novinhos e a<br />
diferença em autistas e neurotípico e a excreção do mercurio é muito diferente. As crianças no espectro não tem a habilidade para excretar mercúrio; eles retêm e acumulam o mesmo. Eu faço os exames e preparo as crianças primeiro cuidando do intestino, e tendo a certeza que seus corpos tem os nutrientes em niveis saudáveis, aí eu estou pronta pra começar a remoção dos metais. No entanto, alguns médicos dizem que a remoção do mercúrio é absolutamente prioritário, e até acreditam que deve ser feito antes mesmo de tratar do intestino. Eu não concordo com isso. Eu acho que colocar a criança no processo de quelação sem tratar do intestino e sem a reposição dos nutrientes pode provocar stress no corpinho já doente.<br />
Aí tentamos repor a glutationa o que acontece com as reposições que estamos dando a eles com os nutrientes da B-12. Nós temos um agente desentoxificante mais suave que é o creme allathiamine, chamado de TTFD. Quando as crianças são bem pequenas e eu consigo curar o intestino e colocar o sistema metabólico em ordem alguns se recuperam apenas usando TTFD. Eu receito este creme para TODOS os meus pacientes. Mesmo os que estão usando agentes queladores. Dr. Derrick Lonsdale fez um estudo mostrando que TTFD é um desentoxicante. Ele é &#8220;fraco&#8221;, ele não vai e pega os metais como os agentes fortes fazem como o DMSA ou DMPS, mas sempre começo com o TTFD porque é um creme e agora foi feito numa fórmula chamada Authia e os pais podem comprar pela internet é seguro e não é necessário exames antes de usá-lo. Os pais podem aplicar este creme 2 x por dia para começar a remoção do arsênico, cádmio, alumínio, e eventualmente mercúrio também nenhuma ordem particular. Entretanto, nós geralmente não confiamos no TTFD para a quelação total, mas é um bom lugar para começar.</span></p>
<p>Ok. Você falou sobre reposição da glutationa e uso do TTFD, ou Authia. Você também falou do DMSA. Você poderia descrever outros tipos de queladores, e os testes necessários para monitorar durante o processo de quelação e os suplementos nutricionais adicionais para ajudar antes e durante a quelação?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - Sim. Antes da quelação, além dos fatores que eu já citei como o tratamento do intestino, a suplementação dos nutrientes, sempre preciso de um teste básico para saber se as enzimas do fígado estão ok a também antes de começar checamos para que os níveis dos minerais especialmente o zinco, esteja em um nivel bom. Quelação da maneira que fazemos é segura. Eu nunca tive nenhum problema médico com DMSA, só é ruim que DMSA da apoio a infecção fun</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">g</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ica, os fungos amam todas as fórmulas contendo enxofre, e com DMSA temos que cuidar para não haver super crescimento de fungos. Antes que eu tivesse todo o</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">conhecimento em relação as dietas e de saber que não poderiam comer açúcar, a quelação descarrilhava uma infecção maciça dos fungos&#8211;onde a criança ficava doente. Nós tínhamos que parar a quelação para curar o intestino outra vez, tratar com antifungos e depois que a criança estivesse estável começavamos a quelar.<br />
O DMSA é aprovado pela FDA para envenenamento com chumbo. Uma vez que a droga é aprovada nós médicos temos o direito de usá-las para outras coisas aprovadas que nós achamos que seja apropriado. Apesar de ser aprovado para remoção de chumbo, nós usamos DMSA para remoção do mercúrio. Também é usado para remoção de chumbo, é um quelador excelente para chumbo e para mercúrio. Este é o quelador que os DAN (Derrote o Autismo Agora) recomendam mais e nós usamos isso com muito cuidado. A única maneira de realmente testar o envenenamento por mercúrio é o que nós chamamos de teste de desafio. Nós damos uma dose de DMSA oral baseados no peso da criança e coletamos a urina antes e depois do DMSA para fazer uma comparação. Este é o único teste definitivo, podemos ter bases com outros testes mas o que nos dará a certeza de quão grande é o problema, é o teste de desafio. Então nós fazemos o teste para mostrar que a criança está de fato contaminada pelo mercúrio, mas nem sempre é</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">essencial a não ser que os pais queiram saber com certeza. Aí começamos o processo de quelação e nós usamos a seguinte fórmula, com o DMSA é: usa-se por 3 dias e não se usa por 11 dias. Por 3 dias usamos a dose que é relativa ao seu peso em doses divididas. Alguns dizem a cada 4 horas ou a cada 8 horas para crianças muito pequenas. Minha tendência é usar com mais frequência doses menores a cada 4 horas um fim de semana sim e outro não. E para crianças maiores geralmente o intestino deles já está melhor e podemos dar doses maiores a cada 8 horas, 3 dias usa-se 11 dias não se usa. Para dar tempo pro corpo repor os minerais.</span></p>
<p>Existe um outro forte quelador, DMPS.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Diferente do DMSA, esta droga não é aprovada pelo FDA, mas podemos usá-lo numa fórmula, mandando manipular através de uma prescrição médica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">O DMPS é aprovado na Europa por mais de 50 anos, é utilizado por lá e considerado um quelador melhor que o DMSA. Ele não fortalece os fungos da forma que o DMSA faz.<span> </span>Na conferência do Autism One no ano passado, Dr. Rashid Buttar mostrou um método de utilização do DMPS de forma transdérmica e ele elaborou uma fórmula que inclui glutationa e DMPS. Ele utiliza um protocolo onde a fórmula é aplicada em forma de gotas ou creme em dias alternados. As gotas novamente são ministradas de acordo com o peso da criança. Esse é um método não invasivo e muito fácil de fazer quelação em crianças.<br />
A suplementação de minerais é muito importante tanto na utilização de DMSA ou DMPS. O zinco é muito importante. Para a utilização do DMPS, o zinco e o magnésio são os mais importantes. Então o protocolo deve ser bastante observado e os minerais cuidadosamente monitorados para que a criança não fique desmineralizada.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">E é feita a monitoração regularmente, correto?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><span> </span><br />
R - Sim. Antes que nós façamos qualquer coisa, nós verificamos as enzimas do fígado, o hemograma (CBC), o ferro, os elementos de RBC, e estes testes são necessários regularmente cada dois ou três meses durante todo o processo de quelação; o Dr. Buttar sugere o teste dos elementos do cabelo todas as vezes que você testar as outras por &#8220;medida de segurança.&#8221;</span></p>
<p>E quanto tempo deve uma criança estar em suplementação de nutrientes antes de começar a quelação?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - Cada criança é única. Depende de quão danificado estão; pode ser semanas ou meses. O teste do ácido orgânico é maravilhoso para ver os níveis, e um painel de vitaminas para ver quais as necessidades da criança. E naturalmente se a criança tem uma boa dieta, ou se já estão adiantados no tratamento, podemos começar mais rapidamente. Apesar de que o Dr. Buttar no início disse que tudo que nós necessitamos é retirar o mercúrio do organismo, alguns pais que cometeram o erro de não seguir a dieta terminaram com algumas crianças muito doentes. Então, ele mesmo dirá, &#8220;se você estiver já em uma dieta, continue nela.&#8221; O Dr. Buttar também recomenda que todas as crianças tomem as injeções MB-12 junto com a quelação. Nós somos afortunados se nós pudermos começar o tratamento desde os 2 anos e meio ou 3 anos. Porque n</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ó</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">s aprendemos que as crianças mais novas melhoram muito mais rápido do que as mais velhas que infelizmente já estão envenenados por mais tempo. Mas o que nós acreditamos que seja o melhor é seguir uma dieta, monitorando com muito cuidado com testes de sangue para se certificar que os minerais estão ok, e dando-lhes os agentes queladores que nós escolhermos regularmente até que se recuperarem.</span></p>
<p>Dr. McCandless, existem categorias diferentes de anormalidades imunes e autoimunes que estas crianças podem ter. O que podem causá-las?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - Frequentemente há processos autoimunes nos cérebros das crianças no Espectro Autista – Dr. VK Singh já realizou alguns extensivos estudos mostrando que 80 a 85% das crianças têm processos autoimunes no cérebro. No painel viral que eu faço, nós verificamos os anticorpos básicos da proteína de mielina, e nós vemos que os níveis virais e os processos auto-imunes são um aspecto</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">extremamente importante do autismo. Os vírus do sarampo (vacina) que podem estar vivo nos intestinos destas crianças são extremamente difíceis de<br />
tratar. Algumas crianças tem autoimunidade severa que necessitam IVIG, ou tratamento com immunoglobulina intravenosa, embora somente uns 30% deles respondem ao tratamento. A coisa mais importante é conseguir colocar seus intestinos em boas condições, proporcionar equilíbrio metabólico, retirar os metais, e tratar vírus óbvios com os medicamentos anti-virais. Por falar nisso, todos os meus pacientes tomam Lauricidin que é um antiviral natural e ajuda o intestino. É um anti-viral natural, anti-bacterial, anti-fungal, não tóxico e eficaz. Na minha opinião esta é uma coisa muito importante que os pais podem fazer sozinhos. Podem comprar pela internet www.lauricidin.com<span> </span>E se a criança não puder engolir estes comprimidos com sabor ruim, pais podem comprar a marca Ecological Formulas que são cápsulas do monolaurin. Este é um bom antivirus e os antivirus ajudam o processo autoimune. E se as crianças tem grande quantidades de vírus infestados, como os vírus do herpes, então eu receito antivirus como Valtrex ou Famvir por um longo período de tempo. O antivírus não é um tratamento que você faz apenas por uma semana ou 3 semanas como você faz com o fungo. Com os antivirus, geralmente você tem que tratar por meses até que os níveis começem a baixar.</span></p>
<p>Você já falou sobre isso mas qual é a importancia dos suplementos? Tenho a impressão que a doutora pensa que sao vitais. E o que acontece quando há restrição de minerais ou de probióticos?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - Eu penso que será devastador para nossa população. Eu penso que os nutrientes são os tratamentos e que estes são acessíveis aos pais. Os Pais podem descobrir quais os que seus filhos precisam e algumas companhias que compõem as fórmulas cobrem os principais para muita das crianças. Eu prefiro usar nutrientes individuais quando eu começo a trabalhar com a criança, porque usando um múltiplo, você pode não saber o que a criança está reagindo.<br />
Eu dou os nutrientes individuais sempre quando começo o tratamento e somente depois que eles estão indo muito bem é que eu passo para as multivitaminas. Porém muitos pais não podem pagar pelo número extensivo de testes que estou falando, então eles devem colocar suas crianças no multivitaminas. Super NuThera da Kirkman e Br</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">ai</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">nchild são excelentes multivitaminas. A Dr. Mary Megson tem algumas múltiplas vitaminas excelentes do Spectrum Biogenics. Se os pais puderem começar testando, e dar somente um por dia eu acredito que é o melhor no começo assim os pais saberão o que sua criança necessita e o que responde. Estas crianças são tão únicas e tão sensíveis, que dando um múltiplo, se a criança tiver uma reação nós não saberemos o que é no múltiplo que está causando esta reação. Mas ainda é muito melhor do que nada se você não puder pagar tantos testes. E quando você me perguntou antes o que é a primeira coisa quenós fazemos, nós tiramos tudo o que não é bom da dieta deles e também colocamos eles numa multivitamina até que você possa encontrar um médico que indique os testes que sua crianca como única necessita.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">A Sra. mencionou várias opções de tratamento. Quais são as mais recentes opções de tratamento que foram adicionadas aos vários protocolos? A Sra. mencionou o Authia e eu acho que tem algo chamado NDF. Qual é a mais recente opção de tratamento?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">R - A mais recente opção de tratamento e bastante eficaz são as injeções de metilcobalamina.<br />
E Dr. Neubrander já trabalhou com milhares de pessoas até agora. Quando as crianças eram levadas até à ele, logo começava a ministrá-las a metilcobalamina enquanto ele fazia outros exames para verificar outros ingredientes que ela necessitava, só para ver os efeitos que a metilcobalamina lhes trazia. Ele e todos nós tivemos algumas histórias surpreendentes sobre os muitos efeitos da metil em muitas crianças. Então eu diria, um dos benefícios mais recentes e poderosos atualmente que nós temos, são as injeções de metilcobalamida e eu seguramente recomendo que todos considerem a possibilidade de utilizá-la e procurem um médico que possa recomendá-la, pois ela é manipulada por algumas farmácias. Eu também acho que AUTHIA, que é uma forma muito suave e segura de quelação, também seja muito importante. A aplicação de DMPS transdérmica utilizada pelo Dr. Buttar, é outra recente descoberta importante e eu acredito que o trabalho da Dra. Jill James mostrando o poder e o impacto dos nutrientes para ajudar o ciclo do folato, também é outro quesito importante. Nós sabemos agora que combinando o ácido folínico com a metilcobalamina e algumas vezes o TMG é provavelmente uma das melhores coisas que possamos fazer por todas as nossas crianças. Existem outras formas de ácido folínico ou ácido fólico que podem ajudar nossas crianças, mas 85% delas irão responder bem a combinação de metilcobalamina com ácido folínico.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Dra McCandless , a senhora se referiu a isto antes: As crianças podem apresentar períodos de regressão durante os tratamentos? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - Sim e eu acredito que a causa primária das regressões seja a transgressão da dieta – onde eles recebem alguma quantidade de farinha, leite ou açúcar e</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">desenvolvem uma infecção fungica. Quase todas as regressões são causadas por uma infecção intestinal, onde ocorre uma infecção por fungos, clostridium ou ambos. As toxinas fungicas causam distúrbios e problemas de absorção e esta é<br />
provavelmente a principal causa. Ocasionalmente pode ocorrer por crianças que são sensíveis a morte dos fungos, toxinas domésticas, exposição a roupas de cama com antimônio - eu aconselho todos os pais a lavarem todas as roupas novas antes de colocar em contato com a pele por causa do antimônio que é colocado para retardar acidentes por fogo. Dessa forma algumas vezes as regressões são causadas por exposição a ambientes tóxicos ou ao fornecimento de alimentos que causam reação – causando sobrecrescimento de fungos ou clostridium.<br />
Estas regressões realmente tiram do rumo – temos que parar tudo e tratar a causa primária.</span></p>
<p>Existe alguma relação entre a morte dos fungos e reações a isto?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - Sim. Fungos criam toxinas incríveis e quando tratamos a criança existe uma &#8220;reação à morte &#8220;. Mas nunca tivemos uma criança que não superasse esta fase. Apesar de alguns pais darem carvão ativado para neutralizar algumas das toxinas, esta reação é parte do tratamento. De certa forma é um bom sinal ainda que seja quase insuportável passar por ela. Mostra que você ainda tem muitos fungos lá e que está matando todos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
Dra. McCandless, quanta esperança a senhora pode oferecer para pais de crianças com 6, 9, ou 12 anos de idade?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><span> </span><br />
R - Bom, esta é uma pergunta muito importante. Não há dúvidas que quanto mais cedo começarmos os tratamentos, mais fácil a melhora e mais rápido será a resposta deles ao tratamento. Mas eu diria que há muita esperança para qualquer um, até para os adultos. E eu trato os adultos exatamente da mesma maneira que eu trato das crianças – não importa a idade do paciente. Eu peço todos os testes, trato do intestino, corrijo as deficiências, nos livramos das toxinas e trato os vírus.</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">E nós vemos coisas maravilhosas acontecerem.<br />
Nós não podemos realmente prometer. Eu as vezes quase posso prometer que se eu começar atratar uma criança bem novinha, eu diria a maioria das vezes eu tenho eles recuperados antes deles entrarem na escola. Eu não posso dizer o mesmo para uma criança mais velha. Minha neta tem 11 anos agora. Ela ainda tem difculdades porque eu não começei todos estes tratamentos - eu demorei um longo tempo para realmente encontrar todas estas possibilidades.<br />
Eu aprendi que tudo isso e nesta sequência precisava ser feito. Mas ela continua a melhorar e é sempre recompensador fazer este esforço Hercúleo dando tudo que possamos para conseguirmos o melhor possível. E ainda que não possamos sempre prometer que seremos capazes de trazê-los de volta, podemos prometer sempre que os deixaremos muito melhores. Isto é justificado pelo fato de que se uma criança está doente e seu intestino está inflamado de modo que eles não podem se alimentar – nós devemos ajudá-lo não importa como. Então sim,</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"> </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">sempre há esperança e nós nunca paramos de tentar.</span></p>
<p>A senhora poderia por favor nos dar um resumo de qual seria a melhor ordem, na sua opinião, para tratar-mos dos problemas psicológicos?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
R - Sim. Eu diria que a primeira coisa é fazer uma dieta restrita. E algumas crianças que não respondem, mesmo que os pais sejam muito conscientes a respeito da dieta livre de caseína e livre de glúten, talvez necessitem de uma dieta ainda mais restritiva, a dieta dos Carboidratos Especifícos.<br />
Esta ja mudou o nível do autismo de algumas crianças com intestinos muito problemáticos e algumas pessoas são realmente proponentes da dieta. Então eu repito mais uma vez que a primeira tarefa que nossas crianças tem é realmente uma dieta restritiva e consciente. Se possível, eu sugiro que a família toda faça a mesma dieta. Ë mais saudável para todos , e se outras crianças estiverem comendo pizza e sorvete na frente da criança com autismo seria cruel porque todos nós gostamos destas comidas. </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Eu também sugiro que os pais não gastem o seu dinheiro com exames se não forem capazes de dar uma dieta restritiva a suas crianças. </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Vale a pena experimentar e colocar a criança numa dieta restritiva.<br />
O segundo passo, é dar as vitaminas, enzimas e probióticos que eles precisam para ajudar o intestino a recuperar-se e para ajudar na nutrição.<br />
Terceiro, evite toxinas, faça a quelação para se livrar das toxinas que estão acumuladas no corpo, mantenha o corpo saudável enquanto você está fazendo isso. E ai se for necessário, nós vamos investigar a situação viral e descobrimos que as vezes eles precisam de um antivírus.<br />
Este é o meu trajeto de recuperação: a dieta restrita, tratar o intestino, dar os nutrientes, balancear o metabolismo, desentoxicar, e medicação contra vírus se necessário.</span></p>
<p>Qual é a mais importante mensagem que você gostaria de deixar para os pais com uma criança pequena que recentemente foi diagnosticada ou para os pais de uma criança mais velha que recem começa a jornada do tratamento biomédico?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><span> </span><br />
R - Eu acho que devem manter uma atitude positiva em relação as restrições que serão feitas e aos esforços que serão feitos – é extremamente difícil para os pais mudarem seus hábitos alimentares – e mudarem suas vidas completamente – para evitar que a criança seja envenenada, mas é extremamente necessário. Mas se eu puder, ressalto para os pais que não será para sempre, é agora para que a criança melhore, fique bem, porque eles são crianças medicamente doentes. </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">O intestino deles precisa ser tratado. Nós temos que reconstruir sua saúde e seu cérebro e mantê-los saudáveis. </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Então, eu diria que o mais importante é estar di</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">s</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">posto a fazer a isso, fazer o que for necessário para curar o intestino, fazer a dieta – é um trabalho duro, mas que vale a pena. Depois disso as outras coisas são mais fáceis e virão naturalmente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Gostaríamos que a senhora reinterasse os 11 exames necessários e que foram falados anteriormente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">R - Claro, e eu sugiro que você leve esta lista com você no médico e tente encontrar um médico que esteja disposto a pedir estes exames, desde que você possa pagar por eles. Não são baratos e o seguro médico não vai ajudar muito com os exames, mas deixe eu dar a lista que eu peço quando avalio uma criança com autismo:</span></p>
<p>1) O IgG teste de Hipersensibilidade à 90 alimentos .Estas não são alergias verdadeiras no sentido que você não terá uma reação como um choque anafilático a penicilina, ovo, frutos do mar ou algo assim. O intestino desenvolve hipersensibilidade se a criança come as mesmas coisas todos os dias. O intestino não gosta disso, ele gosta de variedades.<br />
2) Elementos do cabelo que checa toxicidade – para verificar o que as toxinas fazem aos minerais do corpo (não peça o teste de tóxicos)<br />
3) An<span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">á</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">lise de Fezes com parasitológico. Sempre inclua um exame de parasitas, porque estas crianças colocam tudo na boca e muitos deles tem parasitas que precisam ser tratados.<br />
4)An</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">á</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">lise de 40 aminoácidos. Os peptídeos são degradados em aminoácidos que são precursores dos neurotransmissores cerebrais e regulam o humor os neurotransmissores comportamentais e a função cerebral.<br />
5) A Homocisteína é um importante marcador da metilação e do ciclo do folato.<br />
6) O Eritrograma e o teste de Minerais nos dão importantes indicações de toxinas e nível de minerais dentro das células..<br />
7) Painel de Vitaminas. Serve para checar os níveis de Vitamina A, E, beta caroteno e etc. Precisamos repô-los a níveis antioxidante..<br />
 <img src='http://www.artigos.autismoinfantil.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Análise de ácidos Graxos. A maioria das crianças tem níveis baixos de Omega 3 e 6. Nós não queremos as gorduras ruins. Não frite as comidas, não deixe sua criança comer salgadinhos. Todos são fritos.<br />
A gordura que vem nos salgadinhos envolve a membrana celular e os nutrientes não conseguem entrar na célula. Corte os salgadinhos, corte o açúcar.<br />
9) Dosagem de Ácidos Orgânicos na urina da a maioria das informações. Isto irá dizer quando a criança tem infecção por fungos, clostridium e irá fornecer indicações da maioria dos defeitos metabólicos e dos nutrientes que serão necessários.<br />
10) Painel Imunológico e Viral. É importante checar as imunoglobulinas, peptideos streptocócicos , gliadina, caseina, anticorpos à fibrilarina( que indica que algumas crianças são alérgicas ao mercúrio) dipeptildipeptidase (dá uma indicação se seu filho necessita de enzimas), proteínas anti mielina, anticorpos anti- neurofilamentos (indicador de doença auto immune) Metalotionina celular , atividade das celulas NK, Anticorpo contra sarampo, e pesquisa antiviral completa – varicela , citomegalovirus ,Epstein Barr, e Herpes Vírus Tipo 1 , 2 e 6.<br />
11) Exames que são feitos em quaisquer laboratórios e tem cobertura : hemograma, bioquímica completa, dosagem de ferro e hormônios tiroideanos.<br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Nota daDra. McCandless </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
Os testes mencionados acima são para uma completa avaliação inicial. Seis dos testes acima estão incluídos no ionograma completo da Metametrix, e como um painel você economiza e obtém maiores informações. Porém, se os pais não tem condições financeiras e não podem fazer todos os exames de uma vez, abaixo eu sugiro os exames para a maioria das crianças em ordem de prioridade e por categoria.<br />
Pode haver casos onde homociste</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">í</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">na, painel de vitaminas, e análise de ácidos graxos são importantes no começo, mas geralmente podemos esperar até a próxima bateria de testes para determinar o seu programa de nutrientes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><br />
1) <a href="http://www.examesdelaboratorios.com.br/exames-de-acidos-organicos.html">Análise urinária dos ácidos orgânicos</a><br />
2) Hemograma, bioquímica e hormônios tireoideanos<br />
3) <a href="http://www.examesdelaboratorios.com.br/exame-de-fezes-completo.html">Análise completa das fezes </a><br />
4) <a href="http://www.examesdelaboratorios.com.br/exame-de-aminoacidos-na-urina.html">análise de aminoácidos</a> (40 ao inves 20) Quando já estiverem com a dieta restritiva<br />
5) <a href="http://www.examesdelaboratorios.com.br/exame-de-alergias-alimentares-igg.html">Alergia Alimentar</a> -  teste de hipersensibilaidade alimentar IgG para 93 alimentos<br />
Quando terminar a quelação<br />
6) Eritrograma ( não hemograma completo)<br />
7) Análise do Cabelo ( não toxicológico)<br />
 <img src='http://www.artigos.autismoinfantil.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Imunotestes de Metalotionina intracelular<br />
Teste imunologicos e virais</span></p>
<p>Para maiores informações nestes e em outros tópicos, incluindo teorias das causas, pesquisas atuais com múltiplas referências e adicionais formas de tratamento, por favor veja: Children with Starving Brains, www.starvingbrains.com.</p>
<p><strong>Para ver a listagem completa dos exames listados nesse artigo, por favor visite: <a href="http://www.autismoinfantil.com.br">http://www.autismoinfantil.com.br</a> ou ligue para 71-3362-5310</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
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